16/05/2017
O coletivo Arte Marginal Salvador realiza, nos dias 19 e 20 de maio, na comunidade de Castelo Branco e no Largo do Tanque, às 16 horas, atividades que promovem debate e reúnem as mais diversas expressões artísticas.
Trata-se do “Renascer das Artes: o Museu é a Rua”, projeto de artes integradas que alude ao Templo das Musas, lugar onde as divindades femininas encenavam, recitavam e cantavam as memórias para que a história não se perdesse. A afirmação de que o museu é a rua diz muito sobre memórias que, embora silenciadas pelas relações de poder, são evocadas nos mais variados traços da cidade e de seus sujeitos.
Idealizado pelo poeta Fabricio Britto e pela museóloga Manuela Ribeiro, o projeto “Renascer das Artes: o Museu é a Rua” vai discutir “o indizível nas artes de rua”, tema baseado na proposta da 15ª Semana de Museus, tendo como participantes da mesa: a poetisa Chirley Pereira, a museóloga Melissa Santos, o performer Diego Pereira e a jornalista Mia Lopes, que será a mediadora do debate.
A primeira atividade acontece em Castelo Branco, na Praça da Rua P, onde haverá oficina de criação e confecção de bonecas a partir de garrafas-pet e exibição audiovisual de duas exposições realizadas a céu aberto, promovidas pelo coletivo Arte Marginal Salvador, em prol da memória de Maria Felipa. Já a segunda atividade, ocorrerá na Praça Luís Gama, localizada no Largo do Tanque, onde contará com o mencionado debate, além da apresentação poética e musical do grupo de arte popular A Pombagem.
1ª atividade:
Local: Praça da Rua P, Castelo Branco
Data: 19 de maio às 16 hs
2ª atividade:
Local: Praça Luís Gama, Largo do Tanque
Data: 20 de maio às 16 hs
Projeto: Renascer das Artes: o Museu é a Rua
Realizador: Arte Marginal Salvador
Apoio: DIMUS e IPAC
Trata-se do “Renascer das Artes: o Museu é a Rua”, projeto de artes integradas que alude ao Templo das Musas, lugar onde as divindades femininas encenavam, recitavam e cantavam as memórias para que a história não se perdesse. A afirmação de que o museu é a rua diz muito sobre memórias que, embora silenciadas pelas relações de poder, são evocadas nos mais variados traços da cidade e de seus sujeitos.
Idealizado pelo poeta Fabricio Britto e pela museóloga Manuela Ribeiro, o projeto “Renascer das Artes: o Museu é a Rua” vai discutir “o indizível nas artes de rua”, tema baseado na proposta da 15ª Semana de Museus, tendo como participantes da mesa: a poetisa Chirley Pereira, a museóloga Melissa Santos, o performer Diego Pereira e a jornalista Mia Lopes, que será a mediadora do debate.
A primeira atividade acontece em Castelo Branco, na Praça da Rua P, onde haverá oficina de criação e confecção de bonecas a partir de garrafas-pet e exibição audiovisual de duas exposições realizadas a céu aberto, promovidas pelo coletivo Arte Marginal Salvador, em prol da memória de Maria Felipa. Já a segunda atividade, ocorrerá na Praça Luís Gama, localizada no Largo do Tanque, onde contará com o mencionado debate, além da apresentação poética e musical do grupo de arte popular A Pombagem.
1ª atividade:
Local: Praça da Rua P, Castelo Branco
Data: 19 de maio às 16 hs
2ª atividade:
Local: Praça Luís Gama, Largo do Tanque
Data: 20 de maio às 16 hs
Projeto: Renascer das Artes: o Museu é a Rua
Realizador: Arte Marginal Salvador
Apoio: DIMUS e IPAC