Dimus participa da 12ª Semana de Museus

08/05/2014
A 12ª Semana de Museus, uma realização do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) articulada na Bahia pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC), já tem sua programação definida e acontecerá entre os dias 12 a 18 de maio de 2014. Para o evento – nacional –as instituições museológicas promovem ações voltadas para uma temática específica que, nesta edição, será: “Museus: as coleções criam conexões".

Este ano, a abertura acontece na próxima terça-feira (13/05), às 9h com a apresentação do IPACORAL (coral formado pelos funcionários do IPAC) e às 10h com o lançamento da Política Setorial de Museus. Em seguida, às 11h, será realizada apalestra "Colecionadores e o 'desejo' de museu" de com Cícero Almeida – Museólogo, mestre em Memória Social, professor da Escola de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador de Patrimônio Museológico do Instituto Brasileiro de Museus. Esta programação de abertura acontece no Instituto Feminino da Bahia.

"Pretendo falar sobre a prática colecionista, refletir sobre algumas motivações (de ordem psicológica, ou como maneira de afirmação social) e lançar uma visão sobre a relação entre colecionadores e museus, a partir de exemplos de inclusão de coleções particulares em museus ou mesmo da criação de museus exclusivamente a partir de uma única coleção privada, observar as trocas "simbólicas" que esta relação representou, dentre outras questões", adiantou Cícero Almeida.

Neste dia e até 18/05, paralelamente, os museus vinculados à DIMUS  estarão com atividades – gratuitas e abertas ao público. São eles: Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Tempostal, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica – localizados no Pelourinho – e o Parque Histórico Castro Alves, em Cabeceiras do Paraguaçu. (ver programação completa abaixo).

“As atividades reforçam temas voltados para o dia-a-dia do profissional que atua em unidades museais e instituições afins, buscando contribuir para uma constante troca de experiências e para atualização de conteúdos. Além disso, é uma ótima oportunidade para reforçar junto ao público nosso trabalho à frente dos espaços museais e a importância dos museus”, completa Ana Liberato, diretora da DIMUS.

 

Política Setorial - A 12ª Semana de Museus também será o marco de lançamento de uma Política Setorial para os Museus, formulada pela DIMUS, com o objetivo de participar no processo de fortalecimento do papel ativo do estado democrático e plural, a partir da constante interlocução entre o poder público e a sociedade civil.

“Os museus são compreendidos como dispositivos estratégicos de aprimoramento dos processos democráticos, de inclusão sociocultural, de educação e de desenvolvimento local, além de contribuir para o fortalecimento e institucionalização do setor museal no Estado da Bahia. A DIMUS compreende que, no atual cenário de construção de políticas públicas culturais, de forma participativa e compartilhada, deve-se fomentar e alargar as discussões e absorver as proposições advindas dos múltiplos setores da sociedade”, explica Ana Liberato.

 

Programação - abertura


 

Abertura: 13/05

Local: Instituto Feminino da Bahia

(Rua Monsenhor Flaviano, 02 – Politeama)

9h – Coral do Ipacoral

10h - Lançamento da Política Setorial de Museus

11h - Palestra "Colecionadores e o 'desejo' de museu", com Cícero Almeida – Museólogo, mestre em Memória Social, professor da Escola de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador de Patrimônio Museológico do Instituto Brasileiro de Museus.

 

Programação museus vinculados


 

Centro Cultural Solar Ferrão 

Oficina de cerâmica “Arte africana e arte popular, uma conexão lúdica”. Inspirada nas Coleções de Arte Africana Claudio Masella e de Arte Popular, abrigadas no Solar Ferrão, a oficina pretende estimular a criatividade, integrando os dois estilos de arte, sobretudo com livre criação, observação e expressão artística. Dia 14/05; às 14h com Mônica Silva - Artista Plástica, especialista em Arte Educação pela Universidade Federal da Bahia – e 20 alunos entre 10 a 14 anos, estudantes do Colégio Estadual Tereza Conceição Menezes.

Palestra musicada da Orquestra Museofônica com o tema “Mestiço por inteiro, sou baiano, brasileiro”. A partir da utilização de instrumentos musicais tradicionais da Coleção Emília Biancardi, a palestra musicada vai enfocar a diversidade cultural e musical dos grupos étnicos formadores da nossa sociedade. Pretende ainda apresentar as possíveis conexões entre a coleção e a formação histórica e musical do povo brasileiro, com ênfase na contribuição do europeu, do africano e do indígena. Dia 16/05; às 16h com Emília Biancardi e Orquestra Museofônica - e  convidados, entre eles o dançarino e coreógrafo Márcio Fidelis.

