Licitação pública para obras emergenciais no Passeio Público, em Salvador, lançamento do livro ‘Festa do Bembé do Mercado’, em Santo Amaro, próximo dia 13 de maio, e novo livro sobre candomblés de Cachoeira e São Félix a ser lançado em junho (2015), foram alguns dos destaques do TVE Revista de hoje (23).
O diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), João Carlos, foi entrevistado pela apresentadora da TV Educativa, Pâmela Lucciola, nos estúdios do Instituto de Radiodifusão do Estado da Bahia (Irdeb). O IPAC é responsável pelas obras do Passeio Público que já devem ser iniciadas em maio, e as publicações sobre bens culturais materiais e imateriais, como o Bembé e os terreiros de candomblé.
PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA – “No Passeio Público estamos investindo R$ 240 mil para intervenções emergenciais, como conserto do mobiliário fixo, pintura, paisagismo e iluminação”, relatou João Carlos. Outra medida é a parceria com o Comando da Polícia Militar da Bahia – cuja sede no Quartel dos Aflitos fica ao lado do Passeio – para garantir a segurança pública no local. “É fundamental que as pessoas se sintam seguras ao frequentar um espaço que é da comunidade, da população”, ressalta o diretor do IPAC.
A apresentadora Pâmela Lucciola perguntou ainda sobre o Projeto de Dinamização Artística de espaços culturais do IPAC. “Essa iniciativa acontece graças à parceria com a Fundação Cultural do Estado. Ações expositivas, dança, teatro e música serão atrações em espaços que não estavam sendo utilizados”, esclarece o gestor do IPAC. Passeio Público, seu vizinho Palácio da Aclamação e o Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, serão os primeiros espaços do IPAC a receberem o projeto, que começa em junho.
Quanto ao livro ‘Festa do Bembé do Mercado’, é narrada a história dos festejos que acontecem em maio no município de Santo Amaro, no Recôncavo baiano. São 160 páginas com mais de 170 imagens entre fotografias, mapas e infográficos. A festa surgiu há 126 anos, quando os escravos da região foram às ruas comemorar um ano da abolição da escravatura.
A publicação é acompanhada por um vídeodocumentário de 52’ (cinquenta e dois minutos) com depoimentos de participantes. “Essa manifestação religiosa começa a ser celebrada em 1889, quando um grupo de praticantes de religiões de matriz africana, comunidades de pescadores e comerciantes de Santo Amaro reuniram-se para comemorar o fim da escravidão”, relata o diretor do IPAC.
Já o livro sobre 10 terreiros de Cachoeira e São Félix registrados pelo IPAC como Patrimônios Culturais da Bahia, será lançado em 25 de junho. Nesta data o governador faz a transferência da administração para Cachoeira, iniciando os festejos das lutas pela Independência da Bahia que culminam com o Cortejo 2 de Julho, em Salvador, manifestação popular iguamente registrada pelo IPAC como Bem Cultural Intangível.
Para acessar a entrevista na íntegra do diretor do IPAC na TVE clique no link http://mdclipweb.midiaclip.
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