04/11/2013
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizou na sexta-feira (25), o último módulo do curso de elaboração de projetos socioambientais e captação de recursos, que ocorreu em Salvador, Lençóis, Parque do Conduru e Porto Seguro. O projeto é uma iniciativa da Diretoria de Unidades de Conservação do Inema (DIRUC) e da Conservação Internacional (CI) no Brasil, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
O curso, com carga horária de 48 horas, foi destinado aos técnicos da DIRUC, gestores e membros dos conselhos gestores de Unidades de Conservação e organizações não governamentais envolvidas com a gestão das unidades. Ao todo foram capacitados 103 participantes, que receberam orientações sobre elaboração, execução, gestão e prestação de contas de projetos socioambientais, e sobre criação de fundos fiduciários. Foram utilizadas metodologias com vistas a suprir as necessidades em elaborar projetos, permitindo maiores frentes de atuação e recursos para a gestão das unidades.
Durante a programação, os participantes elaboraram projetos socioambientais, abordando todas as etapas (levantamento da problemática da unidade de conservação, escolha do tema do projeto, planejamento das atividades, orçamento, cronograma e apresentação final). " Tivemos a apresentação de um total de 63 projetos, todos seguindo os conceitos e ferramentas expostas no curso, com objetivos claros e viáveis economicamente, atendendo aos requisitos das instituições financiadoras mais requisitadas", explicou o consultor e responsável pelo curso, Marcos Pinheiro. Dentre os projetos elaborados, sete concorreram em editais, dos quais dois já foram aprovados.
De acordo com a Coordenadora de Desenvolvimento Socioambiental da DIRUC, Bruna Zagatto, "o curso foi uma oportunidade para repensar a gestão das unidades de conservação, ao dar maior enfoque na gestão socioambiental através da associação entre as práticas de conservação dos recursos naturais e o desenvolvimento local das comunidades". Ainda de acordo com Bruna, o curso também deu maior embasamento para que os gestores e técnicos da DIRUC planejem, monitorem e avaliem os projetos socioambientais provenientes de condicionantes e compensação ambiental nas unidades de conservação.
O curso, com carga horária de 48 horas, foi destinado aos técnicos da DIRUC, gestores e membros dos conselhos gestores de Unidades de Conservação e organizações não governamentais envolvidas com a gestão das unidades. Ao todo foram capacitados 103 participantes, que receberam orientações sobre elaboração, execução, gestão e prestação de contas de projetos socioambientais, e sobre criação de fundos fiduciários. Foram utilizadas metodologias com vistas a suprir as necessidades em elaborar projetos, permitindo maiores frentes de atuação e recursos para a gestão das unidades.
Durante a programação, os participantes elaboraram projetos socioambientais, abordando todas as etapas (levantamento da problemática da unidade de conservação, escolha do tema do projeto, planejamento das atividades, orçamento, cronograma e apresentação final). " Tivemos a apresentação de um total de 63 projetos, todos seguindo os conceitos e ferramentas expostas no curso, com objetivos claros e viáveis economicamente, atendendo aos requisitos das instituições financiadoras mais requisitadas", explicou o consultor e responsável pelo curso, Marcos Pinheiro. Dentre os projetos elaborados, sete concorreram em editais, dos quais dois já foram aprovados.
De acordo com a Coordenadora de Desenvolvimento Socioambiental da DIRUC, Bruna Zagatto, "o curso foi uma oportunidade para repensar a gestão das unidades de conservação, ao dar maior enfoque na gestão socioambiental através da associação entre as práticas de conservação dos recursos naturais e o desenvolvimento local das comunidades". Ainda de acordo com Bruna, o curso também deu maior embasamento para que os gestores e técnicos da DIRUC planejem, monitorem e avaliem os projetos socioambientais provenientes de condicionantes e compensação ambiental nas unidades de conservação.