25/06/2023
Cachoeira se tornou no dia de ontem (25.06) a sede do governo da Bahia. O ato acontece em alusão à batalha que se sucedeu na cidade no dia 25 de junho de 1822 e deu largada para a conquista da Independência do Brasil na Bahia, em 1823. O governador Jerônimo Rodrigues e todo o secretariado participaram da festa que se dividiu em momentos cívicos, militares e culturais.
O momento também marcou a terceira edição do projeto itinerante Bahia: Memória de Lutas e Liberdade, realizado pela Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBa), através do Centro de Memória da Bahia (CMB).
O dia começou com dois momentos solenes, a passagem de tropas em revista pelo governador e o hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e da cidade de Cachoeira em frente à Câmara Municipal ao som dos hinos nacional brasileiro e do hino à Bahia. Logo depois, a comitiva do governador e o secretariado seguiu para a Igreja da Nossa Senhora do Rosário para a missa de Celebração do Te Deum. Na sequência, todos se dirigiram à Câmara Municipal de Cachoeira para uma sessão solene.
Para o governador Jerônimo Rodrigues, precisamos contar a história do Bicentenário da Independência pela participação das pessoas indígenas, negros, trabalhadoras trabalhadores, mulheres que estiveram à frente das batalhas. “Queremos que os livros tragam o protagonismo do povo nas lutas pela liberdade e independência. Vai ser um legado para que as gerações futuras contem a história por essa ótica da participação popular”, disse o governador.
Logo após a sessão na Câmara, o governador Jerônimo, o secretário de cultura do governo da Bahia, Bruno Monteiro e a prefeita de Cachoeira, Eliana Gonzaga, inauguraram o Marco Alusivo das Comemoração do Bicentenário da Independência na Bahia, na Praça da Aclamação de Cachoeira. Para o gestor da SecultBa, Bruno Monteiro, é preciso ressignificar a nossa história e colocar o povo no centro dela. “A Cultura tem um papel importante na salvaguarda da nossa história, nossa identidade. Mas vamos além disso, vamos recontar a história mostrando a a fundamental importância do nosso povo nas batalhas pela Independência do Brasil na Bahia”, disse o Secretário de Cultura da Bahia.
Logo após esse importante momento, na programação ainda tiveram o Lançamento da 11ª Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA) que tem como tema “Poéticas Afro-indigenas no Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia”, que aconteceu na Fundação Hansen Bahia que também foi palco para a estréia do espetáculo Dois do Sete, dirigido pelo ator e diretor, Luis Salem e encenado por jovens da TV Pelourinho e da Escola Olodum, além de atores consagrados da cena baiana.
A tarde seguiu com um desfile cívico militar que tomou as ruas de Cachoeira com filarmônicas, fanfarras e grupos que traziam mensagens sobre a importância da cidadania, da democracia e da liberdade em referência ao Bicentenário da Independência. Já era noite quando, nos céus da cidade então sede simbólica do governo da Bahia um balão subiu celebrando o Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia.
Bahia: Memórias de Lutas e Liberdade – Cachoeira também foi palco para o projeto itinerante Bahia: Memórias de Lutas e Liberdade que percorre municípios que tiveram participação fundamental na Independência do Brasil na Bahia. Além da inauguração do marco alusivo ao Bicentenário, outras ações são realizadas nas cidades, como aula pública e a Biblioteca de Extensão (BIBEX/FPC), formações com o Centro de Referência e Combate ao Racismo e Intolerância Religiosa (SEPROMI), e as ações da Secretaria de Promoção as Mulheres (SPM). A próxima cidade do projeto será Salvador nos dias 29 e 30 de junho.
O momento também marcou a terceira edição do projeto itinerante Bahia: Memória de Lutas e Liberdade, realizado pela Fundação Pedro Calmon (FPC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBa), através do Centro de Memória da Bahia (CMB).
O dia começou com dois momentos solenes, a passagem de tropas em revista pelo governador e o hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e da cidade de Cachoeira em frente à Câmara Municipal ao som dos hinos nacional brasileiro e do hino à Bahia. Logo depois, a comitiva do governador e o secretariado seguiu para a Igreja da Nossa Senhora do Rosário para a missa de Celebração do Te Deum. Na sequência, todos se dirigiram à Câmara Municipal de Cachoeira para uma sessão solene.
Para o governador Jerônimo Rodrigues, precisamos contar a história do Bicentenário da Independência pela participação das pessoas indígenas, negros, trabalhadoras trabalhadores, mulheres que estiveram à frente das batalhas. “Queremos que os livros tragam o protagonismo do povo nas lutas pela liberdade e independência. Vai ser um legado para que as gerações futuras contem a história por essa ótica da participação popular”, disse o governador.
Logo após a sessão na Câmara, o governador Jerônimo, o secretário de cultura do governo da Bahia, Bruno Monteiro e a prefeita de Cachoeira, Eliana Gonzaga, inauguraram o Marco Alusivo das Comemoração do Bicentenário da Independência na Bahia, na Praça da Aclamação de Cachoeira. Para o gestor da SecultBa, Bruno Monteiro, é preciso ressignificar a nossa história e colocar o povo no centro dela. “A Cultura tem um papel importante na salvaguarda da nossa história, nossa identidade. Mas vamos além disso, vamos recontar a história mostrando a a fundamental importância do nosso povo nas batalhas pela Independência do Brasil na Bahia”, disse o Secretário de Cultura da Bahia.
Logo após esse importante momento, na programação ainda tiveram o Lançamento da 11ª Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA) que tem como tema “Poéticas Afro-indigenas no Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia”, que aconteceu na Fundação Hansen Bahia que também foi palco para a estréia do espetáculo Dois do Sete, dirigido pelo ator e diretor, Luis Salem e encenado por jovens da TV Pelourinho e da Escola Olodum, além de atores consagrados da cena baiana.
A tarde seguiu com um desfile cívico militar que tomou as ruas de Cachoeira com filarmônicas, fanfarras e grupos que traziam mensagens sobre a importância da cidadania, da democracia e da liberdade em referência ao Bicentenário da Independência. Já era noite quando, nos céus da cidade então sede simbólica do governo da Bahia um balão subiu celebrando o Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia.
Bahia: Memórias de Lutas e Liberdade – Cachoeira também foi palco para o projeto itinerante Bahia: Memórias de Lutas e Liberdade que percorre municípios que tiveram participação fundamental na Independência do Brasil na Bahia. Além da inauguração do marco alusivo ao Bicentenário, outras ações são realizadas nas cidades, como aula pública e a Biblioteca de Extensão (BIBEX/FPC), formações com o Centro de Referência e Combate ao Racismo e Intolerância Religiosa (SEPROMI), e as ações da Secretaria de Promoção as Mulheres (SPM). A próxima cidade do projeto será Salvador nos dias 29 e 30 de junho.