27/05/2021
O Governo do Estado da Bahia, por meio do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), segue trabalhando para manter o decréscimo do desmatamento da Mata Atlântica. No Dia Nacional da Mata Atlântica, o compromisso de fortalecer as ações para a conservação do bioma, são renovados pela autarquia.
Márcia Telles, secretária interina do Meio Ambiente (Sema), lembra que o objetivo principal do governo, quando o assunto é a conservação ambiental, sempre será atingir a meta zero de desmatamento ilegal no estado. Por meio da Diretoria de Fiscalização Ambiental (DIFIS) são realizadas diversas operações em conjunto com outros órgãos para coibir cada vez mais práticas que degradam o referido bioma.
“O nosso foco sempre é o de combater o desmatamento ilegal, ampliando estratégias tecnológicas para monitorar as áreas com ocorrência do bioma e subsidiar as autuações e a exigência para recuperação das regiões afetadas. Os desafios sempre estarão presentes, mas unindo forças vamos conseguindo dirimir os impactos causados, não só da Mata Atlântica, mas de todos os biomas existentes no estado”, salientou Telles.
O Governo do Estado também tem incentivado o fomento de criação de novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), categoria de unidade de conservação de domínio privado, com o objetivo precípuo de conservar a diversidade biológica, onde hoje temos um total de 54 unidades, destas 44 estão presentes no bioma Mata Atlântica. As atividades permitidas nesta área especialmente protegida são: pesquisa científica, educação ambiental e visitação turística.
“A iniciativa para a criação de uma RPPN é um ato voluntário de pessoas físicas ou jurídicas proprietárias de imóveis rurais ou urbanos que demonstram um potencial para a conservação da natureza. Uma vez que uma área se torna uma RPPN, embora o direito de propriedade se mantenha, ele não pode mais voltar atrás, o status de área protegida privada é perpétuo”, afirmou o coordenador de Gestão de Unidades de Conservação, Ricardo Guedes.
Projeto Harpia - Tendo em vista que o monitoramento florestal é um importante instrumento para o enfrentamento do desmatamento ilegal, o Inema, por meio da Coordenação de Tecnologia da Informação e Comunicação (COTIC), desenvolveu o projeto Harpia, sistema que utiliza uma metodologia que contempla a coleta semanal de imagens de satélite com uma resolução compatível com a escala do monitoramento necessário para a Mata Atlântica. As imagens são analisadas por um robô para detectar áreas com supressão de vegetação nativa. Posteriormente, a equipe técnica do Instituto realiza uma auditoria do resultado e seleciona as áreas por meio de pontos georreferenciados que subsidiam as ações de fiscalizações planejadas.
O projeto é uma metodologia de monitoramento da cobertura vegetal do estado que realiza a coleta e a análise das imagens adquiridas por diferentes satélites, a partir do cruzamento com as demais bases de dados do Instituto, como o Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (CEFIR), produzindo um conjunto de informações que subsidiam as ações de fiscalização para coibir o decremento ilegal de vegetação nativa no território baiano.
No ano de 2021, o Inema publicou a Portaria 22.387 que institucionaliza o Programa Harpia de Gestão da Vegetação Nativa no estado, instrumento inteiramente alinhado às metas internacionais para enfrentamento ao desmatamento ilegal, como o Acordo de Paris, e que tem dentre os seus objetivos o fortalecimento das ações de fiscalização e monitoramento nos biomas baianos, dentre eles a Mata Atlântica.
É constituído crime ambiental desmatar, provocar incêndio em mata ou floresta, extrair, cortar ou utilizar para fins comerciais a madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal sem autorização devida, defendida pela lei federal 9.605/98.
O cidadão que deseja registrar denúncias de crimes ambientais deve entrar em contato com o disque denuncia do Inema através do número 0800 071 1400.
Márcia Telles, secretária interina do Meio Ambiente (Sema), lembra que o objetivo principal do governo, quando o assunto é a conservação ambiental, sempre será atingir a meta zero de desmatamento ilegal no estado. Por meio da Diretoria de Fiscalização Ambiental (DIFIS) são realizadas diversas operações em conjunto com outros órgãos para coibir cada vez mais práticas que degradam o referido bioma.
“O nosso foco sempre é o de combater o desmatamento ilegal, ampliando estratégias tecnológicas para monitorar as áreas com ocorrência do bioma e subsidiar as autuações e a exigência para recuperação das regiões afetadas. Os desafios sempre estarão presentes, mas unindo forças vamos conseguindo dirimir os impactos causados, não só da Mata Atlântica, mas de todos os biomas existentes no estado”, salientou Telles.
O Governo do Estado também tem incentivado o fomento de criação de novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), categoria de unidade de conservação de domínio privado, com o objetivo precípuo de conservar a diversidade biológica, onde hoje temos um total de 54 unidades, destas 44 estão presentes no bioma Mata Atlântica. As atividades permitidas nesta área especialmente protegida são: pesquisa científica, educação ambiental e visitação turística.
“A iniciativa para a criação de uma RPPN é um ato voluntário de pessoas físicas ou jurídicas proprietárias de imóveis rurais ou urbanos que demonstram um potencial para a conservação da natureza. Uma vez que uma área se torna uma RPPN, embora o direito de propriedade se mantenha, ele não pode mais voltar atrás, o status de área protegida privada é perpétuo”, afirmou o coordenador de Gestão de Unidades de Conservação, Ricardo Guedes.
Projeto Harpia - Tendo em vista que o monitoramento florestal é um importante instrumento para o enfrentamento do desmatamento ilegal, o Inema, por meio da Coordenação de Tecnologia da Informação e Comunicação (COTIC), desenvolveu o projeto Harpia, sistema que utiliza uma metodologia que contempla a coleta semanal de imagens de satélite com uma resolução compatível com a escala do monitoramento necessário para a Mata Atlântica. As imagens são analisadas por um robô para detectar áreas com supressão de vegetação nativa. Posteriormente, a equipe técnica do Instituto realiza uma auditoria do resultado e seleciona as áreas por meio de pontos georreferenciados que subsidiam as ações de fiscalizações planejadas.
O projeto é uma metodologia de monitoramento da cobertura vegetal do estado que realiza a coleta e a análise das imagens adquiridas por diferentes satélites, a partir do cruzamento com as demais bases de dados do Instituto, como o Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (CEFIR), produzindo um conjunto de informações que subsidiam as ações de fiscalização para coibir o decremento ilegal de vegetação nativa no território baiano.
No ano de 2021, o Inema publicou a Portaria 22.387 que institucionaliza o Programa Harpia de Gestão da Vegetação Nativa no estado, instrumento inteiramente alinhado às metas internacionais para enfrentamento ao desmatamento ilegal, como o Acordo de Paris, e que tem dentre os seus objetivos o fortalecimento das ações de fiscalização e monitoramento nos biomas baianos, dentre eles a Mata Atlântica.
É constituído crime ambiental desmatar, provocar incêndio em mata ou floresta, extrair, cortar ou utilizar para fins comerciais a madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal sem autorização devida, defendida pela lei federal 9.605/98.
O cidadão que deseja registrar denúncias de crimes ambientais deve entrar em contato com o disque denuncia do Inema através do número 0800 071 1400.