20/05/2016
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizou, nos dias 19 e 20 de maio, a III Reunião de Análise e Previsão Climática para o Setor Leste do Nordeste do Brasil. O principal objetivo do encontro foi a elaboração do prognóstico climático para o trimestre de junho a agosto de 2016 para o Leste do Nordeste do Brasil (NEB). O evento contou com a participação de técnicos em meteorologia de vários estados do Nordeste.
O coordenador de Monitoramento do Inema, Eduardo Topázio, participou do evento e enalteceu a reunião a participação de representantes de órgão de outros estados que trabalham com o tema . "A grande importância do evento se dá pelo fato de ser uma ação colaborativa, principalmente quando temos o foco principal de trabalhar com outras agências de outros estados brasileiros na previsão climática, que é um fator importante para atividade econômica do Nordeste", afirmou Topázio.
Já para o gerente do setor de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot o encontro é de extrema importante para continuar análises dos oceanos e da atmosfera nos próximos três meses, visando o comportamento do clima com ênfase na condição pluviométrica. “Várias atividades dependem das condições climáticas nessa época do ano, principalmente a indústria canavieira e a questão da reposição das águas nos principais reservatórios que servem de abastecimento”. “Nós poderemos também identificar algumas atividades extremas na questão de chuvas intensas nessas grandes capitais”, finalizou.
Balanço final da análise - O trimestre de junho a agosto é o período mais chuvoso da faixa leste do Nordeste brasileiro (que abrange grande parte da zona da mata e agreste, entre o leste do estado do Rio Grande do Norte e o sul da Bahia), onde os valores médios históricos variam entre 300 mm e 800 mm.
Para esse trimestre em 2016, os resultados dos modelos oceânicos e atmosféricos do CPTEC/INPE, NCEP, NCAR, COLA, NASA, ECMWF, UKMET, OMM e INMET, bem como, a discussão técnica, a previsão de consenso está indicando que as maiores chances são de chuvas variando de normal a abaixo da média histórica desde o leste do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia.
É importante ressaltar a possibilidade de ocorrer eventos de chuvas extremas, concentrados em poucas horas. Assim, recomenda-se o acompanhamento das previsões de tempo elaboradas pelos centros estaduais de meteorologia da região Nordeste.
Além do Inema e do EMPARN, participaram da reunião o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - CPTEC/INPE, o Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, a Agencia Pernambucana de Águas e Clima - APAC e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - SEMARH – AL
Clique aqui e tenha acesso ao relatório final com informações da análise.
O coordenador de Monitoramento do Inema, Eduardo Topázio, participou do evento e enalteceu a reunião a participação de representantes de órgão de outros estados que trabalham com o tema . "A grande importância do evento se dá pelo fato de ser uma ação colaborativa, principalmente quando temos o foco principal de trabalhar com outras agências de outros estados brasileiros na previsão climática, que é um fator importante para atividade econômica do Nordeste", afirmou Topázio.
Já para o gerente do setor de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot o encontro é de extrema importante para continuar análises dos oceanos e da atmosfera nos próximos três meses, visando o comportamento do clima com ênfase na condição pluviométrica. “Várias atividades dependem das condições climáticas nessa época do ano, principalmente a indústria canavieira e a questão da reposição das águas nos principais reservatórios que servem de abastecimento”. “Nós poderemos também identificar algumas atividades extremas na questão de chuvas intensas nessas grandes capitais”, finalizou.
Balanço final da análise - O trimestre de junho a agosto é o período mais chuvoso da faixa leste do Nordeste brasileiro (que abrange grande parte da zona da mata e agreste, entre o leste do estado do Rio Grande do Norte e o sul da Bahia), onde os valores médios históricos variam entre 300 mm e 800 mm.
Para esse trimestre em 2016, os resultados dos modelos oceânicos e atmosféricos do CPTEC/INPE, NCEP, NCAR, COLA, NASA, ECMWF, UKMET, OMM e INMET, bem como, a discussão técnica, a previsão de consenso está indicando que as maiores chances são de chuvas variando de normal a abaixo da média histórica desde o leste do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia.
É importante ressaltar a possibilidade de ocorrer eventos de chuvas extremas, concentrados em poucas horas. Assim, recomenda-se o acompanhamento das previsões de tempo elaboradas pelos centros estaduais de meteorologia da região Nordeste.
Além do Inema e do EMPARN, participaram da reunião o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - CPTEC/INPE, o Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, a Agencia Pernambucana de Águas e Clima - APAC e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - SEMARH – AL
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