Em tarde cultural, secretário Carlos Martins entrega instrumentos à fanfarras e visita núcleos do Neojiba em Salvador

27/02/2018

Em uma tarde com agenda exclusivamente cultural, o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins, entregou instrumentos à fanfarra do Colégio Estadual Manoel Novaes, no Canela, e visitou os núcleos do Neojiba no Colégio Estadual Odorico Tavares e no Teatro Castro Alves, em Salvador.

Na primeira agenda, acompanhado da assessora da SJDHDS, Ana Vilas Boas, o secretário entregou o kit de 15 instrumentos de sopro à fanfarra do Colégio Estadual Manoel Novaes, que fica localizado no bairro do Canela. Martins ressaltou a importância do contato com a música e de projetos como o Neojiba, uma vez que membros e o regente da fanfarra, Danilo Souza, de 25 anos, também integraram o projeto.

“Eu faço questão de fazer a entrega pessoalmente porque acredito que isso é mais do que a entrega de instrumentos às fanfarras. Isso faz parte de uma grande política de incentivo e oportunidade para os nossos jovens, para que, através da arte e da música, todos possam crescer, aprender, seguir uma carreira e serem felizes”, afirmou o secretário.

Em seguida, o secretário bateu-papo e acompanhou parte do ensaio do grupo de coro do Neojiba. Jovens de diversos bairros de Salvador, com vozes poderosas, utilizam um espaço dentro do Colégio Estadual Odorico Tavares, no Corredor da Vitória, para ensaiar acompanhados dos instrutores.

“Aqui eu ocupo a mente, ganhei uma oportunidade de aprender todos os dias e, em breve, ser um multiplicador. A gente acredita que é fundamental o trabalho com a música para tocar os corações, ajudar as pessoas a serem felizes, e acima de tudo, dar uma chance há jovens da periferia, que estão em busca de uma vida melhor”, ouviu Martins de um dos participantes do coro.

Por fim, recepcionado pelos maestros do Neojiba, o secretário esteve no ensaio da orquestra, no Teatro Castro Alves. Também num bate-papo descontraído com os jovens, Martins brincou de reger a orquestra e ouviu dos membros que a palavra que define o projeto é “transformação”. “Acredito que a grande mudança, a grande transformação, depois que eu entrei aqui foi a mudança da visão de mundo”, afirmou a jovem Bruna.