08/04/2014
“Para mim, é uma honra participar da 3ª Bienal da Bahia; muita gente já quis fazer esse formato de bienal, com essas reflexões propostas pelos curadores, mas não conseguiram; é bom que se esteja conseguindo agora aqui na Bahia, e fazer parte disso é um motivo de muito orgulho”. Com essas palavras o fotógrafo, videoartista e químico, Eustáquio Neves, sintetiza a 3ª Bienal que resgata as bienais baianas de 1966 e 1968, esta última interrompida pela ditadura militar e civil, que fechou o evento, confiscou obras de arte e prendeu artistas participantes.
Eustáquio Neves é um dos artistas residentes da 3ª Bienal em 2014. Ele tem reconhecimento internacional com exposições em Tóquio (Japão), Stuttgart (Alemanha), Dakar (Senegal), Lagos (Nigéria), Madri (Espanha), Nova York (Estados Unidos) e Londres (Inglaterra). Holanda e Moçambique, além de capitais brasileiras também já receberam os seus trabalhos. Nos últimos três anos, ele desenvolve técnicas multidisciplinares, manipulando negativos e cópias de fotos, que incluem as mídias eletrônicas, sequências e movimento.
O fotógrafo mineiro integra o primeiro grupo de convidados da 3ª Bienal para realizar residências artísticas, incluindo artistas do Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Pernambuco, Portugal, Porto Rico, Congo e Líbano. A abertura da 3ª Bienal ocorrerá em 29 de maio com programação que inclui 100 dias de ações e termina em 7 de setembro, em Salvador e em mais 10 municípios baianos.
A iniciativa de trazer os artistas para a Bahia tem patrocínio do Governo do Estado, via Secretaria de Cultura (SecultBA), através de convênio entre o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) e a Fundação Hansen Bahia. Os artistas residentes ficam hospedados na sede do Instituto Sacatar (www.sacatar.com.br), na Ilha de Itaparica, Baía de Todos os Santos, realizando pesquisas, estudos para os experimentos artísticos e produção de ações/obras para a 3ª Bienal. O Sacatar é membro da Res Artis, the worldwide network of artist residencies (www.resartis.org), e da Alliance of Artists Communities(www.artistcommunities.org).
CANDOMBLÉ APREENDIDO – Eustáquio Neves explica que sua pesquisa na 3ª Bienal manterá um conceito que ele segue há alguns anos. “Trabalho com o resgate da memória, principalmente, a ligada ao universo das minhas origens, do negro”, diz. No momento ele está em busca de arquivos e documentos antigos. “Aqui em Salvador estou pesquisando especificamente a apreensão de alguns objetos rituais do candomblé; isso deverá ser o mote do meu trabalho final”, adianta o artista.
A 3ª Bienal da Bahia é uma iniciativa do Estado da Bahia, através da SecultBA e convênio entre Hansen e IPAC. A coordenação é do Museu de Arte Moderna (MAM). Informações no sitewww.bienaldabahia2014.com.br. Publicações estão disponíveis na plataforma www.issuu.com/bienaldabahia. Acesse e ‘curta’ a fanpage do Facebook: ‘Bienal da Bahia’.
Em 08.04.2014
Assessoria de Imprensa da 3ª Bienal da Bahia 2014
José Antônio Moreno – Companhia de Comunicação
antoniomoreno19@gmail.com
(71) 8892-1119
Coordenação de Comunicação Institucional - 3ª Bienal da Bahia 2014
Geraldo Moniz de Aragão (drt-ba nº 1498)
geraldomoniz.ipac@gmail.com
(71) 8731-2641, 9922-1743, 9110-5099
Texto-base: Blenda Tourinho
(71) 3117-6490, 3116-6673, 8371-0304
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
www.ipac.ba.gov.br
Facebook: Ipacba Patrimônio - Twitter: @ipac_ba
Eustáquio Neves é um dos artistas residentes da 3ª Bienal em 2014. Ele tem reconhecimento internacional com exposições em Tóquio (Japão), Stuttgart (Alemanha), Dakar (Senegal), Lagos (Nigéria), Madri (Espanha), Nova York (Estados Unidos) e Londres (Inglaterra). Holanda e Moçambique, além de capitais brasileiras também já receberam os seus trabalhos. Nos últimos três anos, ele desenvolve técnicas multidisciplinares, manipulando negativos e cópias de fotos, que incluem as mídias eletrônicas, sequências e movimento.
O fotógrafo mineiro integra o primeiro grupo de convidados da 3ª Bienal para realizar residências artísticas, incluindo artistas do Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Pernambuco, Portugal, Porto Rico, Congo e Líbano. A abertura da 3ª Bienal ocorrerá em 29 de maio com programação que inclui 100 dias de ações e termina em 7 de setembro, em Salvador e em mais 10 municípios baianos.
A iniciativa de trazer os artistas para a Bahia tem patrocínio do Governo do Estado, via Secretaria de Cultura (SecultBA), através de convênio entre o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) e a Fundação Hansen Bahia. Os artistas residentes ficam hospedados na sede do Instituto Sacatar (www.sacatar.com.br), na Ilha de Itaparica, Baía de Todos os Santos, realizando pesquisas, estudos para os experimentos artísticos e produção de ações/obras para a 3ª Bienal. O Sacatar é membro da Res Artis, the worldwide network of artist residencies (www.resartis.org), e da Alliance of Artists Communities(www.artistcommunities.org).
CANDOMBLÉ APREENDIDO – Eustáquio Neves explica que sua pesquisa na 3ª Bienal manterá um conceito que ele segue há alguns anos. “Trabalho com o resgate da memória, principalmente, a ligada ao universo das minhas origens, do negro”, diz. No momento ele está em busca de arquivos e documentos antigos. “Aqui em Salvador estou pesquisando especificamente a apreensão de alguns objetos rituais do candomblé; isso deverá ser o mote do meu trabalho final”, adianta o artista.
A 3ª Bienal da Bahia é uma iniciativa do Estado da Bahia, através da SecultBA e convênio entre Hansen e IPAC. A coordenação é do Museu de Arte Moderna (MAM). Informações no sitewww.bienaldabahia2014.com.br. Publicações estão disponíveis na plataforma www.issuu.com/bienaldabahia. Acesse e ‘curta’ a fanpage do Facebook: ‘Bienal da Bahia’.
Em 08.04.2014
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José Antônio Moreno – Companhia de Comunicação
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