Termina amanhã (6) seminário sobre a preservação da memória do candomblé

05/08/2016
Termina amanhã (6) o seminário ‘Construção Coletiva de Política Pública para Preservação da Memória do Candomblé’, no terreiro Mokambo (Onzó Nguzo za Nkizi Dandalunda Ye Tempo) localizado na Travessa Heide Carneiro, nº89, Trobogy, Avenida Paralela, em Salvador. O evento é gratuito, aberto ao público e acontece das 8h às 17h. “Temos compromisso com o futuro do candomblé, para mantermos a tradição que herdamos de nossos antepassados africanos de forma responsável e digna, além de assegurar a importância histórica dos povos africanos escravizados no Brasil”, diz o babalorixá do terreiro, Tata Anselmo.

 

Amanhã (4) o terreiro também apresenta o Plano Museológico do Memorial Kissimbiê, vencedor do Edital Setorial de Museus nº15/2013 do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da secretaria de Cultura (SecultBA), apoiado pelo Fundo de Cultura com orçamento de R$ 89 mil. O projeto é de autoria da Associação Beneficente Pena Dourada. “Além de apoios via editais, o IPAC pesquisa e constrói dossiês de tombamentos e registro de terreiros”, relata o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.

 

NORMATIZAÇÃO – Para o debate de amanhã (06), foram convidados, o secretário de Cultura, Jorge Portugal, o diretor do IPAC, João Carlos, e a diretora do Centro de Culturas Populares e Identitárias, Arany Santana. No evento acontece a exposição fotográfica de Saulo Brandão, ‘Dandalunda sou eu’, solo artístico da dançarina Roseli Paraguassu, ‘O sagrado em mim’, além da mostra de artesanato com Rosângela Nascimento.

 

Sobre o plano museológico elaborado com apoio do IPAC/SecultBA, Tata Anselmo afirma que trará normatização ao Memorial Kisimbiê. “É através dessa melhoria que promoveremos visitas guiadas, trabalhos de pesquisa, biblioteca para utilização de todos, oficinas e núcleo educativo” explica o pai de santo do terreiro Mokambo.

 

REGISTRO, LIVRO e OBRAS – O diretor João Carlos informa que através do IPAC já foram tombados em Salvador, o Pilão de Prata, Ilê Axé Oxumaré, Ilê Axé Ibá Ogum, Ilê Axé Kalé Bokum, Mokambo e Tumba Junçara. Em Lauro de Freitas, o São Jorge Filho da Goméia, Ilê Axé Opô Aganju e Ilê Axé Ajagunã. Em Maragojipe, o Ilê Axé Alabaxé, e em Cachoeira o Rumpame Ayono Runtógoli. Ainda em Cachoeira e São Félix, o IPAC fez registro de mais 10 terreiros. “Editamos livro sobre os 10 terreiros, fizemos parceria com a prefeitura para obras emergenciais nesses locais, e criaremos cooperação com os principais terreiros de Salvador para melhorias nos seus memoriais e museus”, lembra João Carlos.

 

Acesse o livro sobre os 10 terreiros no link http://migre.me/to47q ou via site www.ipac.ba.gov.br: ‘Downloads’, ‘Publicações’ e ‘Terreiros’. Sobre o Mokambo, via telefone (71) 3360-6668 e sitewww.terreiromokambo.org.br. Sobre tombamentos e registros na Geima/IPAC: (71) 3116-6741 e endereço geima.ipac@ipac.ba.gov.br. Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, instagram ‘@ipac.patrimônio’ e twitter ‘@ipac_ba’.

 

Fotos em ALTA resolução no Link do FLICKR:

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Crédito Fotográfico obrigatório - Lei nº 9610/98: Tata Anselmo, Elias Mascarenhas e Lázaro Menezes

 

Assessoria de Comunicação – IPAC, em 05.08.16

Jornalista responsável Geraldo Moniz (DRT-BA nº 1498)

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Texto-base: Ully Gomes (estagiária de jornalismo)

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