09/06/2015
Sabia que ao se ‘tombar’ um imóvel ele é reconhecido por sua importância histórico-arquitetônica e/ou simbólica? Que os seus proprietários têm prioridade nas linhas de financiamento público para reformá-los? Ou que festas e manifestações populares podem ser ‘registradas’ como Patrimônios Culturais e receberem os mesmos benefícios?
Esses e outros temas sobre a salvaguarda dos bens culturais baianos – materiais e imateriais – fazem parte da palestra que o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) promoveu hoje (09) pela manhã no Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), em Salvador. Os universitários participantes do evento devem realizar depois uma visita guiada ao Centro Histórico de Salvador (CHS). A área é tombada pelo governo federal através do Ministério da Cultura (MinC), onde o IPAC está sediado e desenvolve ações pontuais.
CENTRO HISTÓRICO – “Além de ações educativas para a área acadêmica, que possibilita a difusão e debates sobre o tema do Patrimônio, o IPAC está desenvolvendo parcerias com universidades para projetos mais amplos e efetivos”, diz o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Na última quarta-feira (03), o reitor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), José Bites de Carvalho, esteve na sede do IPAC, no Viaduto da Sé, para fechar troca de expertises e projetos.
O reitor acompanhou o diretor do IPAC em uma visita ao parque imobiliário do Instituto no CHS. “A nossa intenção é trazer para o Centro Histórico um campus de Arte da UNEB, com o Centro de Língua Estrangeira e o Núcleo de Arte com atividades de ensino, extensão, pesquisa, teatro e dança, dentre outras linguagens”, explicou Bites no dia da visita.
O IPAC administra apenas cerca de 9% dos imóveis da área tombada do CHS, com uso e manutenção permanente. Neles, estão instalados diretorias, gerências e coordenações do Instituto, bibliotecas, museus estaduais, órgãos públicos, consulados, organizações artísticas e culturais. IPAC e UNEB desenvolverão igualmente ações no interior do Estado. A UNEB dispõe de 24 campi, sendo um na capital e os outros em 23 municípios baianos.
MOSTRA – A palestra do IPAC integra um ‘Sarau Cultural’ da Unijorge que incluiu instrumentos da salvaguarda dos bens culturais, além de apresentações musicais e poéticas, cordel e artes visuais. O IPAC foi representado pelo seu diretor de Projetos e Obras, Hermano Queiroz que proferiu a palestra. A Unijorge já agendou uma ‘Mostra de Projetos’ sobre ‘Tombamentos’.
Dentre outras atividades previstas com os alunos estão visita a um imóvel tombado, pesquisas, cobertura fotográfica e produção de um audiovisual. Mais informações sobre a Unijorge no site www.unijorge.edu.br. Sobre UNEB nowww.uneb.br. E do IPAC www.ipac.ba.gov.br, podendo ainda acessar o Facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o Twitter ‘@ipac_ba’.
Fotos em ALTA resolução no LINK: https://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157653557019578/
Crédito obrigatório: Elias Mascarenhas e José Carlos Almeida
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 09.06.2015
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110.5099, 9922.1743
(71) 3117-6490, 3116-6673
Texto-base: Anderson Oliveira (estagiário de jornalismo)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
Esses e outros temas sobre a salvaguarda dos bens culturais baianos – materiais e imateriais – fazem parte da palestra que o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) promoveu hoje (09) pela manhã no Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), em Salvador. Os universitários participantes do evento devem realizar depois uma visita guiada ao Centro Histórico de Salvador (CHS). A área é tombada pelo governo federal através do Ministério da Cultura (MinC), onde o IPAC está sediado e desenvolve ações pontuais.
CENTRO HISTÓRICO – “Além de ações educativas para a área acadêmica, que possibilita a difusão e debates sobre o tema do Patrimônio, o IPAC está desenvolvendo parcerias com universidades para projetos mais amplos e efetivos”, diz o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Na última quarta-feira (03), o reitor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), José Bites de Carvalho, esteve na sede do IPAC, no Viaduto da Sé, para fechar troca de expertises e projetos.
O reitor acompanhou o diretor do IPAC em uma visita ao parque imobiliário do Instituto no CHS. “A nossa intenção é trazer para o Centro Histórico um campus de Arte da UNEB, com o Centro de Língua Estrangeira e o Núcleo de Arte com atividades de ensino, extensão, pesquisa, teatro e dança, dentre outras linguagens”, explicou Bites no dia da visita.
O IPAC administra apenas cerca de 9% dos imóveis da área tombada do CHS, com uso e manutenção permanente. Neles, estão instalados diretorias, gerências e coordenações do Instituto, bibliotecas, museus estaduais, órgãos públicos, consulados, organizações artísticas e culturais. IPAC e UNEB desenvolverão igualmente ações no interior do Estado. A UNEB dispõe de 24 campi, sendo um na capital e os outros em 23 municípios baianos.
MOSTRA – A palestra do IPAC integra um ‘Sarau Cultural’ da Unijorge que incluiu instrumentos da salvaguarda dos bens culturais, além de apresentações musicais e poéticas, cordel e artes visuais. O IPAC foi representado pelo seu diretor de Projetos e Obras, Hermano Queiroz que proferiu a palestra. A Unijorge já agendou uma ‘Mostra de Projetos’ sobre ‘Tombamentos’.
Dentre outras atividades previstas com os alunos estão visita a um imóvel tombado, pesquisas, cobertura fotográfica e produção de um audiovisual. Mais informações sobre a Unijorge no site www.unijorge.edu.br. Sobre UNEB nowww.uneb.br. E do IPAC www.ipac.ba.gov.br, podendo ainda acessar o Facebook ‘Ipacba Patrimônio’ e o Twitter ‘@ipac_ba’.
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Crédito obrigatório: Elias Mascarenhas e José Carlos Almeida
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Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 9110.5099, 9922.1743
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Texto-base: Anderson Oliveira (estagiário de jornalismo)
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