30/04/2015
Educadora e musicóloga conversou com a diretora Fernanda Tourinho sobre
ação do projeto de Dinamização de Espaços Públicos desenvolvido pela Funceb e IPAC
A educadora e musicóloga Lydia Hortélio visitou a Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB, na manhã desta terça (28.4), e conversou com a diretora Fernanda Tourinho, sobre a ação que desenvolverá no projeto de Dinamização de Espaços Públicos, realizado pela instituição em parceria com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia – IPAC. Lydia vai expor sua coleção de brinquedos de várias partes do Brasil e exibir uma fração de suas pesquisas. A iniciativa poderá ser conferida pelo público em junho, quando começa a “ocupação” de equipamentos de Salvador (como o Museu de Arte da Bahia – MAB e o Passeio Público) e do interior do estado, com atrações de várias linguagens, como exposições artísticas e performances de dança, música, teatro, circo, cinema e vídeo.
Baiana de Serrinha, Lydia Hortélio é renomada nacionalmente por sua intensa contribuição na área de educação e música, como pesquisadora, consultora, mentora de oficinas e cursos como A Arte do Brincante. Há mais de 20 anos ela desenvolve projetos com o pernambucano Antonio Nóbrega. “As crianças podem crescer a partir de sua própria cultura”, argumenta a pesquisadora, que somente em sua cidade natal colheu 600 canções infantis, registrando 132 delas em um CD. Lydia também é criadora da ONG Casa das Cinco Pedrinhas, que valoriza o aspecto lúdico na vida das crianças.
Para Fernanda Tourinho esta primeira ação conjunta é uma “pílula” do que pode surgir do diálogo com a estudiosa: “Eu estou convidando Lydia para começar a conversar sobre a Casa da Cultura Infantil, um espaço que poderá viabilizar a recepção de público infantil e adulto e de pessoas interessadas em qualificação a partir de cursos, palestras e eventos voltados para educadores e artistas que trabalhem com a linguagem infantil”.
Também presente na reunião desta terça, Marle de Oliveira Macedo, diretora do Centro de Formação em Artes (CFA), considerou que “todo este grande material, fruto das pesquisas de Lydia Hortélio, merece um espaço físico, para que as pessoas possam apreciar de forma adequada”. A ideia de um espaço aglutinador de educadores, que sirva de modelo para a Bahia, é avaliada pela diretora da Funceb como uma possível contribuição para o programa estadual Educar Para Transformar, desenvolvido pelo governador Rui Costa.
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Assessoria de Comunicação
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