15/04/2015
O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) está preparando uma nova edição do livro sobre a Festa Bembé, que deve ser lançado entre os dias 13 e 17 de maio no município de Santo Amaro (a 78 km de Salvador). O livro aborda o evento cultural `Bembé do Mercado´, narrando a história dos festejos ao longo de 160 páginas com mais de 170 imagens entre fotografias, mapas e infográficos. A festa surgiu há 126 anos, quando os escravos da região foram às ruas comemorar a abolição da escravatura.
De acordo com o diretor geral do IPAC, arquiteto João Carlos, a publicação é acompanhada por um vídeodocumentário de 52’ (cinquenta e dois minutos) com depoimentos de participantes e organizadores da festa. “Essa manifestação religiosa começa a ser celebrada em 1889, quando um grupo de praticantes de religiões de matriz africana, comunidades de pescadores e comerciantes de Santo Amaro reuniram-se para comemorar o fim da escravidão”, relata o diretor do IPAC.
Conhecida ainda como ‘Festa de Preto’ ou ‘Candomblé da Liberdade’, a celebração conta hoje com terreiros de candomblé da região. São três dias com o ápice na entrega do presente à Yemanjá, na orla marítima do município.
MULTIDISCIPLINAR – O reconhecimento do Bembé como Bem Imaterial foi solicitado ao IPAC pelo Terreiro de Ilê Axé Oju Onirê, em 2009. Seguiram-se pesquisas bibliográficas, entrevistas e coletas de documentos com equipe multidisciplinar de sociólogos, historiadores, fotógrafos e outros técnicos do IPAC. Em novembro de 2012, foi publicado o decreto nº 14.129 no Diário Oficial tornando o Bembé um Patrimônio Imaterial baiano.
“O Bembé possui enorme significado p para as populações afrodescendentes, pois através dele, elas conquistaram espaço e legitimidade”, destaca Roberto Pellegrino, gerente de Patrimônio Imaterial do IPAC.
Vinculado à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), o IPAC desenvolve políticas de proteção aos bens culturais imateriais, onde está inserida a difusão do conhecimento técnico, através da publicação de livros, dentre outras ações. A coleção de livros do IPAC aborda patrimônios intangíveis, como Festa da Boa Morte, Carnaval de Maragojipe, Desfile de Afoxés, Festa de Santa Bárbara e Ofício de Vaqueiros. Os volumes são acessados através do site www.ipac.ba.gov.br, na ‘aba’ ‘Downloads’ e no item ‘Cadernos’. Ou clique no link: http://migre.me/pt99z.
Mais informações sobre registro de bens culturais imateriais do Estado são obtidas na Gerência de Patrimônio Imaterial (Geima) do IPAC, via telefone (71) 3116-6741 e e-mailgeima.ipac@ipac.ba.gov.br. Outros dados sobre o IPAC no site www.ipac.ba.gov.br, Facebook Ipacba Patrimônio e Twitter @ipac_ba.
Fotos em BAIXA resolução em ANEXAS.
Fotos em ALTA resolução no LINK do Flickr: https://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157651949711485/
Crédito Fotográfico obrigatório - Lei nº 9610/98: Elias Mascarenhas
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 15.04.2015
Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 8731-2641, 9922-1743
Texto-base: Victor Lahiri (estagiário de jornalismo)
Edição: Silvana Malta (coordenadora de jornalismo - DRT-BA nº 1907)
(71) 3117-6490, 3116-6673, 9663-8438
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio
Twitter: @ipac_ba
De acordo com o diretor geral do IPAC, arquiteto João Carlos, a publicação é acompanhada por um vídeodocumentário de 52’ (cinquenta e dois minutos) com depoimentos de participantes e organizadores da festa. “Essa manifestação religiosa começa a ser celebrada em 1889, quando um grupo de praticantes de religiões de matriz africana, comunidades de pescadores e comerciantes de Santo Amaro reuniram-se para comemorar o fim da escravidão”, relata o diretor do IPAC.
Conhecida ainda como ‘Festa de Preto’ ou ‘Candomblé da Liberdade’, a celebração conta hoje com terreiros de candomblé da região. São três dias com o ápice na entrega do presente à Yemanjá, na orla marítima do município.
MULTIDISCIPLINAR – O reconhecimento do Bembé como Bem Imaterial foi solicitado ao IPAC pelo Terreiro de Ilê Axé Oju Onirê, em 2009. Seguiram-se pesquisas bibliográficas, entrevistas e coletas de documentos com equipe multidisciplinar de sociólogos, historiadores, fotógrafos e outros técnicos do IPAC. Em novembro de 2012, foi publicado o decreto nº 14.129 no Diário Oficial tornando o Bembé um Patrimônio Imaterial baiano.
“O Bembé possui enorme significado p para as populações afrodescendentes, pois através dele, elas conquistaram espaço e legitimidade”, destaca Roberto Pellegrino, gerente de Patrimônio Imaterial do IPAC.
Vinculado à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), o IPAC desenvolve políticas de proteção aos bens culturais imateriais, onde está inserida a difusão do conhecimento técnico, através da publicação de livros, dentre outras ações. A coleção de livros do IPAC aborda patrimônios intangíveis, como Festa da Boa Morte, Carnaval de Maragojipe, Desfile de Afoxés, Festa de Santa Bárbara e Ofício de Vaqueiros. Os volumes são acessados através do site www.ipac.ba.gov.br, na ‘aba’ ‘Downloads’ e no item ‘Cadernos’. Ou clique no link: http://migre.me/pt99z.
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