IPAC lança personagens para difundir a Educação Patrimonial na Bahia

17/05/2016
Um cientista erudito e curioso de nome Jonas, os dois gêmeos tagarelas Gabriel e Galileu, a amorosa baiana de acarajé Dona Zefa, a jovem ‘sarará’ e vaqueira do sertão Lourdinha, e o sedutor capoeirista de Salvador, mestre Melaço. Esses são os personagens que o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) lançou hoje (17) no início da tarde em um dos seus museus, o Palacete das Artes, em Salvador. O lançamento aconteceu durante a abertura do programa ‘Narrativas Patrimoniais – Diálogo, Fomento e Qualificação’, do IPAC em parceria com a Superintendência de Promoção Cultural (Suprocult) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

“São personagens baseados em comunidades existentes na Bahia que utilizaremos para levar o conhecimento científico produzido pelo órgão e para as campanhas de consciência participativa na área da educação patrimonial em todo o estado”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Os personagens foram criados pela assessoria de Comunicação do órgão. O desenho é do design Davi Freitas, concepção e produção do coordenador de Design do instituto, Helder Florentino, e a história de cada personagem é de Íris Leandro.

 

CONSCIÊNCIA PARTICIPATIVA – De acordo com o diretor geral do IPAC, todas as atividades do órgão, como tombamentos de bens culturais materiais, inventários e registros de bens intangíveis, vistorias e fiscalizações, obras e restaurações, dentre outras, deverão ter ações complementares de educação patrimonial. “A participação consciente da população e representações civis é fundamental para o sucesso das políticas públicas; não adianta todos os nossos esforços se não conseguirmos a parceria e o apoio efetivo de toda a sociedade para a proteção aos patrimônios culturais”, ressalta João Carlos de Oliveira.

 

Os personagens da educação patrimonial do IPAC devem trabalhar ainda com a prevenção, mostrando a importância dos bens culturais baianos em várias regiões, no intuito de evitar vandalismo e depredação, auxiliando ainda na disseminação a política pública de proteção para os gestores municipais.

 

VALORIZAR – Dezenas de outras ações de educação patrimonial também já são empreendidas através dos Editais de Patrimônio do IPAC, com recursos do Fundo de Cultura. Palestras, cursos, treinamentos, produtos educativos como livros, vídeodocumentários e CD de educação patrimonial são produzidos via editais.

 

Com relação às novas gerações, o diretor do IPAC lembra que o contato com o conhecimento técnico é fundamental para que se tornem cidadãos mais conscientes e participativos. “Só protege o patrimônio histórico-arquitetônico e o imaterial quem o valoriza, e só pode valorizá-lo quem conhece a sua importância e a sua história”, afirma João Carlos.

Mais informações na coordenação de Educação de Patrimonial (Cepa) do IPAC via telefone (71) 3116-6945 ou endereçocoad.ipac@ipac.ba.gov.br e cepa.ipac@ipac.ba.gov.br. Os livros publicados pelo IPAC são acessados via link http://www.ipac.ba.gov.br/downloads#aba-4. Acompanhe o site www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e Instagram ‘@ipac.patrimonio’.

 

Assessoria de Comunicação – IPAC, em 17.05.2016

Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)

(71) 99110-5099, 99922-1743, 3117-6490, 3116-6673

Entrevistas e texto-base: Íris Leandro e Ully Gomes (estagiária de Jornalismo)

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