06/01/2017
DESTAQUES
Na sexta-feira (06/01) às 15h, acontece o encerramento da exposição ‘A Ponte Lúdica - Meu Pedacinho no Presépio’ no Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho). A mostra, que foi destaque em vários meios de comunicação, é resultado do projeto da confecção de um presépio com membros de instituições sociais, realizado em parceria com o ceramista uruguaio Sérgio Centurión Centurión.
Ao longo dos meses de outubro e novembro, as oficinas foram realizadas com diversos públicos, como as crianças da Escola Municipal Vivaldo Costa Lima e da Escola Paroquial Santana; os jovens da Escola Ignácio Lunely e do Instituo de Cegos da Bahia; e o grupo da terceira idade do Multicentro de Saúde da Liberdade – Bezerra Lopes. A ação é um desdobramento do projeto ‘A Ponte Lúdica’, realizado no ano de 2014 com o ceramista.
De acordo com a coordenadora do museu, Renata Alencar, ‘A Ponte Lúdica - Meu Pedacinho no Presépio’ tem o objetivo didático de democratizar a arte e aflorar a criatividade dos participantes através de atividades envolvendo a cerâmica. “Desta forma, mostra que todas as pessoas possuem um potencial artístico e podem ser criadoras das suas próprias obras de arte”, disse Renata.
Para Sérgio, a proposta foi desenvolver o fazer artístico e despertar reflexões sobre o comportamento humano. “É uma ação sociocultural, destinada a expressar uma esperança coletiva a respeito da vida, sua potencialidade e sonhos de superação que todo ser humano abriga no âmago da sua alma”, explica Centurión Centurión.
No encerramento da mostra, que acontece às 15h, os participantes vão levar consigo as obras que confeccionaram: os “pedacinhos do presépio”. Estarão presentes o artista plástico e membros das instituições que firmaram parceria com o Museu Udo Knoff durante o processo.
Serviço: Exposição ‘A Ponte Lúdica - Meu Pedacinho no Presépio’
Local: Museu Udo Knoff (Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho) - (71) 3117-6389
Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Contatos: (71) 3117-6389 / 99130-3605/98725-2301 | artsccenturion@gmail.com
O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho) é um equipamento da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) - unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
O Laboratório de Educação Digital: Museu Arte e Cultura (LabDIMUS, Praça das Artes – Pelourinho) inicia a programação de 2017 com a Oficina de Experimentação Fotográfica. Aberta a iniciantes com idade a partir de 16 anos, a atividade acontece no dia 10/01 (terça-feira) às 10h, sob a coordenação da oficineira Marina Lima. Os participantes devem levar dispositivos móveis, como câmera, celular, tablet e etc.
A proposta da atividade é trabalhar o olhar do participante através da experiência da fotoprojeção, e será dividida em três momentos: teoria (breve histórico sobre fotografia, o enquadramento e a iluminação); prática (saída fotográfica no Pelourinho) e a experimentação (criação de uma fotoprojeção utilizando as fotografias feitas pelos participantes). As inscrições podem ser realizadas através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com.
Serviço: Oficina de Experimentação Fotográfica, com Marina Lima
Quando: 10/01 (terça-feira) às 10h
Endereço: Rua Gregório de Matos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho
Inscrições: gratuitas, através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com
Nesta quarta-feira (11/01) às 10h, no Laboratório de Educação Digital: Museu Arte e Cultura (LabDIMUS Praça das Artes – Pelourinho), acontece a Oficina de Origami. Gratuita, a atividade será voltada para crianças a partir de 10 anos e terá coordenação do oficineiro Agdo Calheiros. As inscrições podem ser realizadas através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com.
Com a proposta de desenvolver o raciocínio lógico, noções de medida e de geometria, e potencializar a criatividade, auto-estima, o relacionamento interpessoal e coordenação das crianças, a construção dos origamis trabalha a percepção, imaginação, memorização e apreciação artística dos praticantes.
Serviço: Oficina de Origami, com Marina Lima
Quando: 11/01 (quarta-feira) às 10h
Endereço: Rua Gregório de Matos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho
Inscrições: gratuitas, através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com
Como uma oportunidade para quem quer se aprimorar nas técnicas de desenhar, o Laboratório de Educação Digital: Museu Arte e Cultura (LabDIMUS Praça das Artes – Pelourinho) abre as inscrições para a Oficina de Desenho. A atividade, que acontece no dia 11/01 (quarta-feira) às 14h, e terá quatro encontros (nas quartas), será gratuita e voltada para iniciantes com idade a partir de 14 anos. A coordenação fica por conta do oficineiro Agdo Calheiros.
A experiência visa desenvolver e analisar linguagens variadas do desenho artístico, através de desenhos de observação, imaginação, criação e memória. Serão utilizados instrumentos para desenho, além de exercícios que buscam aflorar a criatividade dos participantes. As inscrições podem ser realizadas através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com.
