03/02/2017
O Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), em consonância com a Unidade Regional (UR) Portal do Sertão, realizou vistorias na Lagoa Grande, em Feira de Santana, no dia 24/02, após receber denuncias sobre a grande quantidade de peixes mortos no local.
Estiveram presentes durante a visita o técnico e especialista em meio ambiente e recursos hídricos, Anderson Carneiro de Souza, e a bióloga Natalia Rosatti. No momento, foram constatados 20 pontos de descarga da rede de água pluvial, sendo que alguns desses pontos ainda recebem, de forma irregular, o lançamento de esgoto doméstico.
A lagoa passa por uma obra de urbanização, executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder). Segundo o Governo do Estado da Bahia, o projeto inclui o tratamento do espelho d’água, infraestrutura, requalificação urbana, pavimentação, drenagem, melhorias habitacionais e unidades sanitárias. Já foram investidos cerca de R$ 70 milhões dos governos estadual e federal.
O objetivo da reforma é de promover a recuperação do manancial e um complexo de esporte, lazer e convivência, com 2,3 km de pistas de cooper e ciclismo, quiosques, campo de futebol no tamanho oficial, quadras esportivas, estacionamento e uma companhia da Polícia Militar.
Vale ressaltar que na ocasião não foram encontrados peixes mortos, porém a água do manancial apresentava cor esverdeada, indicando a presença de cianobactérias e de plantas que sugerem o desenvolvimento do processo de eutrofização no corpo d’água. Moradores do entorno relataram que pela manhã, uma grande quantidade de peixes emerge a lagoa, ficam agitados e alguns morrem. Acredita-se que essa mortandade deve ser decorrente da baixa taxa de oxigênio dissolvido na água.
Diante deste cenário, a UR - Portal do Sertão solicitou o apoio da Coordenação de Monitoramento Ambiental (COMON) para realizar a analise da qualidade da água.
Na ultima segunda-feira (30), foram coletadas amostras de água em quatro locais diferentes da Lagoa Grande, visando a avaliação da qualidade da água. Os laudos com os resultados dos testes devem ser concluídos no prazo de 30 a 45 dias. Caso os resultados comprovem a suspeita de que a lagoa está com baixa taxa de Oxigênio Dissolvido (OD), a Conder será notificada pelo órgão ambiental a adotar medidas que aumente a concentração de oxigênio na água, como, por exemplo, a implantação de aeradores.
Estiveram presentes durante a visita o técnico e especialista em meio ambiente e recursos hídricos, Anderson Carneiro de Souza, e a bióloga Natalia Rosatti. No momento, foram constatados 20 pontos de descarga da rede de água pluvial, sendo que alguns desses pontos ainda recebem, de forma irregular, o lançamento de esgoto doméstico.
A lagoa passa por uma obra de urbanização, executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder). Segundo o Governo do Estado da Bahia, o projeto inclui o tratamento do espelho d’água, infraestrutura, requalificação urbana, pavimentação, drenagem, melhorias habitacionais e unidades sanitárias. Já foram investidos cerca de R$ 70 milhões dos governos estadual e federal.
O objetivo da reforma é de promover a recuperação do manancial e um complexo de esporte, lazer e convivência, com 2,3 km de pistas de cooper e ciclismo, quiosques, campo de futebol no tamanho oficial, quadras esportivas, estacionamento e uma companhia da Polícia Militar.
Vale ressaltar que na ocasião não foram encontrados peixes mortos, porém a água do manancial apresentava cor esverdeada, indicando a presença de cianobactérias e de plantas que sugerem o desenvolvimento do processo de eutrofização no corpo d’água. Moradores do entorno relataram que pela manhã, uma grande quantidade de peixes emerge a lagoa, ficam agitados e alguns morrem. Acredita-se que essa mortandade deve ser decorrente da baixa taxa de oxigênio dissolvido na água.
Diante deste cenário, a UR - Portal do Sertão solicitou o apoio da Coordenação de Monitoramento Ambiental (COMON) para realizar a analise da qualidade da água.
Na ultima segunda-feira (30), foram coletadas amostras de água em quatro locais diferentes da Lagoa Grande, visando a avaliação da qualidade da água. Os laudos com os resultados dos testes devem ser concluídos no prazo de 30 a 45 dias. Caso os resultados comprovem a suspeita de que a lagoa está com baixa taxa de Oxigênio Dissolvido (OD), a Conder será notificada pelo órgão ambiental a adotar medidas que aumente a concentração de oxigênio na água, como, por exemplo, a implantação de aeradores.