30/10/2017
O Terreiro Ilé Alabasé, no Alto da Bela Vista, bairro das Palmeiras em Maragojipe, município da zona oeste da Baía de Todos os Santos, promove amanhã (31), a partir das 8h, o seminário ‘Preservação Cultural – a importância da religião de matriz africana’. O evento tem apoio da Secretaria de Turismo do Estado (Setur) e da Secretaria de Cultura (SecultBa), via Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). O terreiro é tombado como Patrimônio Cultural da Bahia desde 2005, via IPAC, através do decreto nº 9.744/05.
“Essa é mais uma ação de política pública de patrimônio realizada pelo terreiro, em um espaço reconhecido oficialmente como Patrimônio pelo Estado, tendo ainda a parceria fundamental da Setur”, afirma o assessor de Relações Institucionais do IPAC, Andre Reis. Segundo ele, a parceria é feita por meio de um termo de colaboração entre o IPAC e o Terreiro. Dentre os palestrantes, o babalorixá do Ilé Alabasé, Robinho de Otyn, o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, a coordenadora pedagógica do projeto, Rutiléia Campos, e a gerente de Patrimônio Imaterial do IPAC, Nívea Alves.
O babalorixá Robinho de Otyn falará da importância da religião e contará a história do terreiro. Já coordenadora pedagógica, Rutiléia Campos, abordará a transmissão dos saberes em oficinas realizadas durante o projeto. “São ações estruturantes executadas por um período de seis meses, visando ainda fortalecer a identidade cultural dessa matriz que é o terreiro”, lembra Rutiléia. O projeto prevê ainda a produção de videodocumentário, oficinas voltadas para a produção do turismo, arranjo produtivo local e base comunitária. A programação começará com apresentação de alabês do Ilé Alabasé. Depois, mesa de abertura, palestras e espaço para debates.
RECÔNCAVO – O seminário contará com a presença de diversos terreiros da região. O IPAC já desenvolve muitas ações no Recôncavo baiano, onde se encontra Maragojipe, beneficiando bens culturais materiais e os imateriais. Em Maragojipe o IPAC tombou o terreiro Ilé Alabasé e registrou o Carnaval dessa cidade como Bem Imaterial da Bahia.
Já em Cachoeira e São Félix, o IPAC coordenou, via programa federal Monumenta, o restauro de dezenas de imóveis, igrejas e monumentos, construiu o Centro de Artes da Universidade Federal do Recôncavo e urbanizou as orlas fluviais das duas cidades. “O IPAC registrou também 10 terreiros em Cachoeira e São Félix lançando livro (http://migre.me/pt99z) e video (https://goo.gl/82TtRQ) sobre o tema”, diz o diretor de Preservação do IPAC, Roberto Pellegrino. A Festa da Boa Morte também se tornou Patrimônio Imaterial via IPAC que produziu vídeo (https://goo.gl/BawMJJ) com a SECOM, e livro (https://goo.gl/RAU7RZ).
HISTÓRIA – De origem Ketu e dedicado ao orixá que rege a caça e a fartura, Oxóssi, o Ilé Alabasé foi fundado pelo babalorixá Edson dos Santos, conhecido como Pai Edinho, em 1973. Desde então, desenvolve projetos socioculturais na região. O terreiro ocupa 8,7 hectares, com fonte de água natural e extensa área verde. Pai Edinho foi iniciado aos 17 anos, em 1964, pelo babalorixá Lício, do Ilê Jitundê, de São Francisco. Lício é neto-de-santo de Miguel Arcanjo, do Ilê Amoraxó, e filho-de-santo de Manuel Rufino de Oxum.
Conheça as pesquisas, dossiês e livros do IPAC. Temas: festas de Santa Bárbara, Boa Morte e Bembé, Desfile de Afoxés, Carnaval de Maragojipe, Ofício de Vaqueiros e Pano da Costa. Os livros estão disponíveis para download: https://goo.gl/RAU7RZ. Acesse os vídeos Secom/IPAC: Educativo (https://goo.gl/rJggpk), Balé Folclórico (https://goo.gl/jZQjJN), Projeto Axé (https://goo.gl/34bd1a), Dinamização (https://goo.gl/S4EyRn), Museus (https://goo.gl/uQS9NG e https://goo.gl/vphG2s), Bembé (https://goo.gl/63H8Ve) e Capoeira (https://goo.gl/wFJdGN). Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook Ipacba Patrimônio e twitter @ipac_ba.
