27/05/2013
Na próxima quarta (29), das 9h às 17h, será promovido, no Memorial Kisimbiê, o primeiro encontro para a criação de uma rede de memoriais de terreiros de candomblé. O evento é organizado pelo espaço museológico com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), unidades da Secretaria de Cultura do Estado (Secult/BA). O Memorial fica situado no Terreiro Mokambo, na Rua Heide Carneiro, nº 89, Vila Dois de Julho, Paralela. A atividade é gratuita.
Entendendo que a memória preservada nos terreiros de candomblé deve ser socializada com a comunidade e colocada à disposição de todos, o encontro e a formação de uma rede têm o intuito de dar visibilidade à contribuição das religiões de matriz africana para a formação étnica e cultural do povo brasileiro. As entidades envolvidas também defendem que tais práticas contribuem para a aplicação das leis 10.639/03 e 11.645/08, que tornam obrigatória a inclusão da temática História e Cultura Afro-Brasileira no currículo oficial da rede de ensino, e para suprir a sociedade de informações fundamentais para a diminuição do preconceito.
O taata do Terreiro Mokambo, Anselmo Santos Minatojy, explica que a intenção é criar uma rede que integre memoriais espalhados pela Bahia, tendo como etapa inicial a articulação entre os espaços da capital. Fundado em 2011, o Memorial Kisimbiê é um deles. O equipamento cultural é constituído de um acervo documental, arquivístico e museológico de excepcional valor cultural e histórico que evidencia a ancestralidade do Terreiro Mokambo ao tempo em que contempla e dá visibilidade a trajetória dos povos de tradição Bantu em nosso país. Até maio de 2012, A Diretoria de Museus mapeou oito museus e memoriais presentes em terreiros de Salvador, Ilhéus, Lauro de Freitas e Alagoinhas.
Editais – no ano passado, o projeto “Acessibilidade comunicacional para o Memorial Mãe Menininha do Gantois” foi contemplado pelo edital 09/2012 Setorial de Museus, uma realização da DIMUS com recursos do Fundo de Cultura da Bahia. Com o intuito de aprimorar a comunicação e difusão junto ao público e capacitar o espaço para receber turistas que estarão na cidade por conta da Copa de 2014, a proposta prevê a criação de uma programação visual, placas de sinalização e criação de um folder institucional com informações sobre o acervo e a história do memorial e do Terreiro do Gantois, um dos mais antigos e tradicionais terreiros de Candomblé da Bahia.
Museu Ilê Ohum Lailai – testemunha da evolução do candomblé no Brasil através do registro de uma das suas principais casas de culto, o Ilê Axé Opô Afonjá, o Museu Ilê Ohum Lailai conta com um acervo composto por mais de 750 peças, entre insígnias dos Orixás, utensílios usados no preparo das oferendas aos Orixás, plantas litúrgicas e terapêuticas, instrumentos musicais e documentos do Ilê Axé Opô Afonjá, além dos objetos de culto das Iyalorixás da casa, em especial, de Mãe Stella. Em 2011, com o apoio da DIMUS, o museu passou por uma reforma que incluiu readequação do espaço físico, concepção de um novo projeto expográfico, higienização e restauro.
Confira mais detalhes sobre a programação do evento que será realizado na quarta:
Programação
9h às 11h – Acolhimento e apresentação dos memoriais e museus existentes nos Terreiros de Candomblé participantes do encontro
11h às 12h – Fala de representante da DIMUS sobre o tema “O conceito de Memorial e a importância de manter um núcleo de Memória nos Terreiros de Candomblé”
12h às 14h – intervalo para almoço
14h às 15h – Fala de representante do CCPI
15h às 17h – Troca de experiências e informações entre os participantes e proposição de um novo encontro, com a participação de terreiros que pretendem dispor de um memorial ou museu em suas instalações.
Serviço:
O que: I Encontro da Rede de Memoriais de Terreiros de Candomblé
Quando: 29 de maio (quarta), das 9h às 17h.
Onde: Memorial Kisimbiê – Terreiro Mokambo – Rua Heide Carneiro, nº 89, Vila Dois de Julho, Paralela. Tel: (71) 3360-6668/3462.