O museu

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e três coleções: a coleção da arquiteta Lina Bo Bardi, que reúne peças representativas da cultura popular do Nordeste coletadas entre as décadas de 50 e 60; a Coleção Claudio Masella, que mostra a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX; e a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetaksuíço que marcou a história da música brasileira.

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho

(71) 3116- 6743

 

Museu Abelardo Rodrigues

Mediação temática: “Maria, representação de mãe”, destacando a imagem de Nossa Senhora do Rosário presente no acervo do Museu Abelardo Rodrigues. Em seguida, oficina de confecção de terços em tecido e pedrarias. Relacionar uma parcela do acervo do Museu a um dos papéis sociais da mulher; Estabelecer conexões entre a representação de N. Sra. do Rosário com uma tradição popular, o artesanato do fuxico; Ampliar a interlocução do Museu Abelardo Rodrigues com o público. Dia 13/05; às 14h com o Grupo da Terceira Idade Alegria de Viver.

O museu

Inaugurado em novembro de 1981, o museu preserva uma das mais importantes coleções de arte sacra do país, reunida pelo pernambucano que dá nome ao museu. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia.

Abelardo Rodrigues - Nascido no Recife, em 1908, o advogado, paisagista, poeta e pintor, Abelardo Rodrigues, herdou do pai o gosto pela aquisição de objetos que lhe tocassem a alma. Assim, a partir de 1930 e até o final de sua vida, dedicou-se a reunir um rico e diversificado acervo de arte sacra. Abelardo criou o Museu de Arte Popular de Pernambuco, fundou e presidiu a Escolinha de Arte do Recife e foi um dos idealizadores do Museu de Arte Popular de Caruaru. Dedicou-se também ao paisagismo, tendo projetado vários jardins, a exemplo do Jardim da Serra das Russas, no Recife. Em 1971, ao liderar a Campanha Popular contra a demolição da Igreja do Bom Jesus dos Martírios, em Pernambuco, sofre um enfarte e falece no mesmo ano.

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho

(71) 3117-6440

 

Museu Tempostal 

O acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. O acervo é apresentado ao público em 05 de novembro de 1997, data em que é inaugurado o Museu Tempostal em um sobrado do século XIX, antigo ponto comercial do conde português Pereira Marinho.As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. Destacam-se nas coleções as imagens representativas da Bahia Antiga, os cartões-postais da Belle Époque, que chamam a atenção pela variedade dos materiais nos quais foram confeccionados, e as Estampas do Sabonete Eucalol.

Antônio Marcelino - Nascido em Sergipe, Antônio Marcelino do Nascimento (1929-2006) colecionava, desde garoto, recortes de jornais e livros ilustrados. Em 1947, se transferiu para Salvador e iniciou uma coleção que incluía de santinhos de catecismo a biscuit e máquinas fotográficas antigas. Ao longo da vida, acumulou postais que registram diferentes fases do desenvolvimento histórico, geográfico e cultural de todos os estados brasileiros e de vários países. Realizou sua primeira exposição em 1965. Um museu particular foi criado por ele em 1974 no casarão onde residia na Rua do Sodré, no Centro de Salvador. Em novembro de 2006, o colecionador se sentiu mal em casa e faleceu a caminho do hospital.

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho

(71) 3117-6383

 

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica

Exposições:

"Azulejos de Udo" - Ampliada com 14 obras, sendo 12 delas do ceramista alemão, constrói uma leitura histórica sobre as especificidades do cenário urbano ao apresentar mais de 300 azulejos que trazem parte significativa da arquitetura de Salvador.

"Udo, o artista” - Apresenta o lado criacionista do artista que dá nome à instituição, através das várias possibilidades do ceramista ao trabalhar na criação de motivos em azulejos e na criação ou utilização de suportes de cerâmica para função de decorar.

Oficinas:

Através da parceria com o SESC - Centro de Formação Artesanal serão realizadas oficinas que estabelecerão a conexão do acervo do museu a outros universos culturais.

Confecção de bolsas e acessórios com motivos de azulejos com materiais recicláveis: 13/05, das 14h às 17h.

Pintura em Tecido com motivo dos azulejos do museu: 15/05, das 9h às 12h.

Oficina de Mosaico: 14 e 15/05, das 14h às 17h.

