03/03/2015
Comemorado nesta terça-feira (3) em todo o Brasil, o Dia Mundial da Vida Selvagem não passou em branco no Parque Zoobotânico Getúlio Vargas, que proporcionou a mais diversificada oportunidade de conhecimento da fauna brasileira. Durante todo o último sábado (28) visitantes foram convidados a participar das celebrações e tiraram fotografias com placas alusivas a sensibilização humana para com a natureza. A data foi criada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2013, para reafirmar o valor essencial das espécies silvestres.
Contando com mais de 1.600 animais em seu plantel, divididos em 158 espécies, sendo mais de 90% nacionais, o Zoo segue a sua programação. Dando ênfase a este dia, o coordenador geral do Parque, Gerson Norberto, explicou a importância de salientar entre a população a necessidade de preservação ambiental.
“Se considerarmos uma floresta como um grande ser vivo, podemos classificar os animais da vida selvagem como as células sanguíneas do nosso corpo, pois da mesma forma que estas levam oxigênio para continuarmos vivos, os animais levam vida para a floresta. Eles são parte fundamental nos processos de dispersão de sementes e proliferação das plantas. Alguns animais, como morcegos, beija-flores e abelhas, são verdadeiros jardineiros, e polinizam uma variedade imensa de plantas. Outros, como os gambás, os catetos e até os bicho preguiças, cumprem a função de espalhar as sementes, pois se alimentam em um ponto da mata e precisaram "se aliviar" em outro ponto, onde as sementes serão plantadas do melhor jeito possível. Outros animais ainda, como os tatus e cutias, cavam tocas que alem de aerar o solo da mata, servem como locais de plantio”, enfatizou Norberto.
A partir disto, dentro da missão do Zoológico de desenvolver programas de Educação Ambiental, promover a pesquisa cientifica dos animais e propagar o respeito ao meio ambiente, o Parque também tem o objetivo de contribuir com as ações de recuperação de espécies ameaçadas de extinção . ”Desde 2008 o Zoo foca em trabalhar cada vez mais com espécies da fauna brasileira, pois assim, mesmo sendo uma instituição localizada em Salvador, podemos ajudar com a restauração ambiental de vários biomas e em várias regiões da Bahia e do Brasil”, disse o coordenador.
O tráfico ilegal da fauna e da flora silvestres é uma das principais ameaças à biodiversidade. O comércio de animais e plantas interfere na existência e função de várias espécies, muitas delas em perigo imediato de extinção. Relatando ser fundamental a divulgação de trabalhos ambientais, Norberto afirmou que o Jardim Zoológico segue esclarecendo pontos fundamentais para que seus visitantes percebam essa necessidade. “Conscientização e esclarecimentos! Essas são palavras importantes e que precisamos ser persistentes, a fim de deixar muito bem explicado para nossos visitantes qual a importância dos animais silvestres em nossas vidas! Temos de tornar bem evidente a relação entre conservação da vida selvagem e a sobrevivência do próprio ser humano”, pontuou.
Fonte: Ascom / Inema
Contando com mais de 1.600 animais em seu plantel, divididos em 158 espécies, sendo mais de 90% nacionais, o Zoo segue a sua programação. Dando ênfase a este dia, o coordenador geral do Parque, Gerson Norberto, explicou a importância de salientar entre a população a necessidade de preservação ambiental.
“Se considerarmos uma floresta como um grande ser vivo, podemos classificar os animais da vida selvagem como as células sanguíneas do nosso corpo, pois da mesma forma que estas levam oxigênio para continuarmos vivos, os animais levam vida para a floresta. Eles são parte fundamental nos processos de dispersão de sementes e proliferação das plantas. Alguns animais, como morcegos, beija-flores e abelhas, são verdadeiros jardineiros, e polinizam uma variedade imensa de plantas. Outros, como os gambás, os catetos e até os bicho preguiças, cumprem a função de espalhar as sementes, pois se alimentam em um ponto da mata e precisaram "se aliviar" em outro ponto, onde as sementes serão plantadas do melhor jeito possível. Outros animais ainda, como os tatus e cutias, cavam tocas que alem de aerar o solo da mata, servem como locais de plantio”, enfatizou Norberto.
A partir disto, dentro da missão do Zoológico de desenvolver programas de Educação Ambiental, promover a pesquisa cientifica dos animais e propagar o respeito ao meio ambiente, o Parque também tem o objetivo de contribuir com as ações de recuperação de espécies ameaçadas de extinção . ”Desde 2008 o Zoo foca em trabalhar cada vez mais com espécies da fauna brasileira, pois assim, mesmo sendo uma instituição localizada em Salvador, podemos ajudar com a restauração ambiental de vários biomas e em várias regiões da Bahia e do Brasil”, disse o coordenador.
O tráfico ilegal da fauna e da flora silvestres é uma das principais ameaças à biodiversidade. O comércio de animais e plantas interfere na existência e função de várias espécies, muitas delas em perigo imediato de extinção. Relatando ser fundamental a divulgação de trabalhos ambientais, Norberto afirmou que o Jardim Zoológico segue esclarecendo pontos fundamentais para que seus visitantes percebam essa necessidade. “Conscientização e esclarecimentos! Essas são palavras importantes e que precisamos ser persistentes, a fim de deixar muito bem explicado para nossos visitantes qual a importância dos animais silvestres em nossas vidas! Temos de tornar bem evidente a relação entre conservação da vida selvagem e a sobrevivência do próprio ser humano”, pontuou.
Fonte: Ascom / Inema