26/09/2016
O Inventário de Proteção do Acervo Cultural da Bahia (IPAC/SIC), trabalho desenvolvido na década de 1970 e referência em todo o Brasil para arquitetos, restauradores, professores e pesquisadores dessas áreas, será digitalizado. O anúncio foi feito hoje (26) pela manhã, durante visita do diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), João Carlos de Oliveira, ao Centro de Documentação e Memória (Cedom), localizado na Rua Gregório de Mattos, nº 29, no Pelourinho. “O acervo do IPAC/SIC reúne centenas de plantas, arquivos fotográficos e formulários originais sobre imóveis e monumentos de grande importância arquitetônico-histórica da Bahia, e precisávamos salvaguardar essa memória para colocar à disposição de qualquer interessado na internet, por isso a digitalização”, explica João Carlos.
Na visita ao Cedom, no Pelourinho, o diretor do IPAC esteve acompanhado do arquiteto Paulo Ormindo de Azevedo, responsável pela coordenação do inventário há 33 anos, através do Estado da Bahia. O IPAC/SIC está subdividido em arquiteturas religiosa assistencial ou funerária, militar, civil de função pública e privada, além de industrial ou agrícola. O trabalho final gerou sete volumes impressos contemplando imóveis e monumentos em Salvador, regiões do Recôncavo (partes 1 e 2), Serra Geral e Chapada Diamantina, Litoral Sul, região pastoril, além das mesorregiões Nordeste, Vale do Rio São Francisco e extremo Oeste da Bahia. “Os arquivos originais ficaram guardados durante muitos anos, por isso iniciaremos primeiro um serviço de higienização para depois começarmos a digitalização”, explica o coordenador do Cedom, Ackermann Leal.
MÉTODO – O IPAC/SIC foi uma iniciativa pioneira no Brasil e até hoje, não existe produto similar no país. Para sua produção utilizou-se o sistema desenvolvido pelo Conselho de Cooperação Cultural da Europa para o fichamento de monumentos. O Inventário baiano aprimorou o método, definindo sua própria metodologia de levantamento e avaliação dos bens culturais. O primeiro volume foi lançado em 1975. Desde então, o Inventário passou a ser um instrumento técnico-administrativo de referência para a valorização e preservação do patrimônio cultural baiano, destinado a facilitar a tarefa de preservação no Estado.
Arquiteto graduado pela Universidade Federal da Bahia (1959), Paulo Ormindo tem especialização em Geografia Urbana pela University of Wisconsin (Madison, 1960), especializações em Prospecção Arqueológica pelo Instituto Politécnico de Milão (Itália, 1969), especialização em Specialisation Pour La Conservation Et La Restaura pelaInternational Center Of Conservation And Restoration Of Monuments And Sites (1969) e doutorado em Perfezionamento Per Lo Studio Dei Monumenti pela Università degli Studi Roma Ter (Itália, 1970). Foi professor da Ufba e presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil – departamento Bahia.
FOTOS, LIVROS e BIBLIOTECA – O Cedom dispõe ainda de 4,7 mil documentos reunidos em quase 50 anos de existência do IPAC. São plantas, projetos e cadastros arquitetônicos, mapas, croquis e esboços produzidos entre os anos de 1969 e 2016. O local tem um arquivo fotográfico com cerca de 150 mil imagens, além de filmes, fotogramas, slides, reproduções antigas e álbuns. No mesmo prédio, está instalada a Biblioteca Manuel Querino do IPAC com 220 obras raras datadas dos séculos XVIII, XIX e XX. Acesse seu acervo: http://biblio.ipac.ba.gov.br.
O Cedom/Coad do IPAC também guarda os livros editados pelo Instituto: http://www.ipac.ba.gov.br/downloads#aba-4 . Mais informações via telefones (71) 3116-6737 e 3116-6945, ou endereços eletrônicos cepa.apoio@ipac.ba.gov.br ecoad.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, o facebook ‘Ipacba Patrimônio’, o twitter ‘@ipac_ba’ e o instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 26.09.2016
Jornalista responsável Geraldo Aragão (DRT-BA nº 1498)
(71) 3117-6490, 3116-6673, 99110-5099
Texto-base: Daiana Sacramento
Coordenação de Jornalismo e Edição: Marco Cerqueira (DRT-BA nº1851)
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Na visita ao Cedom, no Pelourinho, o diretor do IPAC esteve acompanhado do arquiteto Paulo Ormindo de Azevedo, responsável pela coordenação do inventário há 33 anos, através do Estado da Bahia. O IPAC/SIC está subdividido em arquiteturas religiosa assistencial ou funerária, militar, civil de função pública e privada, além de industrial ou agrícola. O trabalho final gerou sete volumes impressos contemplando imóveis e monumentos em Salvador, regiões do Recôncavo (partes 1 e 2), Serra Geral e Chapada Diamantina, Litoral Sul, região pastoril, além das mesorregiões Nordeste, Vale do Rio São Francisco e extremo Oeste da Bahia. “Os arquivos originais ficaram guardados durante muitos anos, por isso iniciaremos primeiro um serviço de higienização para depois começarmos a digitalização”, explica o coordenador do Cedom, Ackermann Leal.
MÉTODO – O IPAC/SIC foi uma iniciativa pioneira no Brasil e até hoje, não existe produto similar no país. Para sua produção utilizou-se o sistema desenvolvido pelo Conselho de Cooperação Cultural da Europa para o fichamento de monumentos. O Inventário baiano aprimorou o método, definindo sua própria metodologia de levantamento e avaliação dos bens culturais. O primeiro volume foi lançado em 1975. Desde então, o Inventário passou a ser um instrumento técnico-administrativo de referência para a valorização e preservação do patrimônio cultural baiano, destinado a facilitar a tarefa de preservação no Estado.
Arquiteto graduado pela Universidade Federal da Bahia (1959), Paulo Ormindo tem especialização em Geografia Urbana pela University of Wisconsin (Madison, 1960), especializações em Prospecção Arqueológica pelo Instituto Politécnico de Milão (Itália, 1969), especialização em Specialisation Pour La Conservation Et La Restaura pelaInternational Center Of Conservation And Restoration Of Monuments And Sites (1969) e doutorado em Perfezionamento Per Lo Studio Dei Monumenti pela Università degli Studi Roma Ter (Itália, 1970). Foi professor da Ufba e presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil – departamento Bahia.
FOTOS, LIVROS e BIBLIOTECA – O Cedom dispõe ainda de 4,7 mil documentos reunidos em quase 50 anos de existência do IPAC. São plantas, projetos e cadastros arquitetônicos, mapas, croquis e esboços produzidos entre os anos de 1969 e 2016. O local tem um arquivo fotográfico com cerca de 150 mil imagens, além de filmes, fotogramas, slides, reproduções antigas e álbuns. No mesmo prédio, está instalada a Biblioteca Manuel Querino do IPAC com 220 obras raras datadas dos séculos XVIII, XIX e XX. Acesse seu acervo: http://biblio.ipac.ba.gov.br.
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