O museu

Em março de 1994, foi inaugurado, no Pelourinho, em uma construção originária do século XVIII, o Museu Baneb de Azulejaria e Cerâmica Udo Knoff, primeiro do gênero no Brasil. O acervo organizado por Udo Knoff é subdividido em azulejaria, cerâmica, equipamentos, livros de encomenda e matéria-prima. O conjunto de azulejos inclui painéis decorativos de autoria do próprio Udo, criações produzidas no ateliê do ceramista por artistas locais, e peças estrangeiras, presentes nos casarões do Centro Histórico de Salvador. São azulejos portugueses, espanhóis, franceses, ingleses, holandeses e italianos, datados dos séculos XVI ao XX e reunidos pelo patrono do museu entre as décadas de 60 e 70. Pratos, medalhões, garrafas e jarros decorativos elaborados por Udo compõem a coleção de cerâmica. O museu possui livros com desenhos em aquarela, que documentam as encomendas de azulejos feitas para diversas instituições públicas e privadas. Também são apresentadas ferramentas, maquinarias e materiais utilizados por ele na confecção das peças.

Udo Knoff - Nasceu na cidade de Halle, Alemanha, em 20 de maio de 1912. Fez faculdade de agronomia e foi trabalhar em uma companhia de sisal na África. Durante a Segunda Guerra, fugiu em um navio com destino ao seu país de origem, mas, por conta do bloqueio imposto pela Inglaterra, aportou em Santos, São Paulo, em 1938. Na década de 50, Udo mudou-se para o Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar em uma empresa de cerâmica e a se interessar por suas possibilidades artísticas. Em 1952, foi convidado para expor em Salvador. Encantou-se pela cidade e passou a morar na capital baiana. Nos anos 60, instalou o Ateliê de Cerâmica Udo Knoff, no bairro de Brotas. Na mesma década, foi convidado pela Universidade Federal da Bahia para ministrar aulas de cerâmica na Escola de Belas Artes, onde permaneceu até 1974. Ao todo, Udo Knoff realizou 93 exposições e recebeu diversos prêmios. O ceramista faleceu em 07 de junho de 1994.

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho

(71) 3117-6389

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Lançamento da página Poemas - Castro Alves no blog DIMUS

12/05

Contação da Historias: “Aventuras da Memória”, de Patrícia Secco. Por Karina Machado.

13 a 16/05- 10h às 12h

Orientação dos usuários do Lab DIMUS PHCA.

13 a 18/05 - 10h às 17h

Apresentação da biblioteca.

13 a 18/05 - 9h às 17h

Visita guiada (apre­sentação do PHCA e da história de Castro Alves).

13 a 18/05 - 9h às 17h

Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Fi­nais de Tarde, com a cantora e compositora Priscila Sales e convidados.

14/05 - 17h às 20h

Espetáculo teatral - “Semo da Roça, mas temo instrução shô”, pela CIA de Teatro Cecéu, escrita e dirigida por Marineide Menezes.

17 a 18/05 - 16h às 18h

O museu

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil. São objetos que pertenceram a Castro Alves e seus familiares. O público pode ainda usufruir da biblioteca com cerca de 700 títulos. Os projetos “Sopa de Letras”, “Sopa de Letras Especial”, “Seguindo os Passos do Poeta”, “Parque dos Sonhos” e “Baú de Memórias” são destaques do programa de ações culturais e educativas do museu. Anualmente, o Parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves.

Castro Alves, o Poeta - Antônio Frederico de Castro Alves, conhecido entre os amigos como Cecéu, nasceu na Bahia, no dia 14 de março de 1847. O poeta pertenceu à Terceira Geração da Poesia Romântica (Social ou Condoreira), caracterizada pelos ideais abolicionistas e republicanos. “Espumas Flutuantes”, “Gonzaga ou A Revolução de Minas”, “Cachoeira de Paulo Afonso”, “Vozes D'África” e “O Navio Negreiro” são algumas das obras do trovador baiano. Em 1862, ingressou na Faculdade de Direito de Recife, após ter feito o curso primário no Ginásio Baiano. Em 11 de novembro de 1868, caçando nos arredores de São Paulo, feriu o calcanhar esquerdo com um tiro de espingarda, resultando-lhe na amputação do pé. Em seguida, veio a tuberculose, obrigando-o a voltar à Bahia, onde morreu, em 1871.

