10/10/2016
O artista plástico polonês Frans Krajcberg, de 95 anos, radicado na Bahia, desde 1972, é destaque na 32ª Bienal de São Paulo e em uma exposição em Paris. A sua floresta de esculturas de madeira na Bienal está chamando a atenção dos visitantes e ganhou o noticiário do Jornal Nacional, da Rede Globo, do El País Brasil e da Folha de São Paulo, dentre outras publicações.
A exposição acontece até 12 de dezembro no Pavilhão Ciccilo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, na capital paulista. Sob o título ‘Incerteza viva’, a Bienal traz um reflexo de 81 artistas ou coletivos sobre as atuais condições da vida e as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas.
Uma exposição das fotografias de Krajcberg também será aberta nesta quarta no Museu do Homem, em Paris, e fica em cartaz até setembro de 2017, com visitas guiadas e mesa redonda sobre o artista. "Com minha obra, exprimo a consciência revoltada do planeta", disse Krajcberg em uma entrevista para o Itaú Cultural.
Ele viajou várias vezes para a Amazônia e Mato Grosso, fotografando desmatamentos e queimadas. Dessas viagens, retornou com troncos e raízes calcinados, que utilizou em suas esculturas. “Krajcberg é consagrado como Melhor Escultor do Mundo pelo Prêmio Enku do Japão e a Medalha Vermeil de Paris, França, além do seu respeitado trabalho como ativista ambiental”, ressalta o diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), João Carlos de Oliveira.
PARQUE-SÍTIO - Krajcberg mora desde 1972, em Nova Viçosa, no sul da Bahia e a 911 km de Salvador. “O espaço detém área de 1,2 km², com remanescentes de Mata Atlântica e do ecossistema de manguezais”, explica o diretor do IPAC.
Dentre as árvores, cerca de 10 mil mudas de espécies nativas foram plantadas pelo artista. Na sede do sítio, estão dois pavilhões, projetados pelo arquiteto Jaime Cupertino, que abrigam mais de trezentas obras do artista.
O curador, crítico de arte e doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Agnaldo Farias, explica que Krajcberg ganhou projeção internacional com suas esculturas de madeira calcinadas nos anos 1970. "O trabalho desse artista tem uma dimensão ética que vai além da arte: está ligado ao mundo sem ser panfletário e literal", explica o especialista. Mais informações sobre as ações do IPAC, acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, instagram ‘@ipac.patrimônio’ e twitter ‘@ipac_ba’.
Crédito Fotográfico obrigatório - Lei nº 9610/98: Elias Mascarenhas
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 10.10.2016
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 99110-5099
Edição: Marco Cerqueira (coordenador de jornalismo - DRT-BA nº 1851)
(71) 3117-6490, 3116-6673, 98234-9940
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A exposição acontece até 12 de dezembro no Pavilhão Ciccilo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, na capital paulista. Sob o título ‘Incerteza viva’, a Bienal traz um reflexo de 81 artistas ou coletivos sobre as atuais condições da vida e as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas.
Uma exposição das fotografias de Krajcberg também será aberta nesta quarta no Museu do Homem, em Paris, e fica em cartaz até setembro de 2017, com visitas guiadas e mesa redonda sobre o artista. "Com minha obra, exprimo a consciência revoltada do planeta", disse Krajcberg em uma entrevista para o Itaú Cultural.
Ele viajou várias vezes para a Amazônia e Mato Grosso, fotografando desmatamentos e queimadas. Dessas viagens, retornou com troncos e raízes calcinados, que utilizou em suas esculturas. “Krajcberg é consagrado como Melhor Escultor do Mundo pelo Prêmio Enku do Japão e a Medalha Vermeil de Paris, França, além do seu respeitado trabalho como ativista ambiental”, ressalta o diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), João Carlos de Oliveira.
PARQUE-SÍTIO - Krajcberg mora desde 1972, em Nova Viçosa, no sul da Bahia e a 911 km de Salvador. “O espaço detém área de 1,2 km², com remanescentes de Mata Atlântica e do ecossistema de manguezais”, explica o diretor do IPAC.
Dentre as árvores, cerca de 10 mil mudas de espécies nativas foram plantadas pelo artista. Na sede do sítio, estão dois pavilhões, projetados pelo arquiteto Jaime Cupertino, que abrigam mais de trezentas obras do artista.
O curador, crítico de arte e doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Agnaldo Farias, explica que Krajcberg ganhou projeção internacional com suas esculturas de madeira calcinadas nos anos 1970. "O trabalho desse artista tem uma dimensão ética que vai além da arte: está ligado ao mundo sem ser panfletário e literal", explica o especialista. Mais informações sobre as ações do IPAC, acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, instagram ‘@ipac.patrimônio’ e twitter ‘@ipac_ba’.
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