08/04/2021
Após realizar quatro grandes operações de fiscalização nos períodos de reprodução do caranguejo-uçá, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), através da Coordenação de Fiscalização Preventiva e de Condicionantes (COFIS), contabilizou um total de 22 mil unidades do pescado que foram apreendidos durante o processo de captura, transporte ou comercialização. Os animais foram devolvidos aos manguezais para acasalamento e liberação de ovos.
As três primeiras etapas tiveram maior destaque durante as operações devido ao alto número de apreensões realizadas nas feiras livres e estabelecimentos comerciais. Somente nos períodos datados entre 14/01 à 19/01, 29/01 à 03/02 e 28/02 à 05/03, a equipe de fiscalização do Inema, juntamente com a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (COPPA), realizou 19.700 apreensões de caranguejos-uçá. Destes, cerca de 3.000 unidades foram apreendidos numa única fiscalização, por blitz. Quanto aos produtos oriundos dos beneficiamentos desses animais, o Inema doou cerca de 8kg de catado e 8kg de puã.
Já no quarto e último período do defeso, que aconteceu entre 29/03 e 03/04, os números de apreensões reduziram para 2.289 unidades. Presente em todas as operações, a coordenadora técnica da COFIS/Inema, Natali Lordello, avalia que essa redução reflete o intenso trabalho de fiscalização do Instituto. "Acredito que o fato de termos atuado em diversas frentes durante às fiscalizações influenciou bastante na redução de apreensões. Chegamos a ter ações simultâneas em três ou quatro regiões litorâneas, fiscalizando portos, estuários, feiras, estabelecimentos comerciais (bares e restaurantes) e, também, instalando barreiras nas principais estradas de transporte do pescado", afirmou.
Além dessas operações de fiscalização, o Inema também realizou diversas ações de educação ambiental com forte divulgação sobre o do período do defeso, através de etapas de sensibilização, com entrega de panfletos, articulação com colônias e com prefeituras, somando, inclusive, esforços para atividades conjuntas nas regiões. As equipes atuaram na faixa litorânea nas regiões Extremo Sul, Baixo Sul, Recôncavo, englobando as Ilhas da Baía de Camamu e Baía de Todos os Santos, além de ações no Litoral Norte do estado.
Ainda segundo Natali Lordello, a pandemia da Covid-19 também foi um fator determinante na baixa do consumo do pescado, tendo em vista que a segunda onda do contágio impactou no fluxo de pessoas e no fechamento do comércio das localidades fiscalizadas.
"Como somos um órgão de fiscalização do Estado, considerado como atividade essencial, desde o início da pandemia não deixamos em nenhum momento de cumprir com as nossas obrigações seguindo à risca as recomendações de uso de máscara, uso do álcool gel e, na medida do possível, mantendo o distanciamento social recomendado diante das situações em que a abordagem se fazia necessária", assegurou a coordenadora técnica.
Os técnicos que participaram das operações relatam que o mesmo cuidado não foi identificado por parte da população, principalmente nas pequenas localidades em que se via muita gente sem máscara caminhando nas ruas, portos e feiras. Já nos estabelecimentos comerciais, estas normas de proteção eram cumpridas.
As três primeiras etapas tiveram maior destaque durante as operações devido ao alto número de apreensões realizadas nas feiras livres e estabelecimentos comerciais. Somente nos períodos datados entre 14/01 à 19/01, 29/01 à 03/02 e 28/02 à 05/03, a equipe de fiscalização do Inema, juntamente com a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (COPPA), realizou 19.700 apreensões de caranguejos-uçá. Destes, cerca de 3.000 unidades foram apreendidos numa única fiscalização, por blitz. Quanto aos produtos oriundos dos beneficiamentos desses animais, o Inema doou cerca de 8kg de catado e 8kg de puã.
Já no quarto e último período do defeso, que aconteceu entre 29/03 e 03/04, os números de apreensões reduziram para 2.289 unidades. Presente em todas as operações, a coordenadora técnica da COFIS/Inema, Natali Lordello, avalia que essa redução reflete o intenso trabalho de fiscalização do Instituto. "Acredito que o fato de termos atuado em diversas frentes durante às fiscalizações influenciou bastante na redução de apreensões. Chegamos a ter ações simultâneas em três ou quatro regiões litorâneas, fiscalizando portos, estuários, feiras, estabelecimentos comerciais (bares e restaurantes) e, também, instalando barreiras nas principais estradas de transporte do pescado", afirmou.
Além dessas operações de fiscalização, o Inema também realizou diversas ações de educação ambiental com forte divulgação sobre o do período do defeso, através de etapas de sensibilização, com entrega de panfletos, articulação com colônias e com prefeituras, somando, inclusive, esforços para atividades conjuntas nas regiões. As equipes atuaram na faixa litorânea nas regiões Extremo Sul, Baixo Sul, Recôncavo, englobando as Ilhas da Baía de Camamu e Baía de Todos os Santos, além de ações no Litoral Norte do estado.
Ainda segundo Natali Lordello, a pandemia da Covid-19 também foi um fator determinante na baixa do consumo do pescado, tendo em vista que a segunda onda do contágio impactou no fluxo de pessoas e no fechamento do comércio das localidades fiscalizadas.
"Como somos um órgão de fiscalização do Estado, considerado como atividade essencial, desde o início da pandemia não deixamos em nenhum momento de cumprir com as nossas obrigações seguindo à risca as recomendações de uso de máscara, uso do álcool gel e, na medida do possível, mantendo o distanciamento social recomendado diante das situações em que a abordagem se fazia necessária", assegurou a coordenadora técnica.
Os técnicos que participaram das operações relatam que o mesmo cuidado não foi identificado por parte da população, principalmente nas pequenas localidades em que se via muita gente sem máscara caminhando nas ruas, portos e feiras. Já nos estabelecimentos comerciais, estas normas de proteção eram cumpridas.