Serviço: Oficina de Desenho, com Agdo Calheiros
Quando: 11/01 (quarta-feira) às 14h
Endereço: Rua Gregório de Matos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho
Inscrições: gratuitas, através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com
O LabDIMUS integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
A exposição ‘Mestres da Capoeira – Em Busca da Oralidade Perdida’ está aberta à visitação na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) e fica até 19/02/2017. O projeto reúne relatos de nove dos mais importantes Mestres de Capoeira baianos, que resultaram em uma exposição interativa de registro das histórias e experiências vividas por eles e que vinha sendo transmitida pela oralidade e, portanto, com grande risco de perda.
Todos os Mestres foram entrevistados pessoalmente e, destes encontros, foram feitos vídeos, textos, fotos e reprodução de objetos pessoais relevantes para a narrativa de suas histórias. A mostra é composta ainda por registros de jornais e materiais de época, além de outros elementos coletados em que apresentam ao público esta perspectiva da história, por ora, restrita aos mestres que viveram as experiências.
Serviço: exposição ‘Mestres da Capoeira – Em Busca da Oralidade Perdida’
Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão
Período: até 19/02/2017
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Endereço: Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)
Telefone: (71) 3116-6743/ Lila Lopes: 99613-0856 (lilarlopes@hotmail.com)
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
SOLAR FERRÃO
1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.
2- Coleção de Arte Popular. Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.
3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.
4- Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.
Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116-6743
MUSEU ABELARDO RODRIGUES
O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440
MUSEU TEMPOSTAL
1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.
2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX. Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.
3 - A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.
Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383
MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA
O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.
No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.
Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389
PASSEIO PÚBLICO
Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.
Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.
Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.
Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N - Campo Grande, Salvador – BA
(71) 3117-6447
PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)
Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.
O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA) integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro - Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102
Dimus – Diretoria de Museus – BA
Jornalista responsável – Yara Vasku (DRT-PR 2509)
Contatos: (71) 3117-6445/ 99119-7746/ yaravasku.dimus@gmail.com
dimusbahia.wordpress.com
facebook.com/museusdabahia
Últimos dias para conferir a exposição
‘Meu Pedacinho no Presépio’ no Museu Udo Knoff
Na sexta-feira (06/01) às 15h, acontece o encerramento da exposição ‘A Ponte Lúdica - Meu Pedacinho no Presépio’ no Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho). A mostra, que foi destaque em vários meios de comunicação, é resultado do projeto da confecção de um presépio com membros de instituições sociais, realizado em parceria com o ceramista uruguaio Sérgio Centurión Centurión.
Ao longo dos meses de outubro e novembro, as oficinas foram realizadas com diversos públicos, como as crianças da Escola Municipal Vivaldo Costa Lima e da Escola Paroquial Santana; os jovens da Escola Ignácio Lunely e do Instituo de Cegos da Bahia; e o grupo da terceira idade do Multicentro de Saúde da Liberdade – Bezerra Lopes. A ação é um desdobramento do projeto ‘A Ponte Lúdica’, realizado no ano de 2014 com o ceramista.
De acordo com a coordenadora do museu, Renata Alencar, ‘A Ponte Lúdica - Meu Pedacinho no Presépio’ tem o objetivo didático de democratizar a arte e aflorar a criatividade dos participantes através de atividades envolvendo a cerâmica. “Desta forma, mostra que todas as pessoas possuem um potencial artístico e podem ser criadoras das suas próprias obras de arte”, disse Renata.
Para Sérgio, a proposta foi desenvolver o fazer artístico e despertar reflexões sobre o comportamento humano. “É uma ação sociocultural, destinada a expressar uma esperança coletiva a respeito da vida, sua potencialidade e sonhos de superação que todo ser humano abriga no âmago da sua alma”, explica Centurión Centurión.
No encerramento da mostra, que acontece às 15h, os participantes vão levar consigo as obras que confeccionaram: os “pedacinhos do presépio”. Estarão presentes o artista plástico e membros das instituições que firmaram parceria com o Museu Udo Knoff durante o processo.
Serviço: Exposição ‘A Ponte Lúdica - Meu Pedacinho no Presépio’
Local: Museu Udo Knoff (Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho) - (71) 3117-6389
Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Contatos: (71) 3117-6389 / 99130-3605/98725-2301 | artsc
O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho) é um equipamento da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) - unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
LabDIMUS abre calendário de 2017
com oficina gratuita de Experimentação Fotográfica
O Laboratório de Educação Digital: Museu Arte e Cultura (LabDIMUS, Praça das Artes – Pelourinho) inicia a programação de 2017 com a Oficina de Experimentação Fotográfica. Aberta a iniciantes com idade a partir de 16 anos, a atividade acontece no dia 10/01 (terça-feira) às 10h, sob a coordenação da oficineira Marina Lima. Os participantes devem levar dispositivos móveis, como câmera, celular, tablet e etc.
