07/11/2016
O Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) recebe uma programação diversificada nos dias 08 e 09 deste mês. Na terça (08/11), às 16h, acontece a abertura da exposição ‘Fotografias’ na Galeria II. A mostra é resultado das produções do ‘Curso de Fotografia’ ministrado pelo fotógrafo Jefferson Vieira e direcionada aos membros do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).
No dia 09/11 (quarta), às 10h, terá o ‘Bate-papo: África Procura a Si Mesma’ que contará com a presença da etnomusicóloga Emilia Biancardi e dos alunos da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). A conversa vai abordar sobre os Monocórdios Africanos e Afro-Brasileiros, e os participantes também irão assistir a uma apresentação da Orquestra Museofônica.
Ainda na quarta, às 16h, haverá a palestra ‘Neguinho do Samba e a Trajetória do Samba Reggae’, com Viviam Caroline, diretora de projetos da Banda Didá. A atividade vai mostrar a importância do criador do samba-reggae para a cultura brasileira e ainda contará com uma apresentação da Banda Didá.
Todas as atividades serão abertas ao público. Confira mais detalhes:
A Galeria II do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) recebe a exposição ‘Fotografias’. A mostra, que será aberta a visitação nesta terça (08/11), às 16h, é resultado das produções do ‘Curso de Fotografia’, ministrado pelo fotógrafo do IPAC Jefferson Pereira e que foi destinado aos colaboradores do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). A exposição ficará aberta à visitação durante uma semana.
O ‘Curso de Fotografia’ foi uma inciativa da Diretoria de Museus (DIMUS/IPAC) e do Centro Cultural Solar Ferrão. Os colaboradores aprenderam, durante dois meses, a história da fotografia e seus conceitos teóricos, além de colocarem o aprendizado em prática através das saídas fotográficas promovidas durante o curso. Foram utilizados desde smartphones a equipamentos profissionais para a captura das imagens, que possuem uma temática livre e revelam as diferentes experiências e olhares dos participantes.
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Serviço: Exposição ‘Fotografias’
Local: Galeria II do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)
Data: abertura em 08/11
Horário: 16h
Entrada gratuita
Em comemoração ao mês da Consciência Negra, o Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) vai dar início à programação especial para esta data com o bate-papo ‘África Procura a Si Mesma’, no dia 09/11 (quarta), às 10h. A atividade é uma conversa entre a etnomusicóloga e pesquisadora Emilia Biancardi com estudantes da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), sobre monocórdios africanos e afro-brasileiros. O bate-papo ainda contará com a apresentação do número ‘Monocórdios’ da Orquestra Museofônica e será aberto ao público.
A ideia da atividade surgiu após os estudantes da UNILAB visitarem a exposição permanente ‘Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais de Emília Biancardi’, a qual apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes pela pesquisadora, e habita três salas no museu. Com o objetivo de dialogar com a temática do Novembro Negro, foram escolhidos os monocórdios (instrumentos de uma só corda) oriundos da África e afro-brasileiros para serem abordados e debatidos. Ao final do bate-papo, os alunos ainda vão conferir a apresentação do número ‘Monocórdios’ da Orquestra Museofônica.
O monocórdio, antepassado primeiro de todos os instrumentos musicais de corda, através dos séculos e entre diversas culturas, foi o propiciador do nascimento do violino, que culminou no surgimento de vários outros instrumentos de corda. Assim, mostra-se a grande influência que os povos negros possuem na musicalidade mundial.
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Serviço: Bate-papo ‘África Procura a Si Mesma’ com Emilia Biancardi, estudantes da UNILAB e Orquestra Museofônica
Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)
Data: 09/11
Horário: 10h
Entrada gratuita
No dia 09/11 (quarta-feira), às 16h, o Centro Cultural Solar Ferrão Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) vai ficar ainda mais agitado com os tambores das mulheres da Banda Didá. Para comemoração do mês em que se celebra a Consciência Negra, acontece a palestra ‘Neguinho do Samba e a Trajetória do Samba Reggae’ com Viviam Caroline (diretora de projetos da Didá). Os participantes ainda vão se embalar ao som da percussão da banda feminina. A atividade será aberta ao público.
"A palestra é um resumo do meu trabalho de pesquisa e tem como objetivo chamar a atenção para a importância de Neguinho do Samba, não só para a Banda Didá, mas para a música brasileira como um todo”, pontua Viviam Caroline. “Com o samba-reggae, a música brasileira ganha força, e isso nasce com esse protagonismo de Neguinho ressaltando o patrimônio da Bahia, e fortalecendo a identidade do Pelourinho e das pessoas que estão ali. Eu acredito que a comunidade do Pelourinho, a partir dessa percepção de viver a cultura local, passou a entender a herança da identidade africana. O seu legado permanece até hoje”, argumenta.
Nascido em 21 de junho de 1955, Antonio Luiz Alves de Souza, Neguinho do Samba, foi o criador e percursor do ritmo do samba-reggae. Foi músico de escolas de samba da cidade, a exemplo do Vai Levando e Diplomatas de Amaralina. Também tocou no Apaches, Comanche, Alvorada, além de ter sido mestre do Ilê Ayê e diretor do Olodum. Os cantores Jimmy Cliff e Michel Jackson são alguns dos exemplos que se inspiraram no ritmo criado por Neguinho, incorporando-o aos seus repertórios. Após criar o samba-reggae, ele teve a ideia de incluir as mulheres negras nesse cenário, nascendo assim, em 1993, a Banda Didá.
