14/10/2019
Considerando o atual cenário de risco de extinção das espécies ameaçadas da fauna brasileira devido aos ecossistemas vulneráveis às mudanças climáticas e ao tráfico de animais, o Instituto Nacional do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio), participou entre os dias 07 e 11/10, da monitoria do Plano de Ação Nacional (PAN) para Conservação das Aves da Mata Atlântica realizada no Parque das Aves em Foz do Iguaçu-PR.
A oficina, que também contou com o apoio dos estados do bioma da Mata Atlântica, acontece anualmente para revisão e ajuste das ações, com a finalidade de proteger, ampliar, restaurar e conectar os habitats dos táxons, além de reduzir a perda do habitat em consequência da caça, da captura ilegal e do tráfico de animais.
Os Planos de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção (PAN) são instrumentos de política pública que têm por objetivo identificar as ameaças e pressões às quais a fauna e os ambientes naturais estão submetidos, em especial os táxons do PAN. O trabalho consiste em revisitar as ações estabelecidas para diminuir as ameaças sobre as 107 espécies contempladas nesse plano, com a finalidade de avaliar a efetividade, eficácia e eficiência dos resultados obtidos.
Na oportunidade, além de avaliar o planejamento, as equipes técnicas também analisaram os indicadores e metas estabelecidos para o PAN em 2016, que ainda persiste em promover o manejo adequado de solturas nas áreas de ocorrência, prevenir e controlar a presença de espécies exóticas invasoras, avaliar o efeito de alterações climáticas sobre as populações dos táxons e promover o manejo de espécies com vistas à reintrodução e/ou revigoramento populacional da espécie.
Além de estabelecer estratégias e medidas que identificam e orientam as ações prioritárias para combater as ameaças que põem risco populações de espécies e os ambientes naturais, o ICMBio ainda coordena universidades e instituições do terceiro setor, como a SAVE (Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil) e o Parque das Aves que recepciona o evento.
A oficina, que também contou com o apoio dos estados do bioma da Mata Atlântica, acontece anualmente para revisão e ajuste das ações, com a finalidade de proteger, ampliar, restaurar e conectar os habitats dos táxons, além de reduzir a perda do habitat em consequência da caça, da captura ilegal e do tráfico de animais.
Os Planos de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção (PAN) são instrumentos de política pública que têm por objetivo identificar as ameaças e pressões às quais a fauna e os ambientes naturais estão submetidos, em especial os táxons do PAN. O trabalho consiste em revisitar as ações estabelecidas para diminuir as ameaças sobre as 107 espécies contempladas nesse plano, com a finalidade de avaliar a efetividade, eficácia e eficiência dos resultados obtidos.
Na oportunidade, além de avaliar o planejamento, as equipes técnicas também analisaram os indicadores e metas estabelecidos para o PAN em 2016, que ainda persiste em promover o manejo adequado de solturas nas áreas de ocorrência, prevenir e controlar a presença de espécies exóticas invasoras, avaliar o efeito de alterações climáticas sobre as populações dos táxons e promover o manejo de espécies com vistas à reintrodução e/ou revigoramento populacional da espécie.
Além de estabelecer estratégias e medidas que identificam e orientam as ações prioritárias para combater as ameaças que põem risco populações de espécies e os ambientes naturais, o ICMBio ainda coordena universidades e instituições do terceiro setor, como a SAVE (Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil) e o Parque das Aves que recepciona o evento.