26/07/2016
O Pelourinho sedia até amanhã (27), Oficina de Conservação de Bens Móveis ministrada pela restauradora e historiadora Tania Cafezeiro. A atividade é no Centro de Documentação e Memória (Cedom) do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), localizado na Rua Gregório de Mattos, nº29, Pelourinho. A ação começou hoje (26) com abordagem teórica, fatores de degradação do patrimônio, procedimentos para diagnóstico, cuidados de restauro e acondicionamentos. Amanhã, a prática estratégicas de higienização, conservação e processos curativos para diferentes tipos de materiais. Bens móveis são imagens, estátuas, mobiliário e peças de arte em geral.
Participam da ação, estudantes e profissionais de biblioteconomia, museologia, história e artes que contribuem com suas experiências e realidades distintas. “A oficina é extremamente importante, sobretudo para termos consciência patrimonial. A maioria dos danos causados a um acervo, em geral, é fruto de imperícia no manuseio de peças”, conta Tom França, que atua como historiador e técnico em conservação do Arquivo Público do Estado.
PRESERVAÇÃO – O objetivo do curso não é formar profissionais de restauro, mas contribuir para a consciência de preservação em diferentes áreas. Segundo Tânia Cafezeiro, não há formação acadêmica sobre conservação na Bahia e a oficina, oferecida pelo IPAC desde 2008, já visitou Cachoeira, São Félix, Morro de Chapéu, Lençóis, Palmeiras, Seabra, Wagner, Iraquara e chega pela primeira vez em Salvador. “É gratificante fazer parte dessa iniciativa que dialoga com nosso patrimônio.”, diz Tania. A oficina terá sequência nos meses de agosto e outubro com a mesma turma, mas podem ser formados novos grupos a depender da procura. “Isso não pode ser pontual, tem que estar acontecendo sempre porque a gente precisa dessa ferramenta de reciclagem”, comenta Tom.
A oficina integra programação de julho do ‘Calendário do Cedom/IPAC’. Para a coordenadora de educação patrimonial do Cedom, Daiana Sacramento, a atividade contribui para a formação de agentes que preservem a memória e identidade do patrimônio. “Isso dissemina o aprendizado e ajuda a entender a importância de preservar cada material”, comenta. A programação de julho também contou com apresentações do Balé Teatro Castro Alves e Orquestra Sinfônica da Bahia, além de oficina de Fotografia e palestras sobre Proteção do Acervo Cultural da Bahia, a história do 2 de Julho e Joalheria Escrava Baiana (26), com a arquiteta Ana Beatriz Simon Factum, das 14h às 17h. Todas as atividades são gratuitas. Mais informações: (71) 3116-6945 e endereço coad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 26.07.2016
(71) 98234-9940, 3117-6490, 3116-6673
ascom.ipac@ipac.ba.gov.br
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Participam da ação, estudantes e profissionais de biblioteconomia, museologia, história e artes que contribuem com suas experiências e realidades distintas. “A oficina é extremamente importante, sobretudo para termos consciência patrimonial. A maioria dos danos causados a um acervo, em geral, é fruto de imperícia no manuseio de peças”, conta Tom França, que atua como historiador e técnico em conservação do Arquivo Público do Estado.
PRESERVAÇÃO – O objetivo do curso não é formar profissionais de restauro, mas contribuir para a consciência de preservação em diferentes áreas. Segundo Tânia Cafezeiro, não há formação acadêmica sobre conservação na Bahia e a oficina, oferecida pelo IPAC desde 2008, já visitou Cachoeira, São Félix, Morro de Chapéu, Lençóis, Palmeiras, Seabra, Wagner, Iraquara e chega pela primeira vez em Salvador. “É gratificante fazer parte dessa iniciativa que dialoga com nosso patrimônio.”, diz Tania. A oficina terá sequência nos meses de agosto e outubro com a mesma turma, mas podem ser formados novos grupos a depender da procura. “Isso não pode ser pontual, tem que estar acontecendo sempre porque a gente precisa dessa ferramenta de reciclagem”, comenta Tom.
A oficina integra programação de julho do ‘Calendário do Cedom/IPAC’. Para a coordenadora de educação patrimonial do Cedom, Daiana Sacramento, a atividade contribui para a formação de agentes que preservem a memória e identidade do patrimônio. “Isso dissemina o aprendizado e ajuda a entender a importância de preservar cada material”, comenta. A programação de julho também contou com apresentações do Balé Teatro Castro Alves e Orquestra Sinfônica da Bahia, além de oficina de Fotografia e palestras sobre Proteção do Acervo Cultural da Bahia, a história do 2 de Julho e Joalheria Escrava Baiana (26), com a arquiteta Ana Beatriz Simon Factum, das 14h às 17h. Todas as atividades são gratuitas. Mais informações: (71) 3116-6945 e endereço coad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
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