20/07/2017
Como parte das ações de educação patrimonial do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) no Baixo Sul, o corpo técnico do instituto participou ontem (19), do ‘Ciclo de Conversas de Educação Patrimonial sobre a Fortaleza de Morro de São Paulo e o Museu do Território’. No evento foram compartilhadas informações sobre o processo de restauração da Fortaleza de Tapirandú – nome indígena da mesma fortificação -, com apresentação do Projeto Museológico.
Os diálogos integram a implantação do Museu de Território do Sistema Fortificado e acontecem nesta edição em parceria com as ações em curso e promovidas pela Secretaria de Cultura de Cairu, representada pela secretária de Cultura, Graça Peleteiro, e sua diretora de Cultura, Michele Costa. A coordenadora de Editais do IPAC, Ana Coelho, apresentou o projeto Museológico e projeto de restauro da fortaleza. “Esse trabalho faz parte da Governança no âmbito municipal, estadual e federal, cujo Comitê possui representantes da ACEC, Iphan, IPAC, Ides, BNDES, Prefeitura de Cairu, Sebrae, SETUR, Amosp e AME”, explica Ana.
GOVERNÇA e INAUGURAÇÃO – O IPAC participa do Comitê de Governança desde o início do projeto (2015), que foi criado para gerir de forma sustentável o complexo arquitetônico fortificado originário do século XVII e que ocupa o Morro de São Paulo. Além da educação patrimonial, o instituto, que é vinculado à SecultBA, também faz orientação técnica especializada e está criando o plano museológico da Fortaleza.
Na terça-feira (18) o Comitê de Governança fez reunião no município de Cairu, com a presença do diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, além de assessores e técnicos do órgão. “A reunião discutiu a inauguração do museu da fortaleza, roteiro e ações, educação patrimonial, que já está em curso, e a gestão do espaço”, explica João Carlos de Oliveira. A iniciativa da restauração do forte é do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul (IDES), que fez convênio com o IPAC para iniciativas museológicas e patrimoniais. O investimento é de R$ 9,2 milhões, via Lei Rouanet/BNDES.
O IPAC detém expertise na área, pois é responsável pela política museológica e os principais museus da Bahia. Confira os Museus do IPAC www.ipac.ba.gov.br/museus e o vídeo http://bit.ly/2n1mrVZ. O IDES é uma associação de direito privado sem fins lucrativos. Mais informações: www.ides.org.br ou (73) 99910-2383, 3256-2028. Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 20.07.2017
(71) 3117-6490, 3116-6673, 99110-5099, 99922-1743
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº1851)
(71) 98234-9940
Texto-base e entrevistas: Cecília Oliveira (estagiária de Jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br, www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio – Twitter: @ipac_ba – Instagram: @ipac.ba
Os diálogos integram a implantação do Museu de Território do Sistema Fortificado e acontecem nesta edição em parceria com as ações em curso e promovidas pela Secretaria de Cultura de Cairu, representada pela secretária de Cultura, Graça Peleteiro, e sua diretora de Cultura, Michele Costa. A coordenadora de Editais do IPAC, Ana Coelho, apresentou o projeto Museológico e projeto de restauro da fortaleza. “Esse trabalho faz parte da Governança no âmbito municipal, estadual e federal, cujo Comitê possui representantes da ACEC, Iphan, IPAC, Ides, BNDES, Prefeitura de Cairu, Sebrae, SETUR, Amosp e AME”, explica Ana.
GOVERNÇA e INAUGURAÇÃO – O IPAC participa do Comitê de Governança desde o início do projeto (2015), que foi criado para gerir de forma sustentável o complexo arquitetônico fortificado originário do século XVII e que ocupa o Morro de São Paulo. Além da educação patrimonial, o instituto, que é vinculado à SecultBA, também faz orientação técnica especializada e está criando o plano museológico da Fortaleza.
Na terça-feira (18) o Comitê de Governança fez reunião no município de Cairu, com a presença do diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, além de assessores e técnicos do órgão. “A reunião discutiu a inauguração do museu da fortaleza, roteiro e ações, educação patrimonial, que já está em curso, e a gestão do espaço”, explica João Carlos de Oliveira. A iniciativa da restauração do forte é do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul (IDES), que fez convênio com o IPAC para iniciativas museológicas e patrimoniais. O investimento é de R$ 9,2 milhões, via Lei Rouanet/BNDES.
O IPAC detém expertise na área, pois é responsável pela política museológica e os principais museus da Bahia. Confira os Museus do IPAC www.ipac.ba.gov.br/museus e o vídeo http://bit.ly/2n1mrVZ. O IDES é uma associação de direito privado sem fins lucrativos. Mais informações: www.ides.org.br ou (73) 99910-2383, 3256-2028. Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
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