A influenza é caracterizada por um início súbito de febre, tosse, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, mal-estar, dor de garganta e coriza. A tosse pode durar duas ou mais semanas. A maioria das pessoas recupera-se da febre e de outros sintomas dentro de uma semana sem necessitar de cuidados médicos. Nos casos mais graves, geralmente, existe dificuldade respiratória e há necessidade de hospitalização. Nesta situação, denominada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), é obrigatória a notificação às autoridades de saúde.
A transmissão ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções. É muito elevada em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados. A transmissão também é elevada em aviões, navios e outros meios de transporte coletivo, onde são frequentemente registrados surtos de influenza A e B.
O uso do antiviral está indicado para todos os casos de SRAG e casos de síndrome gripal com condições e fatores de risco para complicações, de acordo com o Protocolo de Tratamento de Influenza, do Ministério da Saúde de 2017.
PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA SENTINELA DE SÍNDROME GRIPAL (SG)
GUIA DE MENEJO E TRATAMENTO DE INFLUENZA | 2023
ALERTA-EPIDEMIOLOGICO-07_2023_COCIRCULACAO-DE-VIRUS-RESPIRATORIOS
Nota Técnica Nº30-2023-CGVDI/DPNI/SVSA/MS (Ministério da Saúde)
Nota Técnica Nº11-2023 - NOTIFICAÇÃO MIOSITE VIRAL
Nota Técnica Nº02-2023-Realização do PCR nos casos de SRAG
Ficha de Registro Individual - casos de síndrome respiratória aguda grave hospitalizado
Guia de Vigilância da Influenza 2019
GUIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA - COVID-19 / Versão 3 de 15 de março de 2021
Nota Informativa DIVEP nS 01 (19/05/2020)
Orientações para cadastro de usuário no SIVEP GRIPE
Protocolo de Tratamento de Influenza – 2017
2018 - Plano de Contingência para Sazonalidade e Epidemias de Influenza