Gratuito
ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO DIMUS
TESS CHAMUSCA
(71) 3117-6445 | 8801-6162
tesschamusca.dimus@gmail.com
ascom.dimus@gmail.com
www.dimusbahia.wordpress.com
Entendendo que a memória preservada nos terreiros de candomblé deve ser socializada com a comunidade e colocada à disposição de todos, o encontro e a formação de uma rede têm o intuito de dar visibilidade à contribuição das religiões de matriz africana para a formação étnica e cultural do povo brasileiro. As entidades envolvidas também defendem que tais práticas contribuem para a aplicação das leis 10.639/03 e 11.645/08, que tornam obrigatória a inclusão da temática História e Cultura Afro-Brasileira no currículo oficial da rede de ensino, e para suprir a sociedade de informações fundamentais para a diminuição do preconceito.
O taata do Terreiro Mokambo, Anselmo Santos Minatojy, explica que a intenção é criar uma rede que integre memoriais espalhados pela Bahia, tendo como etapa inicial a articulação entre os espaços da capital. Fundado em 2011, o Memorial Kisimbiê é um deles. O equipamento cultural é constituído de um acervo documental, arquivístico e museológico de excepcional valor cultural e histórico que evidencia a ancestralidade do Terreiro Mokambo ao tempo em que contempla e dá visibilidade a trajetória dos povos de tradição Bantu em nosso país. Até maio de 2012, A Diretoria de Museus mapeou oito museus e memoriais presentes em terreiros de Salvador, Ilhéus, Lauro de Freitas e Alagoinhas.
Editais – no ano passado, o projeto “Acessibilidade comunicacional para o Memorial Mãe Menininha do Gantois” foi contemplado pelo edital 09/2012 Setorial de Museus, uma realização da DIMUS com recursos do Fundo de Cultura da Bahia. Com o intuito de aprimorar a comunicação e difusão junto ao público e capacitar o espaço para receber turistas que estarão na cidade por conta da Copa de 2014, a proposta prevê a criação de uma programação visual, placas de sinalização e criação de um folder institucional com informações sobre o acervo e a história do memorial e do Terreiro do Gantois, um dos mais antigos e tradicionais terreiros de Candomblé da Bahia.
Museu Ilê Ohum Lailai – testemunha da evolução do candomblé no Brasil através do registro de uma das suas principais casas de culto, o Ilê Axé Opô Afonjá, o Museu Ilê Ohum Lailai conta com um acervo composto por mais de 750 peças, entre insígnias dos Orixás, utensílios usados no preparo das oferendas aos Orixás, plantas litúrgicas e terapêuticas, instrumentos musicais e documentos do Ilê Axé Opô Afonjá, além dos objetos de culto das Iyalorixás da casa, em especial, de Mãe Stella. Em 2011, com o apoio da DIMUS, o museu passou por uma reforma que incluiu readequação do espaço físico, concepção de um novo projeto expográfico, higienização e restauro.
Confira mais detalhes sobre a programação do evento que será realizado na quarta:
Programação
9h às 11h – Acolhimento e apresentação dos memoriais e museus existentes nos Terreiros de Candomblé participantes do encontro
11h às 12h – Fala de representante da DIMUS sobre o tema “O conceito de Memorial e a importância de manter um núcleo de Memória nos Terreiros de Candomblé”
12h às 14h – intervalo para almoço
14h às 15h – Fala de representante do CCPI
15h às 17h – Troca de experiências e informações entre os participantes e proposição de um novo encontro, com a participação de terreiros que pretendem dispor de um memorial ou museu em suas instalações.
Serviço:
O que: I Encontro da Rede de Memoriais de Terreiros de Candomblé
Quando: 29 de maio (quarta), das 9h às 17h.
Onde: Memorial Kisimbiê – Terreiro Mokambo – Rua Heide Carneiro, nº 89, Vila Dois de Julho, Paralela. Tel: (71) 3360-6668/3462.
Gratuito
ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO DIMUS
TESS CHAMUSCA
(71) 3117-6445 | 8801-6162
tesschamusca.dimus@gmail.com
ascom.dimus@gmail.com
www.dimusbahia.wordpress.com