06/02/2020
Possibilitar a redução de danos a partir do papel transformador da educação. Este é um dos objetivos da Oficina de Incentivo à Leitura e Escrita promovida pelo Programa Corra pro Abraço, serviço de redução de danos físicos e sociais da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social do Estado da Bahia (SJDHDS). Em funcionamento desde 2017, a terceira edição da atividade teve início nesta segunda (03/02), na sede do Programa, em Nazaré, numa turma com capacidade para 25 inscritos.
A metodologia para a oficina, que ocorrerá nas segundas e quartas, é pensada para ir além dos conceitos ortográficos e gramaticais. De acordo o pedagogo e mestrando em Educação e Contemporaneidade, Marcelo Arouca, responsável pelas aulas, “pretende-se utilizar textos escritos, orais e imagéticos, leituras fílmicas, produções de textos, crônicas e poesias e através dessas linguagens, promover discussões sobre questões de gênero, raça, sexualidade, ética, etc. Esta estratégia implica na descolonização e emancipação do sujeito através da percepção crítica”, explicou.
“A oficina está estruturada nos moldes da educação popular, com turma multisseriada composta por assistidos/as que tiveram pouco ou nenhum acesso ao ambiente escolar ou ainda que pretendem retornar à escola”, explica Luciana Rocha, Coordenadora Pedagógica do Programa. Uma das inscritas é a assistida Ana Carolina Ribeiro, 38, que interrompeu os estudos há 3 anos: “Eu sinto muita falta de estudar, principalmente quando tenho que ler coisas pessoais e preciso que outras pessoas leiam para mim. A oficina vai ser muito importante até para facilitar minha participação em cursos e outras oportunidades que perdi por não saber ler”, contou. A expectativa da equipe do Corra pro Abraço é de que a Oficina incentive o reingresso destes/as sujeitos/as aos espaços de aprendizado formal.
Para Marcelo Arouca a oficina será fundamental para os assistidos, “não somente pelo cunho formativo, como pelo modo de destacar as potencialidades de cada um/a”, pontuou. “Proporcionar outras leituras críticas de mundo proporciona o exercício da autoestima de cada sujeito, pensando nas suas subjetividades e sobretudo respeitando as suas identidades e perspectivas culturais e sociais”, finalizou o pedagogo.
A metodologia para a oficina, que ocorrerá nas segundas e quartas, é pensada para ir além dos conceitos ortográficos e gramaticais. De acordo o pedagogo e mestrando em Educação e Contemporaneidade, Marcelo Arouca, responsável pelas aulas, “pretende-se utilizar textos escritos, orais e imagéticos, leituras fílmicas, produções de textos, crônicas e poesias e através dessas linguagens, promover discussões sobre questões de gênero, raça, sexualidade, ética, etc. Esta estratégia implica na descolonização e emancipação do sujeito através da percepção crítica”, explicou.
“A oficina está estruturada nos moldes da educação popular, com turma multisseriada composta por assistidos/as que tiveram pouco ou nenhum acesso ao ambiente escolar ou ainda que pretendem retornar à escola”, explica Luciana Rocha, Coordenadora Pedagógica do Programa. Uma das inscritas é a assistida Ana Carolina Ribeiro, 38, que interrompeu os estudos há 3 anos: “Eu sinto muita falta de estudar, principalmente quando tenho que ler coisas pessoais e preciso que outras pessoas leiam para mim. A oficina vai ser muito importante até para facilitar minha participação em cursos e outras oportunidades que perdi por não saber ler”, contou. A expectativa da equipe do Corra pro Abraço é de que a Oficina incentive o reingresso destes/as sujeitos/as aos espaços de aprendizado formal.
Para Marcelo Arouca a oficina será fundamental para os assistidos, “não somente pelo cunho formativo, como pelo modo de destacar as potencialidades de cada um/a”, pontuou. “Proporcionar outras leituras críticas de mundo proporciona o exercício da autoestima de cada sujeito, pensando nas suas subjetividades e sobretudo respeitando as suas identidades e perspectivas culturais e sociais”, finalizou o pedagogo.