17/08/2015
Em função da passagem do Dia Nacional do Patrimônio que transcorreu hoje (17) o Núcleo de Defesa do Patrimônio Histórico Artístico e Cultural (Nudephac) do Ministério Público da Bahia (MP) promoveu hoje à tarde, um encontro no Museu Eugênio Teixeira Leal, no Pelourinho, em Salvador.
Presentes o diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), João Carlos de Oliveira, o assessor do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), Mateus Torres, além de promotores, funcionários do IPAC, empresários do setor hoteleiro e lojistas locais, dentre outros. IPAC e CCPI são vinculados à Secretaria de Cultura do Estado.
“A ideia é alcançar os servidores que atuam na preservação do patrimônio público e discutir as salvaguardas”, diz o promotor de Justiça Edvaldo Vivas, coordenador do Nudephac. Hoje (17) foram discutidos aspectos sobre a salvaguarda do Samba de Roda, bem cultural ‘Patrimônio do Brasil’ pelo IPHAN/Ministério da Cultura já fazem dez anos, e chancelado pela UNESCO como ‘Patrimônio da Humanidade’.
INEDITISMO – “Trouxemos para a experiência do ‘Registro Especial’ que é inédito no país”, afirma o diretor do IPAC, João Carlos. O ‘registro especial’ do IPAC contempla as condições simbólico-antropológicas dos terreiros de candomblé e um ‘plano de salvaguarda’ com metas, objetivos, regras e ações de proteção a curto, médio e longo prazos, o que garante uma proteção plena ao bem cultural. Antes, a proteção era o tombamento, que prevê o espaço físico. Já o ‘registro’ protege a geografia e os aspectos simbólicos-culturais desses espaços sagrados.
Além de novas propostas para implementar a política pública de salvaguarda dos bens culturais intangíveis, o IPAC vem promovendo diálogos com o MP. Em março deste ano (2015), o diretor do IPAC foi recebido pelo procurador-geral de Justiça, Márcio Fahel, na sede do MP no Centro Administrativo, em Salvador. “O nosso objetivo foi aprofundar o diálogo com o MP, como importante aliado no processo de interlocução com a sociedade quando tratamos do patrimônio cultural”, assinala João Carlos.
SOLAR FERRÃO – No encontro com o procurador-geral do MP, estava presente o promotor Edvaldo Vivas do Nudephac. O Núcleo foi criado em 2009 e é sediado em um imóvel do IPAC no Pelourinho, na Rua das Laranjeiras, nº12. A programação do seminário continua até o dia 21, no Centro Administrativo. O IPAC através da sua Diretoria de Museus também emprestou a Coleção de Arte Popular do Solar Ferrão para exposição na Galeria da Procuradoria-Geral, na sede do MP. A mostra fica aberta até dia 21 de setembro, com entrada gratuita, das 8h às 18h.
Mais dados sobre o Nudephac/MP no telefone (71) 3321-7736. Informações sobre registros de bens culturais intangíveis são obtidas na Geima/IPAC, via telefone (71) 3116-6741 e endereçogeima.ipac@ipac.ba.gov.br. Para dados sobre os projetos e obras do IPAC, acesse www.ipac.ba.gov.br, o facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o twitter ‘@ipac_ba’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 17.08.2015
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110-5099, 9922-1743
Texto-base: Íris Leandro (estagiária Jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
Presentes o diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), João Carlos de Oliveira, o assessor do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), Mateus Torres, além de promotores, funcionários do IPAC, empresários do setor hoteleiro e lojistas locais, dentre outros. IPAC e CCPI são vinculados à Secretaria de Cultura do Estado.
“A ideia é alcançar os servidores que atuam na preservação do patrimônio público e discutir as salvaguardas”, diz o promotor de Justiça Edvaldo Vivas, coordenador do Nudephac. Hoje (17) foram discutidos aspectos sobre a salvaguarda do Samba de Roda, bem cultural ‘Patrimônio do Brasil’ pelo IPHAN/Ministério da Cultura já fazem dez anos, e chancelado pela UNESCO como ‘Patrimônio da Humanidade’.
INEDITISMO – “Trouxemos para a experiência do ‘Registro Especial’ que é inédito no país”, afirma o diretor do IPAC, João Carlos. O ‘registro especial’ do IPAC contempla as condições simbólico-antropológicas dos terreiros de candomblé e um ‘plano de salvaguarda’ com metas, objetivos, regras e ações de proteção a curto, médio e longo prazos, o que garante uma proteção plena ao bem cultural. Antes, a proteção era o tombamento, que prevê o espaço físico. Já o ‘registro’ protege a geografia e os aspectos simbólicos-culturais desses espaços sagrados.
Além de novas propostas para implementar a política pública de salvaguarda dos bens culturais intangíveis, o IPAC vem promovendo diálogos com o MP. Em março deste ano (2015), o diretor do IPAC foi recebido pelo procurador-geral de Justiça, Márcio Fahel, na sede do MP no Centro Administrativo, em Salvador. “O nosso objetivo foi aprofundar o diálogo com o MP, como importante aliado no processo de interlocução com a sociedade quando tratamos do patrimônio cultural”, assinala João Carlos.
SOLAR FERRÃO – No encontro com o procurador-geral do MP, estava presente o promotor Edvaldo Vivas do Nudephac. O Núcleo foi criado em 2009 e é sediado em um imóvel do IPAC no Pelourinho, na Rua das Laranjeiras, nº12. A programação do seminário continua até o dia 21, no Centro Administrativo. O IPAC através da sua Diretoria de Museus também emprestou a Coleção de Arte Popular do Solar Ferrão para exposição na Galeria da Procuradoria-Geral, na sede do MP. A mostra fica aberta até dia 21 de setembro, com entrada gratuita, das 8h às 18h.
Mais dados sobre o Nudephac/MP no telefone (71) 3321-7736. Informações sobre registros de bens culturais intangíveis são obtidas na Geima/IPAC, via telefone (71) 3116-6741 e endereçogeima.ipac@ipac.ba.gov.br. Para dados sobre os projetos e obras do IPAC, acesse www.ipac.ba.gov.br, o facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o twitter ‘@ipac_ba’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 17.08.2015
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110-5099, 9922-1743
Texto-base: Íris Leandro (estagiária Jornalismo)
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