22/08/2017
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), recebeu na manhã desta terça-feira (22) a visita de uma comitiva do estado de Alagoas, interessada na gestão de licenciamento ambiental do órgão baiano.
O diretor de Regulação do Inema, Leonardo Carneiro, apresentou aos visitantes a estrutura administrativa do Instituto e tirou dúvidas sobre a emissão de licenças ambientais na Bahia, com ênfase na regulação de operação de emissários submarinos, área de interesse dos alagoanos.
Para ele, é gratificante ver o Inema nessa posição de referência para outros estados. "Temos na Bahia alguns emissários oceanográficos pela Embasa e por empresas privadas, como a Cetrel, o que nos capacita a repassar experiências sobre o que se pede de estudos, o que se pede de projetos e o que ocorrer", considera.
De acordo com Júlio Balbino, da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), a empresa veio buscar as experiências da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) e o Inema. “Salvador tem modelos de emissários semelhantes ao de Maceió. A gente quer tentar imitar o que já tem sucesso aqui na Bahia. É isso que estamos tentado levar para Alagoas”, ressalta.
Já Ermi Ferrari, gerente de Licenciamento do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA-AL), explica que existe um emissário submarino em Maceió, implantado em 1989, mas que não possui a licença ambiental. “A gente quer entender este processo, pois temos como objetivo tentar regularizar esse emissário. Sem a licença não tem como emitir licenciamento dos caminhões de limpa fossa, por exemplo, e isso acaba prejudicando as nossas atividades e da própria Casal", explica.
Também palestraram Eduardo Fontoura, gerente ambiental da Central de Tratamento de Efluentes Líquidos (Cetrel) - que possui um emissário responsável por atender o Pólo Petroquímico de Camaçari, e Paulo Novaes, coordenador de Empreendimento de Interesse Social.
O diretor de Regulação do Inema, Leonardo Carneiro, apresentou aos visitantes a estrutura administrativa do Instituto e tirou dúvidas sobre a emissão de licenças ambientais na Bahia, com ênfase na regulação de operação de emissários submarinos, área de interesse dos alagoanos.
Para ele, é gratificante ver o Inema nessa posição de referência para outros estados. "Temos na Bahia alguns emissários oceanográficos pela Embasa e por empresas privadas, como a Cetrel, o que nos capacita a repassar experiências sobre o que se pede de estudos, o que se pede de projetos e o que ocorrer", considera.
De acordo com Júlio Balbino, da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), a empresa veio buscar as experiências da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) e o Inema. “Salvador tem modelos de emissários semelhantes ao de Maceió. A gente quer tentar imitar o que já tem sucesso aqui na Bahia. É isso que estamos tentado levar para Alagoas”, ressalta.
Já Ermi Ferrari, gerente de Licenciamento do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA-AL), explica que existe um emissário submarino em Maceió, implantado em 1989, mas que não possui a licença ambiental. “A gente quer entender este processo, pois temos como objetivo tentar regularizar esse emissário. Sem a licença não tem como emitir licenciamento dos caminhões de limpa fossa, por exemplo, e isso acaba prejudicando as nossas atividades e da própria Casal", explica.
Também palestraram Eduardo Fontoura, gerente ambiental da Central de Tratamento de Efluentes Líquidos (Cetrel) - que possui um emissário responsável por atender o Pólo Petroquímico de Camaçari, e Paulo Novaes, coordenador de Empreendimento de Interesse Social.