20/12/2013
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - Inema reuniu-se na manhã desta sexta-feira (20), na Associação de Moradores da Comunidade do Botelho, em Ilha de Maré, com representantes da Companhia das Docas do Estado da Bahia - Codeba, Comitê de Fomento Industrial de Camaçari - Cofic, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama, Petrobrás e lideranças das comunidades localizadas no entorno do Porto de Aratu, para prestar esclarecimentos sobre o acidente com o navio Golden Miller, ocorrido na última terça-feira (17).
Durante a reunião foram apresentadas as ações para conter o óleo que vazou durante o incêndio com o navio ancorado no Porto, visando evitar danos ao meio ambiente.
Após a liberação do entorno, onde foi constatado o vazamento, o Inema encaminhou uma equipe de monitoramento para coletar amostras da água no local. Somente após o laudo, que está previsto para ser concluído até a próxima sexta-feira (27), é que o impacto ambiental será calculado e os possíveis danos ao meio ambiente serão conhecidos.
O Inema segue fazendo a vigilância do local, sobrevoando a área, coletando amostras e acompanhando as medidas que estão sendo tomadas pelas autoridades. Vale ressaltar que a quantidade de óleo derramado na região já está reduzida e o avanço do material pelo mar está sendo controlado através da limpeza do local.
Acredita-se que o óleo seja lubrificante e tenha sido vazado do compartimento dos compressores, mas somente após a análise, que está sendo realizado pela equipe de monitoramento do Inema, poderemos determinar qual é o tipo de produto existente na área.
Segundo a Companhia das Docas do Estado da Bahia - CODEBA, a causa aparente do acidente seria uma falha no compressor da unidade de reliquefação do navio, que ocorreu durante o carregamento de gás que estava sendo bombeado, mas, oficialmente, a causa da explosão só será divulgada quando a Marinha concluir o inquérito que irá investigar o ocorrido.
Fonte: Ascom / Inema
Durante a reunião foram apresentadas as ações para conter o óleo que vazou durante o incêndio com o navio ancorado no Porto, visando evitar danos ao meio ambiente.
Após a liberação do entorno, onde foi constatado o vazamento, o Inema encaminhou uma equipe de monitoramento para coletar amostras da água no local. Somente após o laudo, que está previsto para ser concluído até a próxima sexta-feira (27), é que o impacto ambiental será calculado e os possíveis danos ao meio ambiente serão conhecidos.
O Inema segue fazendo a vigilância do local, sobrevoando a área, coletando amostras e acompanhando as medidas que estão sendo tomadas pelas autoridades. Vale ressaltar que a quantidade de óleo derramado na região já está reduzida e o avanço do material pelo mar está sendo controlado através da limpeza do local.
Acredita-se que o óleo seja lubrificante e tenha sido vazado do compartimento dos compressores, mas somente após a análise, que está sendo realizado pela equipe de monitoramento do Inema, poderemos determinar qual é o tipo de produto existente na área.
Segundo a Companhia das Docas do Estado da Bahia - CODEBA, a causa aparente do acidente seria uma falha no compressor da unidade de reliquefação do navio, que ocorreu durante o carregamento de gás que estava sendo bombeado, mas, oficialmente, a causa da explosão só será divulgada quando a Marinha concluir o inquérito que irá investigar o ocorrido.
Fonte: Ascom / Inema