25/04/2019
A Portaria da Cabruca, questões ambientais que envolvem o manejo e o Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (CEFIR) foram alguns dos assuntos abordados durante uma reunião nesta quarta-feira (24), entre o secretário estadual do Meio Ambiente, João Carlos Oliveira e representantes de associações, empresas e indústrias de processamento do cacau.
O secretário destacou que a portaria foi o primeiro passo para o desenvolvimento ambiental, econômico e social da região Sul. “Com as novas regras, torna desnecessária a autorização para o manejo de espécies exóticas, nosso desafio é fazer com que essa informação chegue aos pequenos produtores. Outro ponto que precisamos colocar em pauta é a prevenção da monilíase”, ressaltou.
Os representantes da cadeia produtiva do cacau apresentaram os dados do Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022, uma ação do Governo da Bahia, que pretende expandir a produção de cacau para 240 mil toneladas, em até cinco anos, além de consolidar a fabricação de chocolates finos, com certificado de origem no sul da Bahia, por meio da instalação de 20 agroindústrias.
Participaram da reunião Eduardo Bastos, da Associação da Indústria Processadora de Cacau (AIPC), responsável pelo Parque Industrial, instalado em Ilhéus, que processa cerca de 98% do cacau produzido do Brasil; Pedro Ronca, da World Cocoa Foundation (WCF - Fundação Mundial para o Cacau), que promove o CocoaAction - Cacau em Ação; Natália, da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab); e Guilherme Moura, produtor de cacau e presidente da Câmara Técnica do Sector Cacaueiro.
O secretário destacou que a portaria foi o primeiro passo para o desenvolvimento ambiental, econômico e social da região Sul. “Com as novas regras, torna desnecessária a autorização para o manejo de espécies exóticas, nosso desafio é fazer com que essa informação chegue aos pequenos produtores. Outro ponto que precisamos colocar em pauta é a prevenção da monilíase”, ressaltou.
Os representantes da cadeia produtiva do cacau apresentaram os dados do Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022, uma ação do Governo da Bahia, que pretende expandir a produção de cacau para 240 mil toneladas, em até cinco anos, além de consolidar a fabricação de chocolates finos, com certificado de origem no sul da Bahia, por meio da instalação de 20 agroindústrias.
Participaram da reunião Eduardo Bastos, da Associação da Indústria Processadora de Cacau (AIPC), responsável pelo Parque Industrial, instalado em Ilhéus, que processa cerca de 98% do cacau produzido do Brasil; Pedro Ronca, da World Cocoa Foundation (WCF - Fundação Mundial para o Cacau), que promove o CocoaAction - Cacau em Ação; Natália, da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab); e Guilherme Moura, produtor de cacau e presidente da Câmara Técnica do Sector Cacaueiro.