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Serviço: Palestra ‘Neguinho do Samba e a Trajetória do Samba Reggae’ com Viviam Caroline e apresentação da Banda Didá
Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)
Data: 09/11
Horário: 16h
Entrada gratuita
No dia 09/11 (quarta), às 10h, terá o ‘Bate-papo: África Procura a Si Mesma’ que contará com a presença da etnomusicóloga Emilia Biancardi e dos alunos da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). A conversa vai abordar sobre os Monocórdios Africanos e Afro-Brasileiros, e os participantes também irão assistir a uma apresentação da Orquestra Museofônica.
Ainda na quarta, às 16h, haverá a palestra ‘Neguinho do Samba e a Trajetória do Samba Reggae’, com Viviam Caroline, diretora de projetos da Banda Didá. A atividade vai mostrar a importância do criador do samba-reggae para a cultura brasileira e ainda contará com uma apresentação da Banda Didá.
Todas as atividades serão abertas ao público. Confira mais detalhes:
Mostra fotográfica de colaboradores do IPAC
A Galeria II do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) recebe a exposição ‘Fotografias’. A mostra, que será aberta a visitação nesta terça (08/11), às 16h, é resultado das produções do ‘Curso de Fotografia’, ministrado pelo fotógrafo do IPAC Jefferson Pereira e que foi destinado aos colaboradores do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). A exposição ficará aberta à visitação durante uma semana.
O ‘Curso de Fotografia’ foi uma inciativa da Diretoria de Museus (DIMUS/IPAC) e do Centro Cultural Solar Ferrão. Os colaboradores aprenderam, durante dois meses, a história da fotografia e seus conceitos teóricos, além de colocarem o aprendizado em prática através das saídas fotográficas promovidas durante o curso. Foram utilizados desde smartphones a equipamentos profissionais para a captura das imagens, que possuem uma temática livre e revelam as diferentes experiências e olhares dos participantes.
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Serviço: Exposição ‘Fotografias’
Local: Galeria II do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)
Data: abertura em 08/11
Horário: 16h
Entrada gratuita
Bate-papo sobre instrumentos Africanos e Afro-Brasileiros
Em comemoração ao mês da Consciência Negra, o Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) vai dar início à programação especial para esta data com o bate-papo ‘África Procura a Si Mesma’, no dia 09/11 (quarta), às 10h. A atividade é uma conversa entre a etnomusicóloga e pesquisadora Emilia Biancardi com estudantes da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), sobre monocórdios africanos e afro-brasileiros. O bate-papo ainda contará com a apresentação do número ‘Monocórdios’ da Orquestra Museofônica e será aberto ao público.
A ideia da atividade surgiu após os estudantes da UNILAB visitarem a exposição permanente ‘Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais de Emília Biancardi’, a qual apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes pela pesquisadora, e habita três salas no museu. Com o objetivo de dialogar com a temática do Novembro Negro, foram escolhidos os monocórdios (instrumentos de uma só corda) oriundos da África e afro-brasileiros para serem abordados e debatidos. Ao final do bate-papo, os alunos ainda vão conferir a apresentação do número ‘Monocórdios’ da Orquestra Museofônica.
O monocórdio, antepassado primeiro de todos os instrumentos musicais de corda, através dos séculos e entre diversas culturas, foi o propiciador do nascimento do violino, que culminou no surgimento de vários outros instrumentos de corda. Assim, mostra-se a grande influência que os povos negros possuem na musicalidade mundial.
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Serviço: Bate-papo ‘África Procura a Si Mesma’ com Emilia Biancardi, estudantes da UNILAB e Orquestra Museofônica
Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)
Data: 09/11
Horário: 10h
Entrada gratuita
Palestra sobre Neguinho do Samba e apresentação da
Banda Didá celebram o Novembro Negro no Solar Ferrão
No dia 09/11 (quarta-feira), às 16h, o Centro Cultural Solar Ferrão Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) vai ficar ainda mais agitado com os tambores das mulheres da Banda Didá. Para comemoração do mês em que se celebra a Consciência Negra, acontece a palestra ‘Neguinho do Samba e a Trajetória do Samba Reggae’ com Viviam Caroline (diretora de projetos da Didá). Os participantes ainda vão se embalar ao som da percussão da banda feminina. A atividade será aberta ao público.
"A palestra é um resumo do meu trabalho de pesquisa e tem como objetivo chamar a atenção para a importância de Neguinho do Samba, não só para a Banda Didá, mas para a música brasileira como um todo”, pontua Viviam Caroline. “Com o samba-reggae, a música brasileira ganha força, e isso nasce com esse protagonismo de Neguinho ressaltando o patrimônio da Bahia, e fortalecendo a identidade do Pelourinho e das pessoas que estão ali. Eu acredito que a comunidade do Pelourinho, a partir dessa percepção de viver a cultura local, passou a entender a herança da identidade africana. O seu legado permanece até hoje”, argumenta.
Nascido em 21 de junho de 1955, Antonio Luiz Alves de Souza, Neguinho do Samba, foi o criador e percursor do ritmo do samba-reggae. Foi músico de escolas de samba da cidade, a exemplo do Vai Levando e Diplomatas de Amaralina. Também tocou no Apaches, Comanche, Alvorada, além de ter sido mestre do Ilê Ayê e diretor do Olodum. Os cantores Jimmy Cliff e Michel Jackson são alguns dos exemplos que se inspiraram no ritmo criado por Neguinho, incorporando-o aos seus repertórios. Após criar o samba-reggae, ele teve a ideia de incluir as mulheres negras nesse cenário, nascendo assim, em 1993, a Banda Didá.
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Serviço: Palestra ‘Neguinho do Samba e a Trajetória do Samba Reggae’ com Viviam Caroline e apresentação da Banda Didá
Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)
Data: 09/11
Horário: 16h
Entrada gratuita
Núcleo de Comunicação - Ascom Dimus
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
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(71) 3117-6445