04/11/2015
O Museu de Arte da Bahia (MAB), localizado no Corredor da Vitória, o Museu de Arte Moderna (MAM), na Avenida Contorno, e o Centro Cultural Solar do Ferrão, no Pelourinho, estão sendo contemplados com 45 dias de serviços de roçagem, poda de árvores de médio e grande porte, para limpeza e conservação botânica desses espaços. A ação é do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), que administra esses espaços públicos, além de outros no Pelourinho e no interior do estado, como o Museu do Recolhimento dos Humildes (Santo Amaro), Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu) e Museu do Recôncavo Wanderley Pinho (Candeias).
“A ação é para conservar as plantas e árvores e manter a integridade física dos usuários desses espaços, já que alguns ameaçavam cair”, diz o arquiteto paisagista do IPAC, Paulo Kalil, da subgerência de Projetos do órgão, que é vinculado à secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Os serviços ajudam na preservação das áreas verdes das unidades mantidas pelo Instituto. Desde junho deste ano (2015), equipes do IPAC também estavam recuperando os jardins do Passeio Público, entregue para a população, pelo governador Rui Costa, em 27 de setembro.
Os serviços do IPAC não devem ser confundidos com podas em logradouros públicos, como ruas e avenidas da capital baiana, que são executados pela Prefeitura de Salvador. O IPAC só atua em imóveis e áreas que estão sob a responsabilidade da instituição, como os museus estaduais.
GRANDE PORTE – “No Passeio Público, plantamos novas gramíneas, plantas rasteiras, trepadeiras, flores, arbustos e palmeiras”, relata Paulo Kalil. Segundo o especialista, outras espécies de árvores de grande porte, como angelim, sumaúma, amendoeira, pau-ferro, cariota e a palmeira-solitária, compõem o acervo botânico do Passeio Público. “Temos também as mangueiras e sumaúmas estão em maior número”, relata o especialista. No espaço, o IPAC está desenvolvendo um programa de Educação Patrimonial e implantará um projeto de sinalização histórico-botânica.
No MAM, estão sendo realizados serviços de limpeza e poda de árvores. No MAB, a capinação e erradicação de herbáceas. Já no Centro Cultural Solar do Ferrão, a poda de um coqueiro e uma mangueira. Já no Palacete das Artes são podas de galhos que estavam ameaçando a segurança de frequentadores do local. O Palacete ocupa a antiga mansão Martins Catharino, de estilo arquitetônico eclético tombado pelo Estado da Bahia, via IPAC. Os serviços nos museus do IPAC começaram na última sexta-feira (30) e só terminam no início de dezembro.
Para mais informações sobre os museus do IPAC se informe no site www.ipac.ba.gov.br/museus, no blogdimusbahia.wordpress.com/museus-da-bahia , via Facebooks ‘Ipacba Patrimônio’ e ‘Museus da Bahia’, e no Twitter @ipac_ba. Acesse www.palacetedasartes.ba.gov.br e www.mambahia.com, e os Facebooks ‘Palacete das Artes’ e ‘Museu de Arte da Bahia’.
FOTOS anexas.
Crédito Fotográfico obrigatório - Lei nº 9610/98
Autoria: Lázaro Menezes e Elias Mascarenhas
Fotos em ALTA definição no LINK:
https://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157631288215362/
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 04.11.2015
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110-5099, 9922-1743
Texto-base: Íris Leandro (estagiária Jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
“A ação é para conservar as plantas e árvores e manter a integridade física dos usuários desses espaços, já que alguns ameaçavam cair”, diz o arquiteto paisagista do IPAC, Paulo Kalil, da subgerência de Projetos do órgão, que é vinculado à secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Os serviços ajudam na preservação das áreas verdes das unidades mantidas pelo Instituto. Desde junho deste ano (2015), equipes do IPAC também estavam recuperando os jardins do Passeio Público, entregue para a população, pelo governador Rui Costa, em 27 de setembro.
Os serviços do IPAC não devem ser confundidos com podas em logradouros públicos, como ruas e avenidas da capital baiana, que são executados pela Prefeitura de Salvador. O IPAC só atua em imóveis e áreas que estão sob a responsabilidade da instituição, como os museus estaduais.
GRANDE PORTE – “No Passeio Público, plantamos novas gramíneas, plantas rasteiras, trepadeiras, flores, arbustos e palmeiras”, relata Paulo Kalil. Segundo o especialista, outras espécies de árvores de grande porte, como angelim, sumaúma, amendoeira, pau-ferro, cariota e a palmeira-solitária, compõem o acervo botânico do Passeio Público. “Temos também as mangueiras e sumaúmas estão em maior número”, relata o especialista. No espaço, o IPAC está desenvolvendo um programa de Educação Patrimonial e implantará um projeto de sinalização histórico-botânica.
No MAM, estão sendo realizados serviços de limpeza e poda de árvores. No MAB, a capinação e erradicação de herbáceas. Já no Centro Cultural Solar do Ferrão, a poda de um coqueiro e uma mangueira. Já no Palacete das Artes são podas de galhos que estavam ameaçando a segurança de frequentadores do local. O Palacete ocupa a antiga mansão Martins Catharino, de estilo arquitetônico eclético tombado pelo Estado da Bahia, via IPAC. Os serviços nos museus do IPAC começaram na última sexta-feira (30) e só terminam no início de dezembro.
Para mais informações sobre os museus do IPAC se informe no site www.ipac.ba.gov.br/museus, no blogdimusbahia.wordpress.com/
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