14/03/2017
Em reunião conjunta com as comissões de Infraestrutura, Meio Ambiente e Agricultura e Política Rural, o Inema apresentou informações sobre a crise hídrica que o estado vem enfrentado nos últimos anos. As informações foram obtidas pelas diretorias de Fiscalização e Águas do Instituto.
Atualmente as barragens do Estado estão operando com os reservatórios em níveis abaixo da capacidade e dos verificados há um ano. A Barragem do Apertado começou 2016 com 40%, hoje está em 15%. A Bandeira de Melo operava com 100%, está com 67%; a do França caiu de 96% para 41%; a Gasparino caiu de 63% para 41% e Pedra do Cavalo também vem enfrentando uma queda: de 70% para 63,5%. Msmo com a baixa dos reservatórios, por enquanto a Bahia não corre risco de desabastecimento.
Para a diretora geral do Inema, Márcia Telles, o Governo do Estado vem trabalhando para enfrentar a seca, considerada a mais severa dos últimos anos. “Em alguns momentos o instituto realiza ações em campo que não são consideradas simpáticas pelos agricultores e demais usuários de água, mas ações como estas são necessárias nesse momento de enfrentamento com a crise", afirmou a diretora.
Segundo o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, o governo está construindo barragens, ampliando outras e investindo em novos sistemas implantados, como o fusegate (que aumenta a reserva de água). “Nos últimos dez anos foram investidos cerca de R$ 8 bilhões, em recursos próprios e federais, para a área de recursos hídricos”, afirmou.
Já o secretário de Meio Ambiente, Geraldo Reis, falou sobre a importância dos investimentos na área ambiental. “Estamos atentos para que soluções estratégicas possam garantir a convivência com a seca, com ações emergenciais, mas principalmente com o fortalecimento dos comitês de bacias e a preservação e recuperação dos nossos rios”, completou.
Com todo o desafio enfrentado, a Embasa trabalha para garantir o abastecimento humano e acabou de construir uma adutora para atender aos municípios de Queimadas e Santa Luz em tempo recorde de 45 dias. Também vem fazendo operações de reversão para garantir o abastecimento em Salvador e há cidades do interior com até três sistemas de abastecimento de água. O desafio “é conviver com a seca, porque uma solução definitiva não se tem”, afirma o diretor-presidente da Empresa, Rogério Cedraz.
Durante o encontro a Companhia de Engenharia e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb), que atua na zona rural, também falou do trabalho que vem sendo desenvolvido no interior do estado. O diretor presidente, Marcus Vinícius Bulhões, completou dizendo que “serão 800 poços perfurados ainda em 2017, com o objetivo de auxiliar a captação de água para o consumo humano nos mais diversos municípios”.
Estavam presentes na reunião das comissões o diretor de Aguas do Inema, Eduardo Topázio, o coordenador de Fiscalização, Miguel Calmon, além dos deputados que compõem a presidência de cada uma das comissões: Agricultura e Política Rural, Eduardo Salles; de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos; Fábio Souto, e Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Hildécio Meireles.
Atualmente as barragens do Estado estão operando com os reservatórios em níveis abaixo da capacidade e dos verificados há um ano. A Barragem do Apertado começou 2016 com 40%, hoje está em 15%. A Bandeira de Melo operava com 100%, está com 67%; a do França caiu de 96% para 41%; a Gasparino caiu de 63% para 41% e Pedra do Cavalo também vem enfrentando uma queda: de 70% para 63,5%. Msmo com a baixa dos reservatórios, por enquanto a Bahia não corre risco de desabastecimento.
Para a diretora geral do Inema, Márcia Telles, o Governo do Estado vem trabalhando para enfrentar a seca, considerada a mais severa dos últimos anos. “Em alguns momentos o instituto realiza ações em campo que não são consideradas simpáticas pelos agricultores e demais usuários de água, mas ações como estas são necessárias nesse momento de enfrentamento com a crise", afirmou a diretora.
Segundo o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, o governo está construindo barragens, ampliando outras e investindo em novos sistemas implantados, como o fusegate (que aumenta a reserva de água). “Nos últimos dez anos foram investidos cerca de R$ 8 bilhões, em recursos próprios e federais, para a área de recursos hídricos”, afirmou.
Já o secretário de Meio Ambiente, Geraldo Reis, falou sobre a importância dos investimentos na área ambiental. “Estamos atentos para que soluções estratégicas possam garantir a convivência com a seca, com ações emergenciais, mas principalmente com o fortalecimento dos comitês de bacias e a preservação e recuperação dos nossos rios”, completou.
Com todo o desafio enfrentado, a Embasa trabalha para garantir o abastecimento humano e acabou de construir uma adutora para atender aos municípios de Queimadas e Santa Luz em tempo recorde de 45 dias. Também vem fazendo operações de reversão para garantir o abastecimento em Salvador e há cidades do interior com até três sistemas de abastecimento de água. O desafio “é conviver com a seca, porque uma solução definitiva não se tem”, afirma o diretor-presidente da Empresa, Rogério Cedraz.
Durante o encontro a Companhia de Engenharia e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb), que atua na zona rural, também falou do trabalho que vem sendo desenvolvido no interior do estado. O diretor presidente, Marcus Vinícius Bulhões, completou dizendo que “serão 800 poços perfurados ainda em 2017, com o objetivo de auxiliar a captação de água para o consumo humano nos mais diversos municípios”.
Estavam presentes na reunião das comissões o diretor de Aguas do Inema, Eduardo Topázio, o coordenador de Fiscalização, Miguel Calmon, além dos deputados que compõem a presidência de cada uma das comissões: Agricultura e Política Rural, Eduardo Salles; de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos; Fábio Souto, e Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Hildécio Meireles.