20/03/2019
Foi realizado ontem (19), no hotel Nacional , em Brasília, a 87ª reunião ordinária da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), que teve como pauta principal a apresentação do trabalho realizado pela Defesa Civil de Minas Gerais e da Semad, no desastre de Brumadinho, a agenda florestal, do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), pela Agência Nacional de Águas (ANA), Agência Nacional de Mineração (ANM), e as matérias em tramitação no Conama.
O encontro foi presidido pelo presidente da Abema, Germano Vieira, pela secretária geral, Márcia Telles e demais dirigentes e secretários de meio ambiente dos 26 estados e do Distrito Federal.
“Aproveitamos o momento que tivemos o maior quórum nos últimos anos de secretários e representantes dos estados, para mostrar todo o trabalho que foi desenvolvido pela secretaria de meio ambiente do estado de Minas Gerais e da Defesa Civil, no desastre ambiental de Brumadinho”, disse o presidente Germano Vieira.
Não devemos deixar que as atribuições nessa seara sejam individualizadas apenas ambientalmente pois são sistêmicas . “Precisamos esclarecer que o governo de Minas fez tudo o que era de sua competência, no caso de Brumadinho”, afirmou Vieira. Contudo, isso não tira o dever do país como um todo rever o modelo de governança de auditorias e suas avaliações de risco e protocolos. Todos devem ajudar a pensar esse novo modelo e contribuir com o governo federal nisso.
A explanação do desastre de Brumadinho foi feita pelo coordenador adjunto da Defesa Civil, o Tenente-coronel Flávio Godinho. “A equipe da Defesa Civil chegou imediatamente logo após a ruptura da barragem no Córrego do Feijão em Brumadinho. A ação da nossa equipe foi de acompanhar e apoiar de perto as buscas, além de centralizar todas as ações realizadas na área”.
Após a apresentação dos trabalhos da Defesa Civil, os presentes apresentaram uma moção de aplausos para o Governo de Minas Gerais, através do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. Também houve a menção, sobre a necessidade premente de esclarecer, as funções do licenciamento ambiental e sua relação com as políticas de fiscalização e segurança de barragens.
O evento também contou com a participação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que falou sobre a necessidade dos órgãos ambientais serem eficientes e que isso, não significa dispensar regras técnicas necessárias para análise e conclusão dos processos. “São muitos os desafios para os próximos anos no ministério e temos realidades diferentes para todo o país”, completou Salles.
Para o secretário de meio ambiente da Bahia, João Carlos Oliveira, eventos como esses devem ser realizados para fortalecer as entidades ambientais do país. “A troca de experiências se faz importante para que possamos aprender com o exemplo dos outros estados”, acrescentou Oliveira.
Segundo a diretora geral do INEMA, Márcia Telles, o trabalho que vem sendo realizado pela Abema, mostra cada vez mais, o avanço que a área ambiental tem alcançado no país. “A Abema tem feito um papel importante ao trazer para esta reunião, as ações exitosas que foram desenvolvidas em Brumadinho e que servirá como um grande aprendizado para os órgãos ambientais do país”, afirmou A diretora geral.
Após a fala do ministro, a diretora-presidente do Agência Nacional de Águas, Christianne Dias, que abordou os desafio de implementação do saneamento básico no Brasil. E uma breve fala também do presidente da Agência Nacional de Mineração (ANM), que comentou sobre as estratégias de fiscalização da órgão em todo país.
O encontro foi presidido pelo presidente da Abema, Germano Vieira, pela secretária geral, Márcia Telles e demais dirigentes e secretários de meio ambiente dos 26 estados e do Distrito Federal.
“Aproveitamos o momento que tivemos o maior quórum nos últimos anos de secretários e representantes dos estados, para mostrar todo o trabalho que foi desenvolvido pela secretaria de meio ambiente do estado de Minas Gerais e da Defesa Civil, no desastre ambiental de Brumadinho”, disse o presidente Germano Vieira.
Não devemos deixar que as atribuições nessa seara sejam individualizadas apenas ambientalmente pois são sistêmicas . “Precisamos esclarecer que o governo de Minas fez tudo o que era de sua competência, no caso de Brumadinho”, afirmou Vieira. Contudo, isso não tira o dever do país como um todo rever o modelo de governança de auditorias e suas avaliações de risco e protocolos. Todos devem ajudar a pensar esse novo modelo e contribuir com o governo federal nisso.
A explanação do desastre de Brumadinho foi feita pelo coordenador adjunto da Defesa Civil, o Tenente-coronel Flávio Godinho. “A equipe da Defesa Civil chegou imediatamente logo após a ruptura da barragem no Córrego do Feijão em Brumadinho. A ação da nossa equipe foi de acompanhar e apoiar de perto as buscas, além de centralizar todas as ações realizadas na área”.
Após a apresentação dos trabalhos da Defesa Civil, os presentes apresentaram uma moção de aplausos para o Governo de Minas Gerais, através do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. Também houve a menção, sobre a necessidade premente de esclarecer, as funções do licenciamento ambiental e sua relação com as políticas de fiscalização e segurança de barragens.
O evento também contou com a participação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que falou sobre a necessidade dos órgãos ambientais serem eficientes e que isso, não significa dispensar regras técnicas necessárias para análise e conclusão dos processos. “São muitos os desafios para os próximos anos no ministério e temos realidades diferentes para todo o país”, completou Salles.
Para o secretário de meio ambiente da Bahia, João Carlos Oliveira, eventos como esses devem ser realizados para fortalecer as entidades ambientais do país. “A troca de experiências se faz importante para que possamos aprender com o exemplo dos outros estados”, acrescentou Oliveira.
Segundo a diretora geral do INEMA, Márcia Telles, o trabalho que vem sendo realizado pela Abema, mostra cada vez mais, o avanço que a área ambiental tem alcançado no país. “A Abema tem feito um papel importante ao trazer para esta reunião, as ações exitosas que foram desenvolvidas em Brumadinho e que servirá como um grande aprendizado para os órgãos ambientais do país”, afirmou A diretora geral.
Após a fala do ministro, a diretora-presidente do Agência Nacional de Águas, Christianne Dias, que abordou os desafio de implementação do saneamento básico no Brasil. E uma breve fala também do presidente da Agência Nacional de Mineração (ANM), que comentou sobre as estratégias de fiscalização da órgão em todo país.