A proposta da atividade é trabalhar o olhar do participante através da experiência da fotoprojeção, e será dividida em três momentos: teoria (breve histórico sobre fotografia, o enquadramento e a iluminação); prática (saída fotográfica no Pelourinho) e a experimentação (criação de uma fotoprojeção utilizando as fotografias feitas pelos participantes). As inscrições podem ser realizadas através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com.
Serviço: Oficina de Experimentação Fotográfica, com Marina Lima
Quando: 10/01 (terça-feira) às 10h
Endereço: Rua Gregório de Matos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho
Inscrições: gratuitas, através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com
Oficina de Origami gratuita para público infantil
acontece dia 11 no LabDIMUS
Nesta quarta-feira (11/01) às 10h, no Laboratório de Educação Digital: Museu Arte e Cultura (LabDIMUS Praça das Artes – Pelourinho), acontece a Oficina de Origami. Gratuita, a atividade será voltada para crianças a partir de 10 anos e terá coordenação do oficineiro Agdo Calheiros. As inscrições podem ser realizadas através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com.
Com a proposta de desenvolver o raciocínio lógico, noções de medida e de geometria, e potencializar a criatividade, auto-estima, o relacionamento interpessoal e coordenação das crianças, a construção dos origamis trabalha a percepção, imaginação, memorização e apreciação artística dos praticantes.
Serviço: Oficina de Origami, com Marina Lima
Quando: 11/01 (quarta-feira) às 10h
Endereço: Rua Gregório de Matos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho
Inscrições: gratuitas, através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com
Abertas as inscrições para a Oficina de Desenho no LabDIMUS
Como uma oportunidade para quem quer se aprimorar nas técnicas de desenhar, o Laboratório de Educação Digital: Museu Arte e Cultura (LabDIMUS Praça das Artes – Pelourinho) abre as inscrições para a Oficina de Desenho. A atividade, que acontece no dia 11/01 (quarta-feira) às 14h, e terá quatro encontros (nas quartas), será gratuita e voltada para iniciantes com idade a partir de 14 anos. A coordenação fica por conta do oficineiro Agdo Calheiros.
A experiência visa desenvolver e analisar linguagens variadas do desenho artístico, através de desenhos de observação, imaginação, criação e memória. Serão utilizados instrumentos para desenho, além de exercícios que buscam aflorar a criatividade dos participantes. As inscrições podem ser realizadas através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com.
Serviço: Oficina de Desenho, com Agdo Calheiros
Quando: 11/01 (quarta-feira) às 14h
Endereço: Rua Gregório de Matos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho
Inscrições: gratuitas, através dos contatos: 3117-6714 ou labdimus@gmail.com
O LabDIMUS integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
Exposição ‘Mestres da Capoeira: Em Busca da Oralidade Perdida’
em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão
A exposição ‘Mestres da Capoeira – Em Busca da Oralidade Perdida’ está aberta à visitação na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) e fica até 19/02/2017. O projeto reúne relatos de nove dos mais importantes Mestres de Capoeira baianos, que resultaram em uma exposição interativa de registro das histórias e experiências vividas por eles e que vinha sendo transmitida pela oralidade e, portanto, com grande risco de perda.
Todos os Mestres foram entrevistados pessoalmente e, destes encontros, foram feitos vídeos, textos, fotos e reprodução de objetos pessoais relevantes para a narrativa de suas histórias. A mostra é composta ainda por registros de jornais e materiais de época, além de outros elementos coletados em que apresentam ao público esta perspectiva da história, por ora, restrita aos mestres que viveram as experiências.
Serviço: exposição ‘Mestres da Capoeira – Em Busca da Oralidade Perdida’
Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão
Período: até 19/02/2017
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Endereço: Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)
Telefone: (71) 3116-6743/ Lila Lopes: 99613-0856 (lilarlopes@hotmail.com)
O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
MUSEUS DIMUS/IPAC
SOLAR FERRÃO
1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.
2- Coleção de Arte Popular. Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.
3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.
4- Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.
Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116-6743
MUSEU ABELARDO RODRIGUES
O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440
MUSEU TEMPOSTAL
1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.
2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX. Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.
3 - A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.
Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383
MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA
O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.
No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.
Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389
PASSEIO PÚBLICO
Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.
Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.
Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.
Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N - Campo Grande, Salvador – BA
(71) 3117-6447
PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)
Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.
O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA) integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro - Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102
Dimus – Diretoria de Museus – BA
Jornalista responsável – Yara Vasku (DRT-PR 2509)
Contatos: (71) 3117-6445/ 99119-7746/ yaravasku.dimus@gmail.com
dimusbahia.wordpress.com
facebook.com/museusdabahia
Núcleo de Comunicação - Ascom Dimus
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
Palácio da Aclamação - Avenida 7 de Setembro, 1.330, Campo Grande - CEP 40.080.001
(71) 3117-6445