05/04/2023
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) participou, no dia 03, de uma vistoria conjunta para verificação de eventos de desfolhamento em áreas de manguezais na Baía de Todos os Santos. A ação é uma iniciativa do Ministério Público Federal (MPF) e contou com a participação de servidores do Inema que atuam na gestão da APA Baía de Todos os Santos e na Fiscalização, bem como do ICMBio (Resex Marinha da Baía do Iguape), da UFBA (Instituto de Biologia), do próprio MPF e da Capitania dos Portos da Bahia. Já está prevista uma segunda etapa para o dia 12 de abril.
A equipe vistoriou áreas com ocorrência de desfolhamento e mortandade de espécimes vegetais de manguezais, já encontrando indícios de herbivoria (alimentação predominante em material vegetal) por insetos nas áreas impactadas. “O objetivo é produzir informações técnicas que subsidiem o MPF em Inquérito Civil em curso, como a identificação taxonômica dos animais causadores da herbivoria, a indicação de potenciais causas do fenômeno, a elaboração de protocolos de monitoramento para acompanhamento das áreas atingidas e indicações de possíveis medidas de prevenção e controle”, explicou o técnico da fiscalização do Inema, Felipe Pinto.
Os manguezais são considerados Áreas de Preservação Permanente, protegidos por Lei, e cumprem diversas funções ecológicas. “São áreas de extrema importância para os ambientes costeiro-marinhos, atuam na proteção da linha da costa, na captura de carbono atmosférico e na reprodução e manutenção das populações de espécies marinhas”, completou o gestor da APA BTS, Túlio Rego.
O coordenador de Gestão de Unidades de Conservação do Instituto, Mateus Camilo, ressaltou a importância do ecossistema costeiro para a manutenção da biodiversidade, bem como para o sustento e qualidade de vida das comunidades tradicionais. “Tais espécies, sobretudo de peixes, camarões, siris, caranguejos e mariscos, são a base da segurança alimentar e econômica de grande parte das populações tradicionais costeiras, como pescadores e pescadoras artesanais, quilombolas e indígenas, os maiores responsáveis pela produção pesqueira na Bahia”.


A equipe vistoriou áreas com ocorrência de desfolhamento e mortandade de espécimes vegetais de manguezais, já encontrando indícios de herbivoria (alimentação predominante em material vegetal) por insetos nas áreas impactadas. “O objetivo é produzir informações técnicas que subsidiem o MPF em Inquérito Civil em curso, como a identificação taxonômica dos animais causadores da herbivoria, a indicação de potenciais causas do fenômeno, a elaboração de protocolos de monitoramento para acompanhamento das áreas atingidas e indicações de possíveis medidas de prevenção e controle”, explicou o técnico da fiscalização do Inema, Felipe Pinto.
Os manguezais são considerados Áreas de Preservação Permanente, protegidos por Lei, e cumprem diversas funções ecológicas. “São áreas de extrema importância para os ambientes costeiro-marinhos, atuam na proteção da linha da costa, na captura de carbono atmosférico e na reprodução e manutenção das populações de espécies marinhas”, completou o gestor da APA BTS, Túlio Rego.
O coordenador de Gestão de Unidades de Conservação do Instituto, Mateus Camilo, ressaltou a importância do ecossistema costeiro para a manutenção da biodiversidade, bem como para o sustento e qualidade de vida das comunidades tradicionais. “Tais espécies, sobretudo de peixes, camarões, siris, caranguejos e mariscos, são a base da segurança alimentar e econômica de grande parte das populações tradicionais costeiras, como pescadores e pescadoras artesanais, quilombolas e indígenas, os maiores responsáveis pela produção pesqueira na Bahia”.

