SecultBA está representada pelo superintendente de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), Sandro Magalhães, e pela equipe do IPAC
Equipe do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), está participando hoje (19) do Fórum de Dirigentes e Secretários Municipais de Cultura do Baixo Sul da Bahia que começou às 10:30h, no auditório da Câmara de Vereadores, com as participações do prefeito de Cairu Fernando Brito, diretor do órgão estadual, João Carlos de Oliveira, técnicos e assessores estaduais e municipais. Na pauta, ações conjuntas de Conselhos Municipais, a reativação da Câmara Técnica da Cultura e a criação do Consórcio Intermunicipal da Cultura do Baixo Sul. Representando a secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), o superintendente de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), Sandro Magalhães. A Sudecult desenvolve ações de Territorialização, em parceria com as instituições públicas, privadas e sociedade civil.
O 4° Encontro de Política e Gestão Culturais da Bahia, que acontecerá em Feira de Santana, dias 25 e 26 de julho, também é tema do encontro. Presentes ainda, os gestores culturais de Valença, Taperoá, Nilo Peçanha, Ituberá, Igrapiúna, Camamu, Piraí do Norte, Gandu, Wenceslau Guimarães, Teolândia, Presidente Tancredo Neves, Aratuípe, Ibirapitanga e Jaguaripe. “Os resultados e os produtos que a população deseja ver realizados na cultura baiana, só podem acontecer a partir do alinhamento e compromisso da atuação conjunta entre os entes municipais, estaduais e até federais, já que na política pública ninguém consegue fazer nada sozinho”, afirmou o diretor do IPAC, João Carlos de Oliveira, durante o encontro.
IPAC no BAIXO SUL – O IPAC vem atuando mais intensamente nos últimos dois anos no Baixo Sul baiano. “Já desenvolvemos pesquisas e estudos para tornar a manifestação cultural Zambiapunga que ocorre mais fortemente nos municípios de Cairu, Nilo Peçanha, Taperoá e Valença, além das localidades de Galeão, Caraíba e Boipeba”, explicou João Carlos. Segundo ele, a tradição é marcada pelo uso de adereços alegóricos: trajes de roupas coloridas e papéis de seda. Nos períodos de festejo, um grupo de homens utilizam búzios gigantes e enxadas tocadas como instrumentos de percussão em percussão pelas cidades. A palavra vem de Zambiapombo, Nzambi Mpungu, Zambi e Nzambi, originárias dos povos Bantu, na África.
O diretor do IPAC destacou ainda as ações de educação patrimonial, assessoramento técnico e de museologia desenvolvidas na restauração do complexo fortificado de Morro de São Paulo. “Ontem (18) participamos da reunião do Comitê de Governança do Forte para discutir a inauguração do museu da fortaleza, roteiro e ações, educação patrimonial, que já está em curso, e a gestão do espaço”, disse João Carlos de Oliveira. A iniciativa da restauração é do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul (IDES), com investimento de R$ 9,2 milhões, via Lei Rouanet/BNDES, e parcerias do Sebrae e Secretaria do Trabalho, dentre muitas outras. O forte pertence a União e está cedido ao Estado, sob responsabilidade da Secretaria de Turismo (Setur).
BENS CULTURAIS e MUSEUS – “Nas viagens, vistorias e participações do IPAC no Baixo Sul, reunimos também as demandas das prefeituras e populações locais no intuito da proteção aos bens culturais tangíveis e intangíveis dessa região”, ressaltou o assessor de Relações Institucionais do IPAC, André Reis, presente no fórum. Além de atuar com patrimônio cultural, o IPAC detém expertise na área museológica, sendo responsável por essa política no estado.
Em Salvador, o IPAC tem o Museu de Arte Moderna (MAM), Palacete (Graça), Museu de Arte (Corredor da Vitória), Passeio e Palácio da Aclamação (Campo Grande). No Pelourinho, o Centro Cultural Ferrão, museus Tempostal e Udo Knoff, além da Praça das Artes. No interior, Convento dos Humildes (Santo Amaro), Parque Castro Alves (Cabaceiras) e Museu Wanderley (Candeias). Confira os Museus do IPAC www.ipac.ba.gov.br/museus
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