04/08/2015
Duas importantes imagens sacras, originárias do século XVIII da igreja de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, do município de Palmas de Monte Alto, sudoeste da Bahia, serão restauradas graças à parceria entre a paróquia local e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). A primeira é a da Nossa Senhora que dá nome à igreja, e a outra é do Senhor Morto, uma singular imagem de Jesus Cristo, com braços móveis, que pode estar crucificado, com braços abertos, ou ao longo do corpo, deitado, na representação da sua morte.
As imagens chegaram nessa localidade em 1742. “Elas são parte do patrimônio histórico e religioso dessa região”, afirmou o padre Josias da Silva, que esteve hoje (04) na sede do IPAC, em Salvador, representando a paróquia. Ele viajou acompanhado do empresário rural Ruy Moura que apoia a iniciativa e deseja mais ações de proteção aos bens culturais locais. Presente ainda o chefe de gabinete da deputada estadual Ivana Bastos, Marcílio Seixas, que promoveu a articulação com o IPAC.
PARCERIAS – O grupo foi recebido pelo diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, com a equipe técnica do órgão. “Desenvolvemos ações em parcerias com paróquias, prefeituras e comunidades de diversos municípios”, relatou João Carlos. Como exemplos, ele citou obras na igreja jesuíta de Mirandela (1701), em Banzaê, no Convento do Recolhimento dos Humildes (1793), em Santo Amaro, e na capela de Miradouro (1811), em Xique-Xique, dentre outras.
Segundo o diretor do IPAC o próximo passo é a assinatura de um Termo de Cooperação Técnica e, depois, a visita de especialistas para avaliarem as imagens e criarem o cronograma de restauro. “Palmas de Monte Alto é considerada a cidade-mãe de Guanambi, Riacho de Santana, Matina, Candiba e Sebastião Laranjeiras, o que faz que tenha muita representatividade histórica nessa região”, disse o empresário local, Ruy Moura.
DIFERENCIAL – Palmas de Monte Alto tem sua origem em 1712, quando o alferes português Francisco de Barros constrói a capela N. Sra. Mãe de Deus e dos Homens em terras de sua propriedade adquiridas de Isabel Guedes de Brito, filha do brigadeiro Guedes de Brito, personagem da história da Bahia, por lutar contra os holandeses, desbravar o sertão e se tornar grande proprietário de terras.
A ação articulada do IPAC com paróquias, prefeituras e com a sociedade civil organizada tem sido um diferencial para a gestão das suas obras de restauração, vistorias e orientações técnicas nos territórios baianos. A Constituição brasileira de 1988 determina responsabilidades compartilhadas para a proteção dos bens culturais, sejam materiais ou imateriais.
No final de maio (2015), o diretor do IPAC esteve com o arcebispo primaz da Igreja Católica no Brasil, Dom Murilo Krieger, para articular trabalhos em imóveis católicos. À época Dom Murilo afirmou que “a riqueza da Bahia é imensa com o patrimônio arquitetônico–religioso e as celebrações; precisamos unir esforços para a sua proteção”, disse. Novas reuniões serão agendadas além de visita à Palmas de Monte Alto. Mais informações no site www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e twitter ‘@ipac_ba’. Sobre obras, na DIPRO/IPAC, via telefones (71) 3116-6726 e 3116-6630, e endereço eletrônico dipro.ipac@ipac.ba.gov.br.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 04.08.2015
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110-5099, 9922-1743
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
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Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
As imagens chegaram nessa localidade em 1742. “Elas são parte do patrimônio histórico e religioso dessa região”, afirmou o padre Josias da Silva, que esteve hoje (04) na sede do IPAC, em Salvador, representando a paróquia. Ele viajou acompanhado do empresário rural Ruy Moura que apoia a iniciativa e deseja mais ações de proteção aos bens culturais locais. Presente ainda o chefe de gabinete da deputada estadual Ivana Bastos, Marcílio Seixas, que promoveu a articulação com o IPAC.
PARCERIAS – O grupo foi recebido pelo diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, com a equipe técnica do órgão. “Desenvolvemos ações em parcerias com paróquias, prefeituras e comunidades de diversos municípios”, relatou João Carlos. Como exemplos, ele citou obras na igreja jesuíta de Mirandela (1701), em Banzaê, no Convento do Recolhimento dos Humildes (1793), em Santo Amaro, e na capela de Miradouro (1811), em Xique-Xique, dentre outras.
Segundo o diretor do IPAC o próximo passo é a assinatura de um Termo de Cooperação Técnica e, depois, a visita de especialistas para avaliarem as imagens e criarem o cronograma de restauro. “Palmas de Monte Alto é considerada a cidade-mãe de Guanambi, Riacho de Santana, Matina, Candiba e Sebastião Laranjeiras, o que faz que tenha muita representatividade histórica nessa região”, disse o empresário local, Ruy Moura.
DIFERENCIAL – Palmas de Monte Alto tem sua origem em 1712, quando o alferes português Francisco de Barros constrói a capela N. Sra. Mãe de Deus e dos Homens em terras de sua propriedade adquiridas de Isabel Guedes de Brito, filha do brigadeiro Guedes de Brito, personagem da história da Bahia, por lutar contra os holandeses, desbravar o sertão e se tornar grande proprietário de terras.
A ação articulada do IPAC com paróquias, prefeituras e com a sociedade civil organizada tem sido um diferencial para a gestão das suas obras de restauração, vistorias e orientações técnicas nos territórios baianos. A Constituição brasileira de 1988 determina responsabilidades compartilhadas para a proteção dos bens culturais, sejam materiais ou imateriais.
No final de maio (2015), o diretor do IPAC esteve com o arcebispo primaz da Igreja Católica no Brasil, Dom Murilo Krieger, para articular trabalhos em imóveis católicos. À época Dom Murilo afirmou que “a riqueza da Bahia é imensa com o patrimônio arquitetônico–religioso e as celebrações; precisamos unir esforços para a sua proteção”, disse. Novas reuniões serão agendadas além de visita à Palmas de Monte Alto. Mais informações no site www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e twitter ‘@ipac_ba’. Sobre obras, na DIPRO/IPAC, via telefones (71) 3116-6726 e 3116-6630, e endereço eletrônico dipro.ipac@ipac.ba.gov.br.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 04.08.2015
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