04/05/2018
O titular da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Cezar Lisboa, e a secretária de Políticas para as Mulheres (SPM), Julieta Palmeira, se reuniram, na tarde desta sexta-feira (04), para discutir parcerias em benefício de mulheres chefes de família em situação de vulnerabilidade. A proposta é transversalizar as ações de ambos os órgãos, além de outras secretarias estaduais, para atender as mulheres consideradas mais vulneráveis.
De acordo com estudo apresentado pela SPM, as chefes de família que criam os filhos sozinhas - situação classificada como “monoparentalidade feminina” -, em sua maioria, negras, jovens, residentes da Região Metropolitana e que ganham, em média, um salário mínimo, são as que mais necessitam de políticas públicas para sair dessa condição. “Das mulheres chefes de família, 40% têm um cônjuge em casa. Mas, para além delas, há os 60% que cuidam dos filhos sozinhas, sem ninguém para dividir o sustento. Precisamos mostrar que existem políticas para elas e que nós estamos trabalhando para garantir isso”, pontuou Julieta.
Em relação à pasta da SJDHDS, os programas de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Alimentos, Cisternas e Vida Melhor Urbano (PVMU) foram apontados para compor as ações conjuntas, voltadas ao público feminino. “A maioria de nossas superintendentes são mulheres, que trabalham em diversas áreas como Redução de Danos, Assistência Social e Segurança Alimentar. Temos ainda mais motivos para seguir com essa iniciativa importante”, frisou Lisboa.
Outro ponto apresentado na reunião foi a proposta de criação de um Comitê Tripartite entre a SJDHDS, SPM e Secretaria do Trabalho, Renda, Emprego e Esporte (Setre), a fim atuar no combate à exploração sexual e o tráfico de mulheres na Bahia. O secretário da SJDHDS e a superintendente de Assistência Social (Sas/SJDHDS), Leísa Sousa, aproveitaram a oportunidade para solicitar o apoio da SPM na mobilização da campanha Fique de Olho! contra a exploração sexual e o trabalho infantil, que acontecerá no dia 10 de maio, às 16h, no auditório da Uneb. “Os índices de trabalho infantil são preocupantes. Em 2017, tivemos 198 casos registrados e sabemos que, além disso, há a recorrência da exploração sexual de meninas. É por isso que articular nossa campanha com as ações da ‘Respeita As Mina’ é uma grande contribuição”, comentou Leísa.
Na ocasião, também foi pontuada a inauguração das três novas Casas Abrigos da Mulher em Feira de Santana, Juazeiro e Itabuna, que ampliará para 60 o número de acolhimento às mulheres vítimas de violência doméstica em risco iminente de morte e seus familiares de todas as regiões do Estado.
De acordo com estudo apresentado pela SPM, as chefes de família que criam os filhos sozinhas - situação classificada como “monoparentalidade feminina” -, em sua maioria, negras, jovens, residentes da Região Metropolitana e que ganham, em média, um salário mínimo, são as que mais necessitam de políticas públicas para sair dessa condição. “Das mulheres chefes de família, 40% têm um cônjuge em casa. Mas, para além delas, há os 60% que cuidam dos filhos sozinhas, sem ninguém para dividir o sustento. Precisamos mostrar que existem políticas para elas e que nós estamos trabalhando para garantir isso”, pontuou Julieta.
Em relação à pasta da SJDHDS, os programas de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Alimentos, Cisternas e Vida Melhor Urbano (PVMU) foram apontados para compor as ações conjuntas, voltadas ao público feminino. “A maioria de nossas superintendentes são mulheres, que trabalham em diversas áreas como Redução de Danos, Assistência Social e Segurança Alimentar. Temos ainda mais motivos para seguir com essa iniciativa importante”, frisou Lisboa.
Outro ponto apresentado na reunião foi a proposta de criação de um Comitê Tripartite entre a SJDHDS, SPM e Secretaria do Trabalho, Renda, Emprego e Esporte (Setre), a fim atuar no combate à exploração sexual e o tráfico de mulheres na Bahia. O secretário da SJDHDS e a superintendente de Assistência Social (Sas/SJDHDS), Leísa Sousa, aproveitaram a oportunidade para solicitar o apoio da SPM na mobilização da campanha Fique de Olho! contra a exploração sexual e o trabalho infantil, que acontecerá no dia 10 de maio, às 16h, no auditório da Uneb. “Os índices de trabalho infantil são preocupantes. Em 2017, tivemos 198 casos registrados e sabemos que, além disso, há a recorrência da exploração sexual de meninas. É por isso que articular nossa campanha com as ações da ‘Respeita As Mina’ é uma grande contribuição”, comentou Leísa.
Na ocasião, também foi pontuada a inauguração das três novas Casas Abrigos da Mulher em Feira de Santana, Juazeiro e Itabuna, que ampliará para 60 o número de acolhimento às mulheres vítimas de violência doméstica em risco iminente de morte e seus familiares de todas as regiões do Estado.