29/11/2016
Apesar de ser considerado por pesquisadores como um dos ‘fundadores da antropologia brasileira’, o baiano Manuel Querino (1851—1923) ainda é desconhecido da maior parte das pessoas na Bahia. “Além de líder abolicionista, pintor, antropólogo, jornalista e historiador, Manuel Querino, foi a primeira pessoa que pesquisou, sistematizou e divulgou a cozinha baiana como elemento de construção da identidade nacional”, afirma o pesquisador e chef Alicio Charot. Ele faz palestra sobre ‘Comida: Corpo Social Identitário’, amanhã (30), às 14h, no Centro de Documentação e Memória (Cedom - Rua Gregório de Mattos, nº29) do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), no Pelourinho.
“A palestra vai discorrer sobre a importância da cozinha da Bahia como símbolo identitário e de pertencimento”, afirma Charot, que vem se dedicando a trabalhos focados na área de gastronomia como veículo de inserção social, e também, à pesquisa da culinária baiana. Uma das suas especialidades é o ‘Paterê’ (tiras de frango, manga verde, verduras e gengibre).
Segundo ele, todas as pessoas que trabalham, estudam e ensinam gastronomia na Bahia, deveriam conhecer o trabalho de Querino. O mestre lançou vários títulos ainda vivo. O único livro post-mortem foi justamente o título ‘A arte culinária na Bahia’, de 1928, considerado uma joia inaugural da bibliografia sobre as iguarias baianas, que incluem influências europeias, indígenas e africanas.
“Também falarei sobre gastronomia afro-baiana contemporânea e e seu diálogo com a culinária orgânica”, disse o chef, que é formado em Cozinha pelo Senac Águas de São Pedro, São Paulo (1984). Com mais de 30 anos de experiência e uma cozinha autoral, Alicio faz parte de geração que valoriza a cultura brasileira, trazendo o elemento identitário para a culinária.
Há cerca de um mês, esteve na cidade do México, participando do Primer Encuentro Global de Cocina Tradicional, com palestra sobre a cozinha das comunidades quilombolas. Restaurantes na Espanha, Portugal e Brasil (Maria Matamouro, no Pelourinho), foram montados por ele (http://charothalicio.wixsite.com/cozinha-nomade e facebook El Cocinero Loko).
BIBLIOTECA – O Cedom/IPAC dispõe de sete mil documentos, dentre livros, periódicos, revistas, fotos, projetos e cadastros arquitetônicos, plantas, mapas, croquis e levantamentos produzidos entre 1969 e 2007. Acervo com 130 mil fotos, filmes, fitas cassetes, fotogramas, slides, reproduções antigas e álbuns também são encontrados no local.
No Cedom fica ainda a Biblioteca Manuel Querino (um dos temas da palestra do chef e pesquisador Alicio Charot), com atendimento de segunda-feira a sexta–feira, das 8h às 12h e de 13h às 17h. Acesse as publicações do IPAC: http://goo.gl/kGyeL1. Conheça a biblioteca: http://goo.gl/puvVSt. Mais informações: (71) 3116-6945 e coad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, facebook 'Ipacba Patrimônio', twitter '@ipac_ba' e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Serviço:
O quê: Palestra ‘Comida: Corpo Social Identitário’, pelo chef e pesquisador Alicio Charot.
Onde: Centro de Documentação e Memória do IPAC, Rua Gregório de Mattos, 29, Pelourinho
Quando: Dia 30 de Novembro de 2016
Horário: 14h
Foto em ALTA resolução em anexo.
Foto: Fernando Barbosa Crédito Fotográfico obrigatório - Lei nº 9610/98
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 29.11.2016
(71) 3117-6490, 3116-6673, 99110-5099
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº1851)
(71) 98234-9940
Texto-base: Susana Hamilton (COAD/IPAC)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba – Instagram: @ipac.patrimonio
“A palestra vai discorrer sobre a importância da cozinha da Bahia como símbolo identitário e de pertencimento”, afirma Charot, que vem se dedicando a trabalhos focados na área de gastronomia como veículo de inserção social, e também, à pesquisa da culinária baiana. Uma das suas especialidades é o ‘Paterê’ (tiras de frango, manga verde, verduras e gengibre).
Segundo ele, todas as pessoas que trabalham, estudam e ensinam gastronomia na Bahia, deveriam conhecer o trabalho de Querino. O mestre lançou vários títulos ainda vivo. O único livro post-mortem foi justamente o título ‘A arte culinária na Bahia’, de 1928, considerado uma joia inaugural da bibliografia sobre as iguarias baianas, que incluem influências europeias, indígenas e africanas.
“Também falarei sobre gastronomia afro-baiana contemporânea e e seu diálogo com a culinária orgânica”, disse o chef, que é formado em Cozinha pelo Senac Águas de São Pedro, São Paulo (1984). Com mais de 30 anos de experiência e uma cozinha autoral, Alicio faz parte de geração que valoriza a cultura brasileira, trazendo o elemento identitário para a culinária.
Há cerca de um mês, esteve na cidade do México, participando do Primer Encuentro Global de Cocina Tradicional, com palestra sobre a cozinha das comunidades quilombolas. Restaurantes na Espanha, Portugal e Brasil (Maria Matamouro, no Pelourinho), foram montados por ele (http://charothalicio.wixsite.
BIBLIOTECA – O Cedom/IPAC dispõe de sete mil documentos, dentre livros, periódicos, revistas, fotos, projetos e cadastros arquitetônicos, plantas, mapas, croquis e levantamentos produzidos entre 1969 e 2007. Acervo com 130 mil fotos, filmes, fitas cassetes, fotogramas, slides, reproduções antigas e álbuns também são encontrados no local.
No Cedom fica ainda a Biblioteca Manuel Querino (um dos temas da palestra do chef e pesquisador Alicio Charot), com atendimento de segunda-feira a sexta–feira, das 8h às 12h e de 13h às 17h. Acesse as publicações do IPAC: http://goo.gl/kGyeL1. Conheça a biblioteca: http://goo.gl/puvVSt. Mais informações: (71) 3116-6945 e coad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, facebook 'Ipacba Patrimônio', twitter '@ipac_ba' e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Serviço:
O quê: Palestra ‘Comida: Corpo Social Identitário’, pelo chef e pesquisador Alicio Charot.
Onde: Centro de Documentação e Memória do IPAC, Rua Gregório de Mattos, 29, Pelourinho
Quando: Dia 30 de Novembro de 2016
Horário: 14h
Foto em ALTA resolução em anexo.
Foto: Fernando Barbosa Crédito Fotográfico obrigatório - Lei nº 9610/98
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 29.11.2016
(71) 3117-6490, 3116-6673, 99110-5099
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº1851)
(71) 98234-9940
Texto-base: Susana Hamilton (COAD/IPAC)
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba – Instagram: @ipac.patrimonio