Crédito Fotográfico obrigatório - Lei nº 9610/98: Elias Mascarenhas
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 30.10.2017
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 99110.5099, 99922.1743
(71) 3117-6490, 3116-6673
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“Essa é mais uma ação de política pública de patrimônio realizada pelo terreiro, em um espaço reconhecido oficialmente como Patrimônio pelo Estado, tendo ainda a parceria fundamental da Setur”, afirma o assessor de Relações Institucionais do IPAC, Andre Reis. Segundo ele, a parceria é feita por meio de um termo de colaboração entre o IPAC e o Terreiro. Dentre os palestrantes, o babalorixá do Ilé Alabasé, Robinho de Otyn, o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, a coordenadora pedagógica do projeto, Rutiléia Campos, e a gerente de Patrimônio Imaterial do IPAC, Nívea Alves.
O babalorixá Robinho de Otyn falará da importância da religião e contará a história do terreiro. Já coordenadora pedagógica, Rutiléia Campos, abordará a transmissão dos saberes em oficinas realizadas durante o projeto. “São ações estruturantes executadas por um período de seis meses, visando ainda fortalecer a identidade cultural dessa matriz que é o terreiro”, lembra Rutiléia. O projeto prevê ainda a produção de videodocumentário, oficinas voltadas para a produção do turismo, arranjo produtivo local e base comunitária. A programação começará com apresentação de alabês do Ilé Alabasé. Depois, mesa de abertura, palestras e espaço para debates.
RECÔNCAVO – O seminário contará com a presença de diversos terreiros da região. O IPAC já desenvolve muitas ações no Recôncavo baiano, onde se encontra Maragojipe, beneficiando bens culturais materiais e os imateriais. Em Maragojipe o IPAC tombou o terreiro Ilé Alabasé e registrou o Carnaval dessa cidade como Bem Imaterial da Bahia.
Já em Cachoeira e São Félix, o IPAC coordenou, via programa federal Monumenta, o restauro de dezenas de imóveis, igrejas e monumentos, construiu o Centro de Artes da Universidade Federal do Recôncavo e urbanizou as orlas fluviais das duas cidades. “O IPAC registrou também 10 terreiros em Cachoeira e São Félix lançando livro (http://migre.me/pt99z) e video (https://goo.gl/82TtRQ) sobre o tema”, diz o diretor de Preservação do IPAC, Roberto Pellegrino. A Festa da Boa Morte também se tornou Patrimônio Imaterial via IPAC que produziu vídeo (https://goo.gl/BawMJJ) com a SECOM, e livro (https://goo.gl/RAU7RZ).
HISTÓRIA – De origem Ketu e dedicado ao orixá que rege a caça e a fartura, Oxóssi, o Ilé Alabasé foi fundado pelo babalorixá Edson dos Santos, conhecido como Pai Edinho, em 1973. Desde então, desenvolve projetos socioculturais na região. O terreiro ocupa 8,7 hectares, com fonte de água natural e extensa área verde. Pai Edinho foi iniciado aos 17 anos, em 1964, pelo babalorixá Lício, do Ilê Jitundê, de São Francisco. Lício é neto-de-santo de Miguel Arcanjo, do Ilê Amoraxó, e filho-de-santo de Manuel Rufino de Oxum.
Conheça as pesquisas, dossiês e livros do IPAC. Temas: festas de Santa Bárbara, Boa Morte e Bembé, Desfile de Afoxés, Carnaval de Maragojipe, Ofício de Vaqueiros e Pano da Costa. Os livros estão disponíveis para download: https://goo.gl/RAU7RZ. Acesse os vídeos Secom/IPAC: Educativo (https://goo.gl/rJggpk), Balé Folclórico (https://goo.gl/jZQjJN), Projeto Axé (https://goo.gl/34bd1a), Dinamização (https://goo.gl/S4EyRn), Museus (https://goo.gl/uQS9NG e https://goo.gl/vphG2s), Bembé (https://goo.gl/63H8Ve) e Capoeira (https://goo.gl/wFJdGN). Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook Ipacba Patrimônio e twitter @ipac_ba.
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