07/12/2020
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), através da Unidade Regional (UR) de Vitória da Conquista/BA, realizou, entre os dias 01 a 04 de dezembro, uma operação de combate ao desmatamento ilegal de Mata Atlântica e carvoarias ilegais, na região dos municípios de Cândido Sales e Encruzilhada.
“A gente vinha recebendo muitas denúncias de comércio ilegal de carvão nesses municípios. Por isso, resolvemos verificar as informações pessoalmente através de uma operação técnica, com o apoio da Polícia Militar. Chegando lá, identificamos a atividade ilegal, e, prontamente, tomamos as medidas necessárias para combatê-la, visando minimizar os impactos de desmatamento e do comércio ilegal de madeira nativa”, relata o coordenador da UR de Vitória da Conquista, Glauber Guerra.
Com o apoio da Polícia Militar, o Instituto destruiu 41 fornos que eram utilizados para a produção ilegal de carvão, cada um com a capacidade de queimar quatro metrosestéreo de madeira por fornada. Além disso, também foram apreendidos mais de 30 metros estéreos de madeira nativa em forma de lenha e flagrados mais de 100 hectares de mata atlântica, um bioma altamente sensível e que possuem pouquíssimos remanescentes de vegetação nativa, a qual foi suprimida ilegalmente.
Foi identificado, também, durante a operação, que a situação dos trabalhos realizados nessas carvoarias ocorria em condições extremamente precárias. Não foi possível realizar a condução dos responsáveis pelos agentes à delegacia, pois, quando perceberam a presença da fiscalização, evadiram-se do local. Entretanto, vários proprietários dos imóveis rurais fiscalizados foram identificados e responderão pelos crimes ambientais.
Carvoaria ilegal – É considerada “carvoaria ilegal” quando a madeira prima utilizada na produção do carvão é, principalmente, fruto das supressões irregulares.
Denúncia - Para registrar denúncias de crimes ambientais, o cidadão deve entrar em contato com o disque denúncia do Inema, através do número 0800 071 1400.
“A gente vinha recebendo muitas denúncias de comércio ilegal de carvão nesses municípios. Por isso, resolvemos verificar as informações pessoalmente através de uma operação técnica, com o apoio da Polícia Militar. Chegando lá, identificamos a atividade ilegal, e, prontamente, tomamos as medidas necessárias para combatê-la, visando minimizar os impactos de desmatamento e do comércio ilegal de madeira nativa”, relata o coordenador da UR de Vitória da Conquista, Glauber Guerra.
Com o apoio da Polícia Militar, o Instituto destruiu 41 fornos que eram utilizados para a produção ilegal de carvão, cada um com a capacidade de queimar quatro metrosestéreo de madeira por fornada. Além disso, também foram apreendidos mais de 30 metros estéreos de madeira nativa em forma de lenha e flagrados mais de 100 hectares de mata atlântica, um bioma altamente sensível e que possuem pouquíssimos remanescentes de vegetação nativa, a qual foi suprimida ilegalmente.
Foi identificado, também, durante a operação, que a situação dos trabalhos realizados nessas carvoarias ocorria em condições extremamente precárias. Não foi possível realizar a condução dos responsáveis pelos agentes à delegacia, pois, quando perceberam a presença da fiscalização, evadiram-se do local. Entretanto, vários proprietários dos imóveis rurais fiscalizados foram identificados e responderão pelos crimes ambientais.
Carvoaria ilegal – É considerada “carvoaria ilegal” quando a madeira prima utilizada na produção do carvão é, principalmente, fruto das supressões irregulares.
Denúncia - Para registrar denúncias de crimes ambientais, o cidadão deve entrar em contato com o disque denúncia do Inema, através do número 0800 071 1400.