06/07/2023
No início do século XIX, a Praça da Independência, no centro de São Francisco do Conde, foi palco de agrupamentos e ponto de embarque para pessoas comuns, que dali rumaram para batalhas pela libertação do estado e do país. Hoje, o espaço ganhou um marco alusivo às comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, em homenagem ao corajoso povo daquele município. O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, participou do lançamento da peça monumental e acompanhou toda a programação, que integra a agenda “Bahia: Memória de Lutas e Liberdade”, voltada às celebrações do Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia.
“O momento é importante para lembrarmos que esse espaço, essa praça, foi lugar de luta pela libertação do país no século XIX, mas ainda é nele que nos organizamos, nos mobilizamos, porque é nesses espaços que a história se faz e somos nós que fazemos a história. Nós, pessoas comuns”, afirmou o secretário. A solenidade contou também com a participação do chefe de Gabinete da Fundação Pedro Calmon (FPC), Caruso Costa, da diretora do Campus dos Malês da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab), Mírian Reis, do vereador de São Francisco do Conde, Marivaldo do Amaral, além de outras autoridades locais.
O hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de São Francisco do Conde foi acompanhado pela execução dos respectivos hinos pela Filarmônica Lira 30 de Março de São Francisco do Conde. No palco, os estudantes e autoridades que participaram da programação também tiveram a oportunidade de assistir os pequenos do grupo de Chula Mirim, do distrito de Pitangueiras, contemplado pelo projeto ‘Tem Criança no Samba’, da Secult.
Assim como as secretarias de Cultura (Secult), através FPC; Políticas para as Mulheres (SPM); e de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi); a SJDH também levou serviços para São Francisco do Conde. Das 9h às 16h, a pasta, articulada com o Comitê Estadual de Proteção aos Direitos Humanos em Eventos Populares, interagiu com a comunidade a partir de ações educativas da campanha ‘Respeito é nosso direito!’.
A programação incluiu ainda, aulas públicas com os professores Moisés Frutuoso, de História, e José Jorge do Espírito Santo, de Geografia. Ambos destacaram a relevância do reconhecimento do protagonismo popular em toda a sequência de episódios e atos de resistência, que conduziram à consolidação da independência do país do julgo português. “Esse é um momento de reflexão sobre quem foram as pessoas, os personagens populares, marisqueiras, lavradores, vaqueiros, velejadores, pescadores, que entregaram suas vidas pela libertação do país. É o povo que constrói sua história para si, para os seus e para seus descendentes”, declarou Frutuoso.
SJDH na agenda do Bicentenário
A SJDH esteve em São Francisco do Conde com o propósito de atingir os diversos grupos, disseminando informações, facilitando acesso a serviços e oferecendo atendimento especializado, assegurando a inclusão e o bem-estar das cidadãs/os. A ação foi realizada em parceria com a recém-instalada Superintendência Municipal de Direitos Humanos, Cidadania e Juventude de São Francisco do Conde. O objetivo foi o de promover a educação e a cultura em direitos humanos, e informar sobre a rede de proteção disponível nos casos de violações de direitos humanos de segmentos mais vulnerabilizados como crianças, adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e pessoas LGBTQIAPN+.
A SJDH distribuiu insumos de prevenção às ISTs/AIDS; assegurou retificações de prenome e gênero para pessoas transexuais e travestis; prestou atendimento multidisciplinar e dialogou com organizações sociais que prestam serviços às pessoas idosas; orientou sobe aquisição do Passe Livre Intermunicipal; promoveu escuta e encaminhamento de demandas relacionadas à inclusão e acessibilidade, com foco na promoção da saúde; deu suporte online da Central de Interpretação de Libras; e distribuiu materiais informativos.
“O momento é importante para lembrarmos que esse espaço, essa praça, foi lugar de luta pela libertação do país no século XIX, mas ainda é nele que nos organizamos, nos mobilizamos, porque é nesses espaços que a história se faz e somos nós que fazemos a história. Nós, pessoas comuns”, afirmou o secretário. A solenidade contou também com a participação do chefe de Gabinete da Fundação Pedro Calmon (FPC), Caruso Costa, da diretora do Campus dos Malês da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab), Mírian Reis, do vereador de São Francisco do Conde, Marivaldo do Amaral, além de outras autoridades locais.
O hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de São Francisco do Conde foi acompanhado pela execução dos respectivos hinos pela Filarmônica Lira 30 de Março de São Francisco do Conde. No palco, os estudantes e autoridades que participaram da programação também tiveram a oportunidade de assistir os pequenos do grupo de Chula Mirim, do distrito de Pitangueiras, contemplado pelo projeto ‘Tem Criança no Samba’, da Secult.
Assim como as secretarias de Cultura (Secult), através FPC; Políticas para as Mulheres (SPM); e de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi); a SJDH também levou serviços para São Francisco do Conde. Das 9h às 16h, a pasta, articulada com o Comitê Estadual de Proteção aos Direitos Humanos em Eventos Populares, interagiu com a comunidade a partir de ações educativas da campanha ‘Respeito é nosso direito!’.
A programação incluiu ainda, aulas públicas com os professores Moisés Frutuoso, de História, e José Jorge do Espírito Santo, de Geografia. Ambos destacaram a relevância do reconhecimento do protagonismo popular em toda a sequência de episódios e atos de resistência, que conduziram à consolidação da independência do país do julgo português. “Esse é um momento de reflexão sobre quem foram as pessoas, os personagens populares, marisqueiras, lavradores, vaqueiros, velejadores, pescadores, que entregaram suas vidas pela libertação do país. É o povo que constrói sua história para si, para os seus e para seus descendentes”, declarou Frutuoso.
SJDH na agenda do Bicentenário
A SJDH esteve em São Francisco do Conde com o propósito de atingir os diversos grupos, disseminando informações, facilitando acesso a serviços e oferecendo atendimento especializado, assegurando a inclusão e o bem-estar das cidadãs/os. A ação foi realizada em parceria com a recém-instalada Superintendência Municipal de Direitos Humanos, Cidadania e Juventude de São Francisco do Conde. O objetivo foi o de promover a educação e a cultura em direitos humanos, e informar sobre a rede de proteção disponível nos casos de violações de direitos humanos de segmentos mais vulnerabilizados como crianças, adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e pessoas LGBTQIAPN+.
A SJDH distribuiu insumos de prevenção às ISTs/AIDS; assegurou retificações de prenome e gênero para pessoas transexuais e travestis; prestou atendimento multidisciplinar e dialogou com organizações sociais que prestam serviços às pessoas idosas; orientou sobe aquisição do Passe Livre Intermunicipal; promoveu escuta e encaminhamento de demandas relacionadas à inclusão e acessibilidade, com foco na promoção da saúde; deu suporte online da Central de Interpretação de Libras; e distribuiu materiais informativos.