14/12/2016
O projeto Governança Local para a Biodiversidade (G.Lo.B) realizou, nos dias 6 e 7/12, duas Usinas de Idéias: Oficinas de Fortalecimento da Cadeia Produtiva do Maracujá da Caatinga e da Pesca Artesanal, na Escola de Família Agrícola de Sobradinho e no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Remanso, respectivamente. O objetivo do evento foi definir um percurso compartilhado dentro dos respectivos sistemas produtivos, envolvendo grupos produtivos e entidades de apoio, buscando a sustentabilidade das usinas.
O coordenador de Políticas de Biodiversidade e Florestas da Sema, Pablo Rebelo, apresentou ações desenvolvidas pela Secretaria com inserção do Território Sertão do São Francisco (TSSF), como a lista vermelha estadual de espécies da fauna e flora, estudos de manejo para espécies de interesse econômico, Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais, Programa de Regularização Ambiental (PRA), entre outros. "O momento foi oportuno para ampliar o diálogo com as comunidades rurais que sobrevivem do extrativismo dessa região, tendo em vista a necessidade dos agricultores familiares atentarem para a realização do manejo mais adequado para essas espécies, visando o uso sustentável dos recursos naturais pelas comunidades ao longo dos anos", destacou Rebelo.
Para o Coordenador da Ong COSPE, Leonardo Di Blanda, o evento foi muito interessante e conseguiu alcançar os resultados esperados para essa etapa do projeto. "Conseguimos realizar uma análise e sistematização das demandas dos grupos produtivos ligados as duas usinas, fortalecendo a integração das comunidades com outras entidades".
As ações do projeto são executadas em parceria entre a Organização COSPE, União Européia, Regione del Veneto, Fundação Slow Food e Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf/Sdr), e as ações são desenvolvidas no Território de Identidade Sertão do São Francisco.
O coordenador de Políticas de Biodiversidade e Florestas da Sema, Pablo Rebelo, apresentou ações desenvolvidas pela Secretaria com inserção do Território Sertão do São Francisco (TSSF), como a lista vermelha estadual de espécies da fauna e flora, estudos de manejo para espécies de interesse econômico, Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais, Programa de Regularização Ambiental (PRA), entre outros. "O momento foi oportuno para ampliar o diálogo com as comunidades rurais que sobrevivem do extrativismo dessa região, tendo em vista a necessidade dos agricultores familiares atentarem para a realização do manejo mais adequado para essas espécies, visando o uso sustentável dos recursos naturais pelas comunidades ao longo dos anos", destacou Rebelo.
Para o Coordenador da Ong COSPE, Leonardo Di Blanda, o evento foi muito interessante e conseguiu alcançar os resultados esperados para essa etapa do projeto. "Conseguimos realizar uma análise e sistematização das demandas dos grupos produtivos ligados as duas usinas, fortalecendo a integração das comunidades com outras entidades".
As ações do projeto são executadas em parceria entre a Organização COSPE, União Européia, Regione del Veneto, Fundação Slow Food e Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf/Sdr), e as ações são desenvolvidas no Território de Identidade Sertão do São Francisco.