24/09/2015
No dia dos santos Cosme e Damião, domingo (27), a partir das 10h, no Passeio Público, a quituteira baiana, Aldacir dos Santos, a famosa ‘Dadá’, estará vendendo as guloseimas típicas da Bahia. Caruru, acarajé, abará com camarão, bolinho de estudante e cuscuz de tapioca são alguns dos itens. Mas, carrinhos de algodão doce e pipoca também serão comercializados para os frequentadores desse espaço, localizado no centro antigo de Salvador. O dia marca a entrega da primeira etapa dos serviços emergenciais de conservação do Passeio Público. As obras foram realizadas pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), da Secretaria de Cultura (SecultBA).
“Cosme e Damião é uma energia em fecho de luz que me ilumina e a todos nós! Dois gêmeos que nasceram e cumpriram a missão deles aqui na terra e tenho muita fé neles”, afirma Dadá. No sincretismo religioso entre candomblé e catolicismo, tradicionalmente, no dia de Cosme e Damião é feita homenagem com um caruru, que inclui comidas para todos os orixás, e aos Ìbejì ou Ìgbejì, o orixá-criança.
CULINÁRIA – Já a palavra Êrê é denominada comumente para ‘crianças’. Ela vem do yorubá, eré, que significa ‘brincar’. Daí representar ‘brincadeiras’ e, no candomblé, é o estado entre o transe do orixá e consciência da pessoa. Reconhecida internacionalmente pelos seus famosos quitutes e por ser um expoente da culinária afro baiana em Salvador, Dadá é empresária, proprietária de restaurantes e banqueteira. “O segredo de uma boa comida é o amor e a qualidade dos produtos”, sentencia.
Entre os pratos mais famosos de Dadá, está o caruru, as suas moquecas e outros frutos-do-mar, culinária muito procurada por turistas de todo mundo, que visitam a capital baiana. “Fico muito feliz de ver espaços requalificados para fomentar o turismo e melhorar toda a estética da cidade”, comemora. “Meu sonho é que mais turistas voltem a visitar nossa cidade” diz Dadá.
#MUSEUCUIDO – O Passeio é originário do início do século XIX, pensado inicialmente como um horto, mas hoje sua configuração urbana é de um jardim histórico, com aléias de árvores, canteiros de plantas e flores, além de um pequeno terraço com vista para a Baía de Todos os Santos, onde grupos estão praticando yoga, tai-chi-chuan e meditação.
A entrega dos serviços emergenciais feitos pelo IPAC integra ainda a campanha de conscientização #MusEuCuido. O objetivo é buscar a consciência participativa dos frequentadores do Passeio Público para a preservação do espaço. Mais informações sobre eventos no Passeio Público na Diretoria de Museus (Dimus) do IPAC, via telefones (71) 3117-6447 e 3117-6445. Sobre o IPAC no site www.ipac.ba.gov.br. Acesse ainda o Facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o Twitter ‘@ipac_ba’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 24.09.2015
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110.5099, 9922.1743, (71) 3117-6490, 3116-6673
Entrevistas e Texto-base: Anderson Oliveira (estagiário de Jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br - www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
“Cosme e Damião é uma energia em fecho de luz que me ilumina e a todos nós! Dois gêmeos que nasceram e cumpriram a missão deles aqui na terra e tenho muita fé neles”, afirma Dadá. No sincretismo religioso entre candomblé e catolicismo, tradicionalmente, no dia de Cosme e Damião é feita homenagem com um caruru, que inclui comidas para todos os orixás, e aos Ìbejì ou Ìgbejì, o orixá-criança.
CULINÁRIA – Já a palavra Êrê é denominada comumente para ‘crianças’. Ela vem do yorubá, eré, que significa ‘brincar’. Daí representar ‘brincadeiras’ e, no candomblé, é o estado entre o transe do orixá e consciência da pessoa. Reconhecida internacionalmente pelos seus famosos quitutes e por ser um expoente da culinária afro baiana em Salvador, Dadá é empresária, proprietária de restaurantes e banqueteira. “O segredo de uma boa comida é o amor e a qualidade dos produtos”, sentencia.
Entre os pratos mais famosos de Dadá, está o caruru, as suas moquecas e outros frutos-do-mar, culinária muito procurada por turistas de todo mundo, que visitam a capital baiana. “Fico muito feliz de ver espaços requalificados para fomentar o turismo e melhorar toda a estética da cidade”, comemora. “Meu sonho é que mais turistas voltem a visitar nossa cidade” diz Dadá.
#MUSEUCUIDO – O Passeio é originário do início do século XIX, pensado inicialmente como um horto, mas hoje sua configuração urbana é de um jardim histórico, com aléias de árvores, canteiros de plantas e flores, além de um pequeno terraço com vista para a Baía de Todos os Santos, onde grupos estão praticando yoga, tai-chi-chuan e meditação.
A entrega dos serviços emergenciais feitos pelo IPAC integra ainda a campanha de conscientização #MusEuCuido. O objetivo é buscar a consciência participativa dos frequentadores do Passeio Público para a preservação do espaço. Mais informações sobre eventos no Passeio Público na Diretoria de Museus (Dimus) do IPAC, via telefones (71) 3117-6447 e 3117-6445. Sobre o IPAC no site www.ipac.ba.gov.br. Acesse ainda o Facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o Twitter ‘@ipac_ba’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 24.09.2015
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
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