31/10/2019
Aconteceu na última terça-feira (29), na cidade de Recife, em Pernambuco, a reunião do Conselho de Administração do Consórcio Nordeste, com os secretários e dirigentes de Meio Ambiente dos Estados. O objetivo do encontro foi tratar sobre ações efetivas sobre as manchas de óleo que chegaram no litoral da região.
Ao longo do dia, também foi realizado um debate que contou com a presença do governador pernambucano Paulo Câmara, que apresentou os dados sobre o vazamento de óleo no estado. O encontro foi promovido pela Academia Brasileira de Ciências (ABC) e teve como objetivo apontar como a ciência e a tecnologia do Brasil podem contribuir para a resolução do derramamento de óleo e possíveis problemas gerados na região a partir dele.
Na reunião foram apresentados os modelos de trabalho do Governo do Estado na resolução do incidente, a condução para a abertura de um edital de pesquisas para que instituições de Pernambuco estudem o problema e como as medidas de caráter emergencial vêm sendo realizadas no Estado, além de parcerias com instituições tecnológicas para tratar do assunto. Para o governador “o objetivo foi aprofundar uma estratégia de curto, médio e longo prazo sobre temas discutidos na primeira reunião com a comunidade científica de Pernambuco e demais estados, para que se possa dar os próximos passos sobre este assunto discutido”.
Presente na reunião, o secretário de Meio Ambiente da Bahia, João Carlos, apoiou a iniciativa do Consórcio em tratar o tema tão delicado. "Sabemos da grande proporção que esse incidente ambiental tem chegado e, se não nos unirmos agora para buscar uma saída e nos anteciparmos aos problemas futuros, podemos ter impactos irreversíveis. Vamos seguir conversando e toda ajuda é bem-vinda", avaliou o secretário.
Já para a diretora-geral do Inema, Márcia Telles, entender como os outros estados estão lidando com essa tragédia é importante, principalmente para servir de espelho para as atividades desempenhadas na Bahia. "Podemos aqui presenciar relatos importantes de como outros estados estão atuando para conter o avanço desse óleo em nossas praias. Além disso, as parcerias com instituições tecnológicas, que já estão elaborando estudos para minimizar os impactos negativos em nosso litoral, servirão para ajudar todos envolvidos no Consórcio", disse a diretora.
Entre outros objetivos do encontro, foi a criação de uma rede técnica-científica multidisciplinar que identifique os pontos e aponte que estudos serão necessários para levar às ações que minimizem ou mitiguem, para a população em geral, os impactos decorrentes do vazamento. Também foram relatados pelos representantes estaduais pontos específicos de problemas previstos nos estados; realizadas discussões temáticas; além de uma apresentação de propostas de grupos, com a formação de uma rede Nordeste para acompanhamento e ações sobre os problemas gerados pelo vazamento de óleo.
Ao longo do dia, também foi realizado um debate que contou com a presença do governador pernambucano Paulo Câmara, que apresentou os dados sobre o vazamento de óleo no estado. O encontro foi promovido pela Academia Brasileira de Ciências (ABC) e teve como objetivo apontar como a ciência e a tecnologia do Brasil podem contribuir para a resolução do derramamento de óleo e possíveis problemas gerados na região a partir dele.
Na reunião foram apresentados os modelos de trabalho do Governo do Estado na resolução do incidente, a condução para a abertura de um edital de pesquisas para que instituições de Pernambuco estudem o problema e como as medidas de caráter emergencial vêm sendo realizadas no Estado, além de parcerias com instituições tecnológicas para tratar do assunto. Para o governador “o objetivo foi aprofundar uma estratégia de curto, médio e longo prazo sobre temas discutidos na primeira reunião com a comunidade científica de Pernambuco e demais estados, para que se possa dar os próximos passos sobre este assunto discutido”.
Presente na reunião, o secretário de Meio Ambiente da Bahia, João Carlos, apoiou a iniciativa do Consórcio em tratar o tema tão delicado. "Sabemos da grande proporção que esse incidente ambiental tem chegado e, se não nos unirmos agora para buscar uma saída e nos anteciparmos aos problemas futuros, podemos ter impactos irreversíveis. Vamos seguir conversando e toda ajuda é bem-vinda", avaliou o secretário.
Já para a diretora-geral do Inema, Márcia Telles, entender como os outros estados estão lidando com essa tragédia é importante, principalmente para servir de espelho para as atividades desempenhadas na Bahia. "Podemos aqui presenciar relatos importantes de como outros estados estão atuando para conter o avanço desse óleo em nossas praias. Além disso, as parcerias com instituições tecnológicas, que já estão elaborando estudos para minimizar os impactos negativos em nosso litoral, servirão para ajudar todos envolvidos no Consórcio", disse a diretora.
Entre outros objetivos do encontro, foi a criação de uma rede técnica-científica multidisciplinar que identifique os pontos e aponte que estudos serão necessários para levar às ações que minimizem ou mitiguem, para a população em geral, os impactos decorrentes do vazamento. Também foram relatados pelos representantes estaduais pontos específicos de problemas previstos nos estados; realizadas discussões temáticas; além de uma apresentação de propostas de grupos, com a formação de uma rede Nordeste para acompanhamento e ações sobre os problemas gerados pelo vazamento de óleo.