09/05/2024
Como parte da ação itinerante da SJDH, a formação foi destinada a cerca de 3 mil alunos da rede estadual, com temas voltados ao enfrentamento à violações de direitos
"Acredito que os direitos humanos são fundamentais para a gente construir uma sociedade justa e igualitária. Essa caravana é uma boa oportunidade para conscientizar a comunidade sobre os nossos direitos. Como estudante, fico muito grata pela ação". A fala é da estudante Nathally Freitas, 18 anos. Ela participou de uma das 14 oficinas de formação em "Educação e Cultura em Direitos Humanos" na Caravana de Direitos Humanos, realizada ontem e hoje (08 e 09/05), no Colégio Estadual José de Freitas Mascarenhas, em Camaçari.
Somente no primeiro dia da ação itinerante da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), foram contabilizados 707 atendimentos. Parte dessa procura foi feita por assistidos dos Centros Pop do município, que aproveitaram a oportunidade para emitir RG’s e Certidões de Nascimento. Uelton Rocha, 47, vive em situação de rua há mais de 20 anos. Ele se emocionou ao relatar a necessidade de ter novos documentos. "Perdi meus documentos e hoje encontrei a oportunidade de fazer minha nova certidão de nascimento e o novo RG", contou seu Rocha.
A comunidade se mobilizou para participar da Caravana e ter acesso a serviços essenciais como emissão de RG, certidão de nascimento, Passe Livre Intermunicipal, Carteira de Identificação da Pessoa do Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), orientação e fiscalização dos estabelecimentos comerciais, registro de reclamações e renegociação de dívidas, atendimento da Coelba, Embasa e Defensoria Pública, aferição de pressão arterial e teste de glicemia, além de apoio psicológico.
Formação - Conscientizar a comunidade escolar sobre a importância de enfrentar as violações e a violência a grupos vulneráveis é um dos principais objetivos da iniciativa que também oferta diversos outros serviços essenciais à população local. Ontem, a formação foi direcionada a cerca de 3 mil alunos da rede estadual e abordou temas importantes como racismo, Lgbtfobia, capacitismo, inclusão e acessibilidade, direitos das pessoas idosas, educação financeira e direitos dos consumidores, prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, bullying e empregabilidade.
"Com as palestras e rodas de conversas sobre Educação e Cultura em Direitos Humanos, os alunos tiveram a oportunidade de participar de debates e discussões voltadas para temáticas como Bulliyng nas Escolas, Diversidade e Inclusão, Saúde Mental na Adolescência, Cultura de Paz, Racismo Estrutural e Intolerância Religiosa, Respeito, Cidadania, Proteção de Direitos, entre outros. Nosso desafio é garantir que os alunos tenham uma boa formação e possam buscar os seus direitos", explicou a diretora da escola, Cintia Lima.
Já o secretário de Justiça e Direitos humanos, Felipe Freitas, destacou a importância de levar essas discussões para o cotidiano da comunidade a partir da oferta de serviços essenciais, alinhado à disseminação do conhecimento sobre direitos humanos. "Estar mais próximo da comunidade escolar, tratando de temas voltados aos direitos humanos é uma tarefa incansável da SJDH. A escola é uma casa de Direitos Humanos e a Caravana é um espaço que permite trazer a formação sobre os temas que fazem parte do dia a dia deles. Entendemos que a documentação é o portal de cidadania para as pessoas, mas precisamos formar cidadãos conscientes sobre os seus direitos", completou Freitas.
Alunos do Freitas Mascarenhas fizeram uma apresentação musical durante as atividades interativas, que contaram também com a presença de representantes dos órgãos parceiros. Para o defensor público Marcos Cavalcante, que ministrou uma oficina sobre os direitos da criança e do adolescente, a escola precisa ser um lugar de construção do conhecimento e promoção de direitos. "A Defensoria Pública é parceira da Caravana de Direitos Humanos e, dentre as nossas funções, está a propagação da educação em direitos. Participamos hoje, aqui, em uma roda de conversa com os adolescentes, com a missão de mostrar a importância de se falar sobre os seus direitos", ressaltou o defensor.
Somente no primeiro dia da ação itinerante da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), foram contabilizados 707 atendimentos. Parte dessa procura foi feita por assistidos dos Centros Pop do município, que aproveitaram a oportunidade para emitir RG’s e Certidões de Nascimento. Uelton Rocha, 47, vive em situação de rua há mais de 20 anos. Ele se emocionou ao relatar a necessidade de ter novos documentos. "Perdi meus documentos e hoje encontrei a oportunidade de fazer minha nova certidão de nascimento e o novo RG", contou seu Rocha.
A comunidade se mobilizou para participar da Caravana e ter acesso a serviços essenciais como emissão de RG, certidão de nascimento, Passe Livre Intermunicipal, Carteira de Identificação da Pessoa do Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), orientação e fiscalização dos estabelecimentos comerciais, registro de reclamações e renegociação de dívidas, atendimento da Coelba, Embasa e Defensoria Pública, aferição de pressão arterial e teste de glicemia, além de apoio psicológico.
Formação - Conscientizar a comunidade escolar sobre a importância de enfrentar as violações e a violência a grupos vulneráveis é um dos principais objetivos da iniciativa que também oferta diversos outros serviços essenciais à população local. Ontem, a formação foi direcionada a cerca de 3 mil alunos da rede estadual e abordou temas importantes como racismo, Lgbtfobia, capacitismo, inclusão e acessibilidade, direitos das pessoas idosas, educação financeira e direitos dos consumidores, prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, bullying e empregabilidade.
"Com as palestras e rodas de conversas sobre Educação e Cultura em Direitos Humanos, os alunos tiveram a oportunidade de participar de debates e discussões voltadas para temáticas como Bulliyng nas Escolas, Diversidade e Inclusão, Saúde Mental na Adolescência, Cultura de Paz, Racismo Estrutural e Intolerância Religiosa, Respeito, Cidadania, Proteção de Direitos, entre outros. Nosso desafio é garantir que os alunos tenham uma boa formação e possam buscar os seus direitos", explicou a diretora da escola, Cintia Lima.
Já o secretário de Justiça e Direitos humanos, Felipe Freitas, destacou a importância de levar essas discussões para o cotidiano da comunidade a partir da oferta de serviços essenciais, alinhado à disseminação do conhecimento sobre direitos humanos. "Estar mais próximo da comunidade escolar, tratando de temas voltados aos direitos humanos é uma tarefa incansável da SJDH. A escola é uma casa de Direitos Humanos e a Caravana é um espaço que permite trazer a formação sobre os temas que fazem parte do dia a dia deles. Entendemos que a documentação é o portal de cidadania para as pessoas, mas precisamos formar cidadãos conscientes sobre os seus direitos", completou Freitas.
Alunos do Freitas Mascarenhas fizeram uma apresentação musical durante as atividades interativas, que contaram também com a presença de representantes dos órgãos parceiros. Para o defensor público Marcos Cavalcante, que ministrou uma oficina sobre os direitos da criança e do adolescente, a escola precisa ser um lugar de construção do conhecimento e promoção de direitos. "A Defensoria Pública é parceira da Caravana de Direitos Humanos e, dentre as nossas funções, está a propagação da educação em direitos. Participamos hoje, aqui, em uma roda de conversa com os adolescentes, com a missão de mostrar a importância de se falar sobre os seus direitos", ressaltou o defensor.