28/12/2017
O Secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins, reuniu-se nesta quarta-feira (27), com a Secretária de Desenvolvimento Social de Candeias, Joelma Barreto e o Subsecretário, Gilvanei Pereira, para discutir uma proposta da Prefeitura quanto a mudança do prédio que sedia o Programa Vida Melhor, na cidade.
Em pauta, os representantes reivindicaram a mudança para reduzir custos com aluguel, uma vez que, o imóvel que acolhe o Vida Melhor, programa da SJDHDS é um investimento de responsabilidade do município. Martins pontuou que “de acordo com o termo de cooperação assinado entre SJDHDS e Prefeitura de Candeias, o repasse destes gastos operacionais ficam sob responsabilidade do município, sendo assim, não vê impasse com a mudança, contanto que preservem os critérios de instalações que o programa exige, como acessibilidade, quantidade de equipamentos, localização, entre outros”.
Hoje, o Programa Vida Melhor funciona no bairro Triângulo, próximo ao Centro de Abastecimento, com a mudança, passará a ter sede no Centro de Candeias, em Dário Dantas, com melhor visibilidade e acesso à população assistida pela ação. Segundo Joelma ,“o novo prédio terá uma melhor estrutura física, maior quantidade de salas, que serão distribuídas em dois andares, o que vai permitir melhor divisão e distribuição dos equipamentos, além de acomodar melhor os agentes técnicos”.
Para o coordenador do Programa Vida Melhor, Rubens Santiago, é importante e prioritário preservar os 23 equipamentos tombados sob responsabilidade da SJDHDS.“ Precisamos garantir uma logística eficaz que assegura a integridade desse material durante o transporte, isto inclui cinco aparelhos de ar-condicionado, oito microcomputadores, uma cozinha industrial com geladeira, armários e demais utensílios.”, endossou Santiago.
Fruto da parceria com o Governo Estadual, Municípios e Sociedade Civil, o Programa Vida Melhor fomenta empreendimentos individuais e familiares da economia informal, apoia atividades de arranjos produtivos urbanos de alimentação, costura, ambulantes, agricultura urbana e resíduos sólidos. Impulsiona a produção e comercialização, possibilitando a ampliação da renda e o desenvolvimento social.
Após vistoria técnica, a mudança deve acontecer no próximo ano, até o dia 31 de janeiro.