21/03/2017
O Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (Cefir) foi um dos temas apresentados durante o encerramento das atividades do projeto Governança Local para a Biodiversidade (Glob), de 15 a 17 de março, em Juazeiro. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) foi convidada para detalhar o Cefir ao público do projeto de cooperação internacional financiado pela Comissão Europeia por meio da Direção Geral Europeaid.
O Glob atuou nos municípios do território de identidade Sertão do São Francisco para promover o fortalecimento dos atores locais, com foco nas cadeias produtivas do maracujá da caatinga e da pesca artesanal.
Realizado por meio de parceria entre o Governo do Estado, por meio da Superintendência de Agricultura Familiar da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), o Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), Fundação Slow Food para Biodiversidade, Fondazione di Veneza, Cooperação para o Desenvolvimento de Países Emergentes - COSPE, Regione del Veneto, o projeto atuou sobretudo com as pescadoras artesanais do município de Remanso e com beneficiadores do maracujá do mato de Sobradinho.
O evento de encerramento contemplou representantes de oito municípios do território Sertão do São Franscisco, representantes institucionais e lideranças dos segmentos do umbu, maracujá e da pesca artesanal, entre outros.
"Muitos não sabiam discernir o Cefir da regularização fundiária. Nossa participação veio para esclarecer dúvidas e incentivar o cadastro nessa reta final, já que o prazo legal para o cadastramento vai até dezembro deste ano", disse Pablo Rebelo, coordenador de Políticas de Biodiversidade e Floresta da Diretoria de Políticas de Biodiversidade e Floresta (DPBIO), da Sema.
O Glob atua na América Latina e na África, em três Países de língua portuguesa: no Estado da Bahia, Brasil, na área metropolitana de Maputo, em Moçambique, e na Província de Namibe, em Angola. O projeto baseia suas ações no fortalecimento dos atores locais através da governança para elevar a capacidade e o planejamento de políticas públicas.
Na Bahia, atendeu às necessidades expressadas pelo território Sertão do São Francisco, promovendo o desenvolvimento sustentável, a preservação e valorização da agrobiodiversidade.

O Glob atuou nos municípios do território de identidade Sertão do São Francisco para promover o fortalecimento dos atores locais, com foco nas cadeias produtivas do maracujá da caatinga e da pesca artesanal.
Realizado por meio de parceria entre o Governo do Estado, por meio da Superintendência de Agricultura Familiar da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), o Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), Fundação Slow Food para Biodiversidade, Fondazione di Veneza, Cooperação para o Desenvolvimento de Países Emergentes - COSPE, Regione del Veneto, o projeto atuou sobretudo com as pescadoras artesanais do município de Remanso e com beneficiadores do maracujá do mato de Sobradinho.
O evento de encerramento contemplou representantes de oito municípios do território Sertão do São Franscisco, representantes institucionais e lideranças dos segmentos do umbu, maracujá e da pesca artesanal, entre outros.
"Muitos não sabiam discernir o Cefir da regularização fundiária. Nossa participação veio para esclarecer dúvidas e incentivar o cadastro nessa reta final, já que o prazo legal para o cadastramento vai até dezembro deste ano", disse Pablo Rebelo, coordenador de Políticas de Biodiversidade e Floresta da Diretoria de Políticas de Biodiversidade e Floresta (DPBIO), da Sema.
O Glob atua na América Latina e na África, em três Países de língua portuguesa: no Estado da Bahia, Brasil, na área metropolitana de Maputo, em Moçambique, e na Província de Namibe, em Angola. O projeto baseia suas ações no fortalecimento dos atores locais através da governança para elevar a capacidade e o planejamento de políticas públicas.
Na Bahia, atendeu às necessidades expressadas pelo território Sertão do São Francisco, promovendo o desenvolvimento sustentável, a preservação e valorização da agrobiodiversidade.
