Filhote de Anta é a mais nova atração do Zoo de Salvador

01/04/2013
A equipe do Zoológico de Salvador comemora um feito inédito, o primeiro filhote de anta a nascer no zoológico desde sua fundação. O novo morador nasceu no mês de março, depois de treze meses de gestação, e já pode ser visto pelo público que frequenta o parque. 

O animal nasceu com aproximadamente 5 Kg e 40 cm de comprimento e nos primeiros três dias de vida recebeu uma atenção especial com monitoramento 24 horas, feito por uma equipe de veterinários. O filhote é macho e recebeu o nome de “Francisco” em homenagem ao novo Papa e em referência a São Francisco de Assis.

O coordenador do Parque, Gerson Norberto, destacou a qualidade dos ambientes (recinto) e dos procedimentos técnicos realizados no Zoo como principal fator para o sucesso na reprodução em cativeiro. “A reprodução em cativeiro é uma importante ferramenta para manutenção das espécies, para isso contamos com uma equipe especializada, desenvolvendo ações de medicina preventiva, nutrição, ambientação dos recintos, entre outros, que garantem o bem-estar animal”.

A anta é um mamífero da ordem Perissodactyla que habita a América Central, a América do Sul e o sul da Ásia. É o maior mamífero terrestre nativo da América do Sul e pode atingir até 250kg, possui hábitos preferencialmente noturnos e vive nas proximidades de rios.No Brasil pode ser avistada com certa facilidade no Pantanal.

Curiosidade - Uma lenda conta que, quando o mundo foi feito, o Criador formou a anta com partes tomadas de empréstimo de outros animais. Isto explicaria porque a anta ou tapir tem a forma de um porco, pé de rinoceronte, cascos de boi e o focinho como uma pequena tromba de elefante. Em temperamento, porém, não é igual a nenhum desses animais. É um bicho pacífico, tímido, que se esconde durante o dia e sai a noite para comer folhas, ervas e raízes. Somente a fêmea, bem maior que o macho, desafia qualquer um que tente atacar seu filhote. Os jovens também têm pelo curto e espesso, mas coberto de manchas e listras longitudinais que desaparecem quando o animal cresce.
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