Seminário discute hoje (31), às 14h, importância do Carnaval de Maragojipe

31/10/2017
O Carnaval de Maragojipe, Patrimônio Imaterial da Bahia sob decreto nº11.449/09 graças às pesquisas e dossiê do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), é tema do ‘Seminário de Preservação Cultural’ que acontece hoje (31), às 14h, na sede da Filarmônica Terpsicore Popular, em Maragojipe. No mesmo evento, serão inaugurados a Casa das Máscaras de Maragojipe e o Centro Técnico Eliezer César. As ações contam com apoio financeiro do Governo do Estado, através da Secretaria de Turismo do Estado (Setur) e da Secretaria de Cultura (SecultBa), via IPAC. A realização é da Associação dos Músicos Mascarados e Banda Musicais da Bahia (AMMABahia).

 

“É fundamental reafirmar, valorizar e preservar a cultura de máscaras e fantasias em Maragojipe”, afirma o presidente da AMMABahia, Sergio Barreto. Ele destaca que é uma ação de preservação da identidade. “Essas políticas provocam ainda o sentimento de pertencimento da população que produz essa cultura fantástica”, acrescenta. Para o assessor de Relações Institucionais do IPAC, Andre Reis, que representa no evento de hoje (31), o diretor geral da instituição, João Carlos de Oliveira, essa é mais uma ação da política pública que o governo estadual desenvolve em benefício do Carnaval de Maragojipe.

 

CASA e CENTRO – “Com cerca de 130 anos, essa manifestação cultural mantém a tradição de fantasias e máscaras de influência europeia, com influências ibéricas e afro-indígenas, sendo mais um importante produto cultural do Recôncavo baiano, tendo enorme potencial turístico”, relata Andre Reis. Os registros da festa apontam para fins do século XIX, paralelo aos tempos áureos do carnaval da Bahia. Na década de 1920 aconteciam inúmeros ‘cordões’, inclusive de mulheres, além dos clubes carnavalescos e concursos.

 

Segundo o presidente da AMMABahia, Sergio Barreto, a Casa das Máscaras vai mostrar à população e turistas o processo de produção desse acessório carnavalesco. “A ideia é estimular a produção local para manter a tradição”, diz ele. Sobre o Centro Técnico Eliezer Cesar, o presidente explica que Eliezer, natural de Maragojipe e já falecido, era um conhecido artesão, dos mais requisitados da festa. “No Centro acontecerão oficinas de máscaras, figurino e fantasias, além de exposições desses produtos e de fotografias", finaliza.

 

RECÔNCAVO, LIVROS e VÍDEOS – O IPAC desenvolve muitas ações no Recôncavo. Em Maragojipe o IPAC tombou o terreiro Ilé Alabasé e registrou o Carnaval como Bem Imaterial. Já em Cachoeira e São Félix, o IPAC coordenou o programa federal Monumenta, restaurando imóveis, igrejas e monumentos, construindo o Centro de Artes da Universidade Federal do Recôncavo e urbanizando as orlas fluviais das duas cidades. “O IPAC registrou 10 terreiros em Cachoeira e São Félix lançando livro (http://migre.me/pt99z) e video (https://goo.gl/82TtRQ) sobre o tema”, completa o diretor de Preservação do IPAC, Roberto Pellegrino.

 

A Festa da Boa Morte é Patrimônio Imaterial via IPAC que produziu vídeo (https://goo.gl/BawMJJ) com a SECOM, e livro (https://goo.gl/RAU7RZ). Conheça os livros do IPAC: https://goo.gl/RAU7RZ. Acesse os vídeos: Educativo (https://goo.gl/rJggpk), Balé Folclórico (https://goo.gl/jZQjJN), Projeto Axé (https://goo.gl/34bd1a), Dinamização (https://goo.gl/S4EyRn), Museus (https://goo.gl/uQS9NG e https://goo.gl/vphG2s), Bembé (https://goo.gl/63H8Ve) e Capoeira (https://goo.gl/wFJdGN). Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook Ipacba Patrimônio e twitter @ipac_ba.

 

 

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Assessoria de Comunicação – IPAC, em 31.10.2017

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