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/BA

(75) 3681-1102

 

Política Setorial para os Museus


 

A Política Setorial está embasada no Plano Nacional de Cultura, nas diretrizes da Política Nacional de Museus – PNM, na Lei No 11.904, de 14 de janeiro de 2009, que instituiu o Estatuto de Museus e estabelece os princípios fundamentais para os museus brasileiros: a valorização da dignidade humana; a promoção da cidadania; o cumprimento da função social; a valorização e preservação do patrimônio cultural e ambiental; a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural; e o intercâmbio institucional.

No Estado da Bahia, o planejamento governamental, delineado pela SECULT, em consonância com a Lei Nº. 12.365, aprovada em 30 de novembro de 2011, que dispõe sobre a Política Estadual de Cultura e institui o Sistema Estadual de Cultura, fortalece a construção de uma agenda política setorial específica para os museus, a partir dos referenciais conceituais que norteiam a atual gestão, pautada nas seguintes diretrizes: construção de uma cultura cidadã; ampliação do diálogo intercultural; fortalecimento da institucionalidade cultural; aprofundamento da territorialização da cultura; crescimento da economia da cultura; e alargamento das transversalidades da cultura.

Atualmente existem mapeados, no Estado da Bahia, 217 espaços de memória com a adoção de práticas museológicas. O funcionamento do Sistema Estadual de Museus contribuirá para a valorização dos museus públicos, seja na esfera estadual ou na municipal, de natureza privada ou de outra constituição jurídica, levando em consideração as suas especificidades e os contextos nos quais estão inseridos.

A construção da Política Setorial de Museus, bem como a elaboração de Planos Museológicos para as instituições museais, irá promover a melhoria da gestão pública dos museus vinculados à Secretaria de Cultura e ampliarão a qualificação do setor museológico e dos serviços prestados à população. Desse modo, com a criação do Instituto Baiano de Museus, este se tornará uma ferramenta fundamental de articulação para o fortalecimento e para o desenvolvimento dos museus.

 

Construção

A construção desta Política Museológica para o Estado da Bahia ocorreu com a participação e com o envolvimento de muitos atores, nos âmbitos interno e externo da instituição. Em 2011, foi realizado um seminário interno, do qual participaram os gestores e o corpo técnico de todos os museus vinculados e conveniados, quando foi apresentada e discutida uma primeira versão deste documento.

A versão inicial, enriquecida, foi, então, apresentada à plenária do 3o Encontro Baiano de Museus, realizado na cidade de Ilhéus, no período de 21 a 23 de setembro de 2011, com a presença dos articuladores de todos os Territórios de Identidade do Estado. Posteriormente, durante todo o ano de 2012, o documento foi construído a partir das avaliações das ações dos Núcleos da Diretoria de Museus e das contribuições dos participantes envolvidos nos diversos projetos.

 

A Política Setorial de Museus está estruturada a partir das Diretrizes e Eixos Programáticos:

- formular e consolidar políticas públicas visando a gestão, a democratização e o uso do patrimônio museológico;

- fomentar e promover a preservação e a valorização do patrimônio museológico;

- promover e incentivar a preservação e a difusão dos acervos museológicos compreendendo-o como unidades de valor estratégico de reconhecimento dos múltiplos processos identitários;

- formular e consolidar políticas voltadas para a acessibilidade universal nos museus;

- fomentar e apoiar ações para a construção de uma cultura cidadã, apoiada na aplicação de ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação;

- promover e incentivar o desenvolvimento de ações inclusivas, socioculturais e educativas nas instituições museológicas, contribuindo para o diálogo, a aprendizagem, a ludicidade, a produção do conhecimento, o turismo e o lazer;

- incentivar o respeito à pluralidade cultural, social, regional, étnica, de gênero, religiosa e linguística;

- promover e estimular a modernização da infraestrutura dos museus;

- incentivar, promover e apoiar ações de formação e qualificação no campo museal dos profissionais e usuários das instituições museológicas;

- incentivar e apoiar a criação de museus e a aplicação de processos museológicos nos Territórios de Identidade;

- incentivar a criação e a promoção de ações que visem à sustentabilidade dos museus;

- promover o fortalecimento da economia criativa nas instituições museológicas;

- promover e estimular a transversalidade da cultura, no campo museal.

 



Yara Vasku

Jornalista DRT/PR 2904

Dimus – Diretoria de Museus – BA

(71) 3117-6445/ 9119-7746

Núcleo de Comunicação
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

Palácio da